E conhecereis a verdade.
Jo. 8:32.
A vida é considerada um plantio diário e constante.
Se plantarmos boas sementes, certamente teremos boas colheitas.
Era uma vez uma árvore, que tinha a incumbência de sobreviver no deserto.
Esta árvore conseguiu sobreviver, tornou-se frondosa, oferecendo sombra a quem precisava, e no tempo devido passou a dar muitos frutos.
Qual foi a explicação, para que tudo isso acontecesse, num lugar tão ermo?
A árvore buscou aprofundar as suas raízes, procurando lençóis de água até encontrar.
Assim, ela conseguiu se desenvolver e vencer o deserto.
O plantio nem sempre é fácil.
É preciso regar periodicamente o que foi plantado.
É preciso cuidar dos males que afetam a plantação.
É preciso tirar o que não faz parte da plantação, e atrapalha o seu desenvolvimento.
Porém, quando o tempo passa, e chega o momento da colheita, é visto que todo o trabalho, que até trouxe desgaste, teve uma grande recompensa.
Algumas plantas se desenvolvem muito rápido, e logo dão resultado, fornecendo uma excelente colheita.
Outras plantas, ao serem semeadas, demoram muito a germinar, e o desenvolvimento é´muito lento. A ponto do semeador chegar a pensar que estas plantas não irão vingar.
E existem outras plantas, que em tempo algum, revelam que irão vingar as suas sementes, muito menos alcançarem algum desenvolvimento para darem frutos.
E o que podemos aprender com tudo isso?
Deus nos trata como árvores (Sl. 1:3), com características muito próprias, que Ele mesmo criou.
O que cabe a nós, como árvores, é apresentarmos condições plenas de frutificação em tudo, procurando crescer no conhecimento de Deus (Cl. 1:10).
Tenha uma vida de pleno desenvolvimento de árvore.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
O melhor lugar.
Para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Rm, 12:2.
A Geografia é uma ciência que estuda o planeta Terra e toda a superfície terrestre em suas composições, que constituem a biosfera (ambiente em que vivemos), por três porções: Atmosfera, litosfera e hidrosfera.
A atmosfera é uma grossa camada de ar que abriga as nuvens e dá calor ao céu. Fornece o ar que respiramos, e atua como um cobertor, protegendo e cobrindo a terra.
A litosfera é a constituição da crosta terrestre.
A hidrosfera é formada por grandes quantidades de água, como rios, oceanos, lagos, etc.
A superfície terrestre é o habitat ou meio ambiente onde vive o homem, os animais e as plantas.
O espaço geográfico constitui a classificação do lugar a que se refere a Geografia.
Dentro da história de vida de cada um, sempre estamos à procura de alguma coisa.
Muitos procuram por algo na vida, e jamais encontram, porque simplesmente não sabem o que estão procurando.
Assim, é muito importante que nós sempre saibamos exatamente o que estamos procurando encontrar, para não perdermos o trajeto geográfico de nossas vidas.
E diante de tantas buscas, o homem tem uma constante, que é procurar ser cada vez melhor para si mesmo, para as pessoas que ama, para todos ao redor.
Ser melhor é uma necessidade de busca constante do homem.
Mas, como ser melhor, com tantas perseguições e combates, para que o homem use atalhos, e saia deste caminho de busca?
A Geografia divina tem um parâmetro, que na verdade é uma condição, a única condição, maior e melhor, para que o homem encontre o que realmente o fará se encontrar na vida que Deus lhe concedeu para viver, que é viver a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm. 12:2).
O melhor lugar geográfico para o homem estar é no centro da vontade divina.
Assim, ele irá se encontrar na sua devida importância na vida.
Em seu ministério público, exercido nesta terra, Jesus Cristo mostrou que quando as pessoas ficavam geograficamente onde deveriam estar, elas eram agraciadas com milagres extraordinários.
1 - A mulher adúltera.
Quando a mulher adúltera, Maria Madalena, ficou sozinha com Jesus, ficando no meio (Jo. 8:9), ela foi perdoada de todos os seus pecados (Jo. 8:11).
2 - O homem da mão mirrada.
Quando o homem da mão mirrada, atendeu ao pedido de Jesus, e ficou no meio (Mc. 3:3), Jesus restituiu a sua mão perfeita como antes (Mc. 3:5).
3 - A primeira e a segunda multiplicação dos pães e peixes.
Em todos os dois milagres da multiplicação dos pães e peixes, houve ordem no agrupamento das pessoas, no grupo de cem, de cinquenta (Mc. 6:40), o Senhor Jesus abençoou e repartiu os pães e os peixes, alimentando a todos de modo abundante (Mc. 6: 41-42).
4 - A mulher hemorrágica.
Apesar de doze anos de sofrimento, com a vergonha de ser a mulher hemorrágica, considerada imunda, a mulher viu que Jesus estava no meio de uma multidão, e caminhou para o meio, onde Ele estava, tocando na bainha de sua veste, sendo assim, automaticamente curada (Lc. 8:43-48).
5 - A crucificação.
Quando Jesus foi crucificado, a cruz foi colocada no meio, entre dois ladrões.
Jesus, sendo Deus, cumpriu os desígnios do Senhor Deus, estando no meio de sua vontade.
É importante estar geograficamente onde Deus quer que estejamos, no centro da sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2).
Quando isso acontece, tudo passa a ser maravilhoso em nossas vidas.
O melhor lugar para estar é onde o Senhor Deus preparou para nós, onde Ele quer que nós estejamos, que é vivendo a sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2).
Tenha uma vida de entrega plena, vivendo no melhor lugar, que é o centro da vontade de Deus.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Rm, 12:2.
A Geografia é uma ciência que estuda o planeta Terra e toda a superfície terrestre em suas composições, que constituem a biosfera (ambiente em que vivemos), por três porções: Atmosfera, litosfera e hidrosfera.
A atmosfera é uma grossa camada de ar que abriga as nuvens e dá calor ao céu. Fornece o ar que respiramos, e atua como um cobertor, protegendo e cobrindo a terra.
A litosfera é a constituição da crosta terrestre.
A hidrosfera é formada por grandes quantidades de água, como rios, oceanos, lagos, etc.
A superfície terrestre é o habitat ou meio ambiente onde vive o homem, os animais e as plantas.
O espaço geográfico constitui a classificação do lugar a que se refere a Geografia.
Dentro da história de vida de cada um, sempre estamos à procura de alguma coisa.
Muitos procuram por algo na vida, e jamais encontram, porque simplesmente não sabem o que estão procurando.
Assim, é muito importante que nós sempre saibamos exatamente o que estamos procurando encontrar, para não perdermos o trajeto geográfico de nossas vidas.
E diante de tantas buscas, o homem tem uma constante, que é procurar ser cada vez melhor para si mesmo, para as pessoas que ama, para todos ao redor.
Ser melhor é uma necessidade de busca constante do homem.
Mas, como ser melhor, com tantas perseguições e combates, para que o homem use atalhos, e saia deste caminho de busca?
A Geografia divina tem um parâmetro, que na verdade é uma condição, a única condição, maior e melhor, para que o homem encontre o que realmente o fará se encontrar na vida que Deus lhe concedeu para viver, que é viver a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm. 12:2).
O melhor lugar geográfico para o homem estar é no centro da vontade divina.
Assim, ele irá se encontrar na sua devida importância na vida.
Em seu ministério público, exercido nesta terra, Jesus Cristo mostrou que quando as pessoas ficavam geograficamente onde deveriam estar, elas eram agraciadas com milagres extraordinários.
1 - A mulher adúltera.
Quando a mulher adúltera, Maria Madalena, ficou sozinha com Jesus, ficando no meio (Jo. 8:9), ela foi perdoada de todos os seus pecados (Jo. 8:11).
2 - O homem da mão mirrada.
Quando o homem da mão mirrada, atendeu ao pedido de Jesus, e ficou no meio (Mc. 3:3), Jesus restituiu a sua mão perfeita como antes (Mc. 3:5).
3 - A primeira e a segunda multiplicação dos pães e peixes.
Em todos os dois milagres da multiplicação dos pães e peixes, houve ordem no agrupamento das pessoas, no grupo de cem, de cinquenta (Mc. 6:40), o Senhor Jesus abençoou e repartiu os pães e os peixes, alimentando a todos de modo abundante (Mc. 6: 41-42).
4 - A mulher hemorrágica.
Apesar de doze anos de sofrimento, com a vergonha de ser a mulher hemorrágica, considerada imunda, a mulher viu que Jesus estava no meio de uma multidão, e caminhou para o meio, onde Ele estava, tocando na bainha de sua veste, sendo assim, automaticamente curada (Lc. 8:43-48).
5 - A crucificação.
Quando Jesus foi crucificado, a cruz foi colocada no meio, entre dois ladrões.
Jesus, sendo Deus, cumpriu os desígnios do Senhor Deus, estando no meio de sua vontade.
É importante estar geograficamente onde Deus quer que estejamos, no centro da sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2).
Quando isso acontece, tudo passa a ser maravilhoso em nossas vidas.
O melhor lugar para estar é onde o Senhor Deus preparou para nós, onde Ele quer que nós estejamos, que é vivendo a sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2).
Tenha uma vida de entrega plena, vivendo no melhor lugar, que é o centro da vontade de Deus.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Rotina.
Estou convosco todos os dias.
Mt. 28:20.
Enquanto eu parei um pouco com outras atividades para poder escrever, muitas coisas estão acontecendo ao meu redor, ou distantes de mim.
Dentro daquilo que tenho ciência, as circunstâncias podem tomar um rumo de imprevistos.
Assim, segue a vida com sua rotina.
E muitas vezes, o que até parece rotina, e já sabemos o seu final, nos abala quando nos deparamos com ela.
Mas, afinal de contas, o que é rotina?
É classificado como rotina, o hábito que o homem tem de fazer uma coisa sempre do mesmo modo, mecanicamente; é a repetição monótona das mesmas coisas; é o apego ao uso geral, sem interesse pelo progresso.
Portanto, enquanto eu estou escrevendo, e continuo a refletir sobre várias coisas pra colocar neste texto, e já pensando no tópico seguinte, porque é a minha maneira de ser, é a minha rotina de vida, diversas situações estão acontecendo em todo o mundo, assim como:
- Gente nascendo, e gente morrendo;
- Gente vencendo, e gente perdendo;
- Gente dando boas gargalhadas,e gente chorando;
- Gente muito alegre, e gente muito triste;
- Gente enriquecendo, e gente se empobrecendo;
- Gente chegando, e gente partindo;
- Gente correndo livre pelo campo, e gente irritada no engarrafamento;
- Gente no Brasil, e gente na China;
- Gente dormindo, e gente acordando;
- Gente se calando, e gente gritando;
- Gente caminhando, e gente parando;
- Gente escrevendo como eu, e gente lendo;
- Gente em silêncio e ouvindo, e gente cantando e sendo ouvido;
- Gente indo, e gente vindo;
- Gente vivendo o amor, e gente odiando;
- Gente sentindo frio, e gente sentindo calor;
- Gente se despedindo, e gente se aproximando;
- Gente indo pra escola, e gente indo pra escola;
- Gente andando, e gente correndo;
- Gente sendo internado no hospital, e gente saindo do hospital;
- Gente abrindo a porta, e gente fechando a porta;
- Gente comprando, e gente vendendo;
- Gente de todas as maneiras: Branca, negra, índia; alta baixa; gorda, magra; gente e gente.
E é assim que caminha a humanidade, com seus altos e baixos, desenvolvendo cada vez mais uma crescente de vontades, que muitas vezes até parecem fugir um pouco da rotina, mas sempre acaba chegando à rotina.
Jesus Cristo, em seu ministério público nesta terra, envolvendo a sua rotina divina, caminhou com os seus discípulos, além de acompanhá-lo sempre uma multidão, falando acerca de sua morte, e a razão pela qual ela viria.
É claro que diante da euforia dos milagres, principalmente da multiplicação dos pães e peixes, que ocorreu por duas vezes, ninguém estava sequer imaginando que isso aconteceria.
Entretanto, o sentido maior da vinda de Cristo a esta terra, foi apresentar a toda a humanidade que Ele é o caminho, e a verdade, e a vida; e ninguém poderá alcançar o reino celestial, a morada do Altíssimo, se não for por intermédio dele (Jo. 14:6).
Assim sendo, a fala de Jesus Cristo, diante de todos, se tornou uma rotina. Porém, quando o Senhor Jesus Cristo foi crucificado humilhantemente na cruz do Calvário, padecendo até o último suspiro e morreu, todos ficaram abalados, frustrados diante de tal fim.
Os seus discípulos se esconderam, com receio de alguma represália do Império Romano.
Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, surpreendeu os seus discípulos, que achavam que a sua morte havia se tornado uma rotina, e ressuscitou ao terceiro dia, revelando assim, como Deus que é, a sua vitória sobre a morte; e concedendo a todos nós, que o aceitamos, o direito de vida eterna (Jo. 3:16).
Jesus Cristo vive. Por isso, podemos crer no amanhã.
Jesus Cristo vive. Por isso, a realidade de vivermos ansiosos em ir para o céu, morar eternamente com o Senhor, é a nossa rotina diária.
Tenha uma rotina de vida desejosa de ir para o céu.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Mt. 28:20.
Enquanto eu parei um pouco com outras atividades para poder escrever, muitas coisas estão acontecendo ao meu redor, ou distantes de mim.
Dentro daquilo que tenho ciência, as circunstâncias podem tomar um rumo de imprevistos.
Assim, segue a vida com sua rotina.
E muitas vezes, o que até parece rotina, e já sabemos o seu final, nos abala quando nos deparamos com ela.
Mas, afinal de contas, o que é rotina?
É classificado como rotina, o hábito que o homem tem de fazer uma coisa sempre do mesmo modo, mecanicamente; é a repetição monótona das mesmas coisas; é o apego ao uso geral, sem interesse pelo progresso.
Portanto, enquanto eu estou escrevendo, e continuo a refletir sobre várias coisas pra colocar neste texto, e já pensando no tópico seguinte, porque é a minha maneira de ser, é a minha rotina de vida, diversas situações estão acontecendo em todo o mundo, assim como:
- Gente nascendo, e gente morrendo;
- Gente vencendo, e gente perdendo;
- Gente dando boas gargalhadas,e gente chorando;
- Gente muito alegre, e gente muito triste;
- Gente enriquecendo, e gente se empobrecendo;
- Gente chegando, e gente partindo;
- Gente correndo livre pelo campo, e gente irritada no engarrafamento;
- Gente no Brasil, e gente na China;
- Gente dormindo, e gente acordando;
- Gente se calando, e gente gritando;
- Gente caminhando, e gente parando;
- Gente escrevendo como eu, e gente lendo;
- Gente em silêncio e ouvindo, e gente cantando e sendo ouvido;
- Gente indo, e gente vindo;
- Gente vivendo o amor, e gente odiando;
- Gente sentindo frio, e gente sentindo calor;
- Gente se despedindo, e gente se aproximando;
- Gente indo pra escola, e gente indo pra escola;
- Gente andando, e gente correndo;
- Gente sendo internado no hospital, e gente saindo do hospital;
- Gente abrindo a porta, e gente fechando a porta;
- Gente comprando, e gente vendendo;
- Gente de todas as maneiras: Branca, negra, índia; alta baixa; gorda, magra; gente e gente.
E é assim que caminha a humanidade, com seus altos e baixos, desenvolvendo cada vez mais uma crescente de vontades, que muitas vezes até parecem fugir um pouco da rotina, mas sempre acaba chegando à rotina.
Jesus Cristo, em seu ministério público nesta terra, envolvendo a sua rotina divina, caminhou com os seus discípulos, além de acompanhá-lo sempre uma multidão, falando acerca de sua morte, e a razão pela qual ela viria.
É claro que diante da euforia dos milagres, principalmente da multiplicação dos pães e peixes, que ocorreu por duas vezes, ninguém estava sequer imaginando que isso aconteceria.
Entretanto, o sentido maior da vinda de Cristo a esta terra, foi apresentar a toda a humanidade que Ele é o caminho, e a verdade, e a vida; e ninguém poderá alcançar o reino celestial, a morada do Altíssimo, se não for por intermédio dele (Jo. 14:6).
Assim sendo, a fala de Jesus Cristo, diante de todos, se tornou uma rotina. Porém, quando o Senhor Jesus Cristo foi crucificado humilhantemente na cruz do Calvário, padecendo até o último suspiro e morreu, todos ficaram abalados, frustrados diante de tal fim.
Os seus discípulos se esconderam, com receio de alguma represália do Império Romano.
Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, surpreendeu os seus discípulos, que achavam que a sua morte havia se tornado uma rotina, e ressuscitou ao terceiro dia, revelando assim, como Deus que é, a sua vitória sobre a morte; e concedendo a todos nós, que o aceitamos, o direito de vida eterna (Jo. 3:16).
Jesus Cristo vive. Por isso, podemos crer no amanhã.
Jesus Cristo vive. Por isso, a realidade de vivermos ansiosos em ir para o céu, morar eternamente com o Senhor, é a nossa rotina diária.
Tenha uma rotina de vida desejosa de ir para o céu.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Nadismo.
Sem mim nada podeis fazer.
Jo. 15:5.
Parece até irônico, mas foi criada a palavra nadismo, que é apresentado como um movimento criado pelo designer brasileiro, de São Paulo, Marcelo Bohrer, cuja filosofia é reunir indivíduos em locais públicos, geralmente parques e praças, para que nada façam durante um determinado período de tempo.
Este movimento sugere a ideia do abandono momentâneo, diário ou semanal da utilização dos aparelhos tecnológicos que compõe a rotina de seus adeptos.
O Dia Nacional do Nadismo é celebrado anualmente em 13 de Dezembro.
Assim sendo, nadismo é a prática ou o ato de fazer nada e desfrutar desses momentos sem culpa, sem pressa, sem cobrança e sem estresse.
O ócio é muito valorizado no nadismo, onde a intenção maior e única é desfrutar desta ociosidade, numa busca do vazio, do nada, absolutamente nada.
Há um provérbio popular que diz que mente vazia é oficina de Satanás.
Jesus declara a todos nós, seus discípulos, que sem Ele nada podemos fazer (Jo. 15:5).
Assim, se temos a mente de Cristo (I Co. 2:16), vivemos a mercê de sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2).
Portanto, não cabe, dentro da realidade de vida divina em nossas vidas, colocar a existência do nadismo, porque nele, no Senhor, vivemos, e nos movemos, e existimos (At. 17:28).
Tudo que caracteriza Deus, em todas as suas identidades sublimes, tem muita velocidade.
A dinâmica veloz de atuação divina é tão grande, que até o seu trono tem movimento, é composto de rodas. É a roda dentro da roda (Ez. 1:16).
Por isso, diante do que é Deus em nós, em soberania, poder, santidade, verdade, dinamismo de ação em tudo, o nadismo se registra como o inverso da Palavra de Deus.
E tudo que contém a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, e é distorcido, é a ação plena da palavra do diabo, onde é conferido o investimento retornável de sucesso, dinheiro e poder; fatores que são registrados de modo bem categórico em diversos segmentos, principalmente dentro do sistema religioso, onde é dado uma extrema valorização ao homem e às suas teses fundamentalistas.
As imposições refletem fragilidades gerais bem escondidas. E o nadismo reflete completamente a fuga da realidade, fuga do homem dele mesmo, de seus valores, de sua importância diante de tudo que o envolve.
O nadismo funciona como construções que são desconstruídas a todo o momento.
Nadismo é a arte de nada fazer. E nesta feitura do nada, como rotina, a visão do homem também é pro nada.
Precisamos aprender a lidar com as nossas deficiências, limites, diante das circunstâncias adversas, para que não entremos no nadismo.
Assim sendo, quando nos superamos, conseguimos superar tudo que não é bom.
Precisamos fugir do nadismo, porque a nossa visão sempre deve ser a visão no Senhor, do seu caminho em Cristo, focando assim o rumo do céu, que é o nosso objetivo maior.
Deus em Cristo, por intermédio do Espírito Santo, é tudo em todos nós (I Co. 15:28). E nada poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor (Rm. 8:39), sempre, pra sempre.
Tenha uma vida bem longe do nadismo, mas sempre cheia do Espírito Santo de Deus.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Jo. 15:5.
Parece até irônico, mas foi criada a palavra nadismo, que é apresentado como um movimento criado pelo designer brasileiro, de São Paulo, Marcelo Bohrer, cuja filosofia é reunir indivíduos em locais públicos, geralmente parques e praças, para que nada façam durante um determinado período de tempo.
Este movimento sugere a ideia do abandono momentâneo, diário ou semanal da utilização dos aparelhos tecnológicos que compõe a rotina de seus adeptos.
O Dia Nacional do Nadismo é celebrado anualmente em 13 de Dezembro.
Assim sendo, nadismo é a prática ou o ato de fazer nada e desfrutar desses momentos sem culpa, sem pressa, sem cobrança e sem estresse.
O ócio é muito valorizado no nadismo, onde a intenção maior e única é desfrutar desta ociosidade, numa busca do vazio, do nada, absolutamente nada.
Há um provérbio popular que diz que mente vazia é oficina de Satanás.
Jesus declara a todos nós, seus discípulos, que sem Ele nada podemos fazer (Jo. 15:5).
Assim, se temos a mente de Cristo (I Co. 2:16), vivemos a mercê de sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2).
Portanto, não cabe, dentro da realidade de vida divina em nossas vidas, colocar a existência do nadismo, porque nele, no Senhor, vivemos, e nos movemos, e existimos (At. 17:28).
Tudo que caracteriza Deus, em todas as suas identidades sublimes, tem muita velocidade.
A dinâmica veloz de atuação divina é tão grande, que até o seu trono tem movimento, é composto de rodas. É a roda dentro da roda (Ez. 1:16).
Por isso, diante do que é Deus em nós, em soberania, poder, santidade, verdade, dinamismo de ação em tudo, o nadismo se registra como o inverso da Palavra de Deus.
E tudo que contém a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, e é distorcido, é a ação plena da palavra do diabo, onde é conferido o investimento retornável de sucesso, dinheiro e poder; fatores que são registrados de modo bem categórico em diversos segmentos, principalmente dentro do sistema religioso, onde é dado uma extrema valorização ao homem e às suas teses fundamentalistas.
As imposições refletem fragilidades gerais bem escondidas. E o nadismo reflete completamente a fuga da realidade, fuga do homem dele mesmo, de seus valores, de sua importância diante de tudo que o envolve.
O nadismo funciona como construções que são desconstruídas a todo o momento.
Nadismo é a arte de nada fazer. E nesta feitura do nada, como rotina, a visão do homem também é pro nada.
Precisamos aprender a lidar com as nossas deficiências, limites, diante das circunstâncias adversas, para que não entremos no nadismo.
Assim sendo, quando nos superamos, conseguimos superar tudo que não é bom.
Precisamos fugir do nadismo, porque a nossa visão sempre deve ser a visão no Senhor, do seu caminho em Cristo, focando assim o rumo do céu, que é o nosso objetivo maior.
Deus em Cristo, por intermédio do Espírito Santo, é tudo em todos nós (I Co. 15:28). E nada poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor (Rm. 8:39), sempre, pra sempre.
Tenha uma vida bem longe do nadismo, mas sempre cheia do Espírito Santo de Deus.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
As incógnitas de alguns.
Não respondas ao tolo.
Pv. 26:4.
Confesso que não consigo entender muito certas falas de algumas pessoas, que parecem que vão definir algo, e de repente não mais do que de repente, lançam reticências sem nenhuma explicação.
E o mais interessante, ou melhor, o mais absurdo, é que estas pessoas simplesmente querem que você as entenda nas suas reticências.
Eu acho que deve ter sido mais ou menos assim que Jesus se sentia, quando era questionado pelos escribas e fariseus.
Eu particularmente gosto muito quando eles foram inquirir de Jesus, querendo saber com que autoridade Ele realizava todos aqueles milagres.
De modo muito peculiar e apropriado, Jesus os respondeu, questionando-lhes sabiamente se o batismo de João Batista era do céu ou dos homens. Se eles lhes respondessem, Ele os responderia.
Os escribas ficaram aprisionados, numa sequência absurda de outros questionamentos íntimos, porque se eles dissessem que João batizava pelos homens, temiam a reação do povo, e se dissessem que o seu batismo era do céu, sabiam que Jesus iria questioná-los por não terem crido nele.
A partir daí, a resposta conveniente deles, que muitos cristãos usam hoje para não se comprometerem, é que eles não sabiam.
Diante desta resposta, Jesus também não lhes respondeu o que eles queriam saber (Mt. 21:23-27).
Nós precisamos ter autenticidade em nossa conduta diária diante de Deus e dos homens, porque é o nosso maior e melhor testemunho de uma identidade linda que Deus nos concedeu de sermos seus filhos.
Não podemos nos sujeitar jamais às conveniências que os sistemas social, mundano e falsamente evangélicos querem nos impor.
Não podemos viver de reticências, porque não define coisa alguma em nossas vidas, e não nos leva a lugar algum.
Nos perderemos de vez, se não formos definitivos, dentro do que o Senhor Deus colocou como sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2) para as nossas vidas.
Precisamos ter o dom de discernimento para sabermos quem é quem ao nosso redor.
Precisamos viver o presente do dia de hoje, com muita intensidade, porque nada sabemos sobre o amanhã: Se viveremos ou se não estaremos mais aqui.
Acima de tudo, precisamos viver imitando a Jesus Cristo, em todas as nossas falas e atitudes.
Não podemos perder o rumo do caminho, que é Jesus Cristo (Jo. 14:6).
Somente assim, poderemos ter o sonho de alcançar o céu totalmente realizado.
Reflita sobre isso.
Tenha uma vida de acordo com a Palavra de Deus.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Pv. 26:4.
Confesso que não consigo entender muito certas falas de algumas pessoas, que parecem que vão definir algo, e de repente não mais do que de repente, lançam reticências sem nenhuma explicação.
E o mais interessante, ou melhor, o mais absurdo, é que estas pessoas simplesmente querem que você as entenda nas suas reticências.
Eu acho que deve ter sido mais ou menos assim que Jesus se sentia, quando era questionado pelos escribas e fariseus.
Eu particularmente gosto muito quando eles foram inquirir de Jesus, querendo saber com que autoridade Ele realizava todos aqueles milagres.
De modo muito peculiar e apropriado, Jesus os respondeu, questionando-lhes sabiamente se o batismo de João Batista era do céu ou dos homens. Se eles lhes respondessem, Ele os responderia.
Os escribas ficaram aprisionados, numa sequência absurda de outros questionamentos íntimos, porque se eles dissessem que João batizava pelos homens, temiam a reação do povo, e se dissessem que o seu batismo era do céu, sabiam que Jesus iria questioná-los por não terem crido nele.
A partir daí, a resposta conveniente deles, que muitos cristãos usam hoje para não se comprometerem, é que eles não sabiam.
Diante desta resposta, Jesus também não lhes respondeu o que eles queriam saber (Mt. 21:23-27).
Nós precisamos ter autenticidade em nossa conduta diária diante de Deus e dos homens, porque é o nosso maior e melhor testemunho de uma identidade linda que Deus nos concedeu de sermos seus filhos.
Não podemos nos sujeitar jamais às conveniências que os sistemas social, mundano e falsamente evangélicos querem nos impor.
Não podemos viver de reticências, porque não define coisa alguma em nossas vidas, e não nos leva a lugar algum.
Nos perderemos de vez, se não formos definitivos, dentro do que o Senhor Deus colocou como sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2) para as nossas vidas.
Precisamos ter o dom de discernimento para sabermos quem é quem ao nosso redor.
Precisamos viver o presente do dia de hoje, com muita intensidade, porque nada sabemos sobre o amanhã: Se viveremos ou se não estaremos mais aqui.
Acima de tudo, precisamos viver imitando a Jesus Cristo, em todas as nossas falas e atitudes.
Não podemos perder o rumo do caminho, que é Jesus Cristo (Jo. 14:6).
Somente assim, poderemos ter o sonho de alcançar o céu totalmente realizado.
Reflita sobre isso.
Tenha uma vida de acordo com a Palavra de Deus.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Inverno.
Eis que passou o inverno.
Ct. 2:11.
A estação do inverno é a estação, onde aparentemente tudo é muito mais lento:
Acordamos lentamente, não querendo acordar;
Ficamos refletindo lentamente o início de nossos hábitos, como tomar banho, a escolha de roupa pra sair, etc.;
Procuramos ficar um pouquinho mais de tempo embaixo do edredom ou do cobertor de lã, até que o despertador dê a sua última chamada, avisando que está na hora de levantar;
E quando o frio, que é o grande astro do inverno, resolve trazer a chuva e em outros lugares a neve, tudo fica muio mais lento ainda;
Procuramos nos agasalhar bem;
É tempo de sopa da mamãe e do chocolate bem quente;
O amanhecer no inverno é mais demorado de acontecer, porque anoitece rápido e persiste continuar a escuridão.
Enfim, tudo é muito vagaroso no inverno. E a nossa tendência é procurar sempre um aconchego, procurando o aquecimento mais do que necessário nesta estação tão fria.
No Alasca, é costumeiro que os porcos-espinhos procurem se aquecer, ficando bem unidos, para conseguirem superar o frio. Apesar dos espinhos, com esta união de um com o outro, trazerem feridas e sangramento.
O inverno aponta para as adversidades da vida que passamos, em todas as suas áreas contextuais.
Aprendemos muito com os porcos-espinhos com este fato, que apesar das nossas diferenças, quando vivemos o amor de Deus na essência, conseguimos nos unir e superar o inverno que passamos.
Embora a estação do inverno aparentemente seja tão lenta e fria, é neste período que ocorre a germinação das flores.
O inverno não é para sempre. Esta estação irá passar, e logo logo chegará a primavera.
Vamos aguardar.
Seja o inverno que for que você esteja passando, reflita sobre isso. E passe serenamente o seu inverno, com muita esperança da primavera.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Ct. 2:11.
A estação do inverno é a estação, onde aparentemente tudo é muito mais lento:
Acordamos lentamente, não querendo acordar;
Ficamos refletindo lentamente o início de nossos hábitos, como tomar banho, a escolha de roupa pra sair, etc.;
Procuramos ficar um pouquinho mais de tempo embaixo do edredom ou do cobertor de lã, até que o despertador dê a sua última chamada, avisando que está na hora de levantar;
E quando o frio, que é o grande astro do inverno, resolve trazer a chuva e em outros lugares a neve, tudo fica muio mais lento ainda;
Procuramos nos agasalhar bem;
É tempo de sopa da mamãe e do chocolate bem quente;
O amanhecer no inverno é mais demorado de acontecer, porque anoitece rápido e persiste continuar a escuridão.
Enfim, tudo é muito vagaroso no inverno. E a nossa tendência é procurar sempre um aconchego, procurando o aquecimento mais do que necessário nesta estação tão fria.
No Alasca, é costumeiro que os porcos-espinhos procurem se aquecer, ficando bem unidos, para conseguirem superar o frio. Apesar dos espinhos, com esta união de um com o outro, trazerem feridas e sangramento.
O inverno aponta para as adversidades da vida que passamos, em todas as suas áreas contextuais.
Aprendemos muito com os porcos-espinhos com este fato, que apesar das nossas diferenças, quando vivemos o amor de Deus na essência, conseguimos nos unir e superar o inverno que passamos.
Embora a estação do inverno aparentemente seja tão lenta e fria, é neste período que ocorre a germinação das flores.
O inverno não é para sempre. Esta estação irá passar, e logo logo chegará a primavera.
Vamos aguardar.
Seja o inverno que for que você esteja passando, reflita sobre isso. E passe serenamente o seu inverno, com muita esperança da primavera.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
sábado, 6 de julho de 2013
Sempre.
Sede agradecidos.
Cl. 3:15.
A vida...
Parece até ironia, mas não é.
E aí está a vida com suas alternâncias cada vez mais surpreendentes.
E diante de tudo que vivemos, todos os dias, muitas vezes somos submetidos a ser, de modo bem silencioso, como base para algo, e nos tornamos raízes, para que outras árvores cresçam e se desenvolvam.
E quando estas árvores crescem, tornam-se frondosas e frutificam, nem ao menos se lembram da raiz que foi a base para tudo.
É muito importante saber viver uma vida de gratidão.
A pior traição que se pode viver na vida é a ingratidão.
Deus em sua infinita sabedoria, inspirando o Apóstolo Paulo, nos alerta para que sejamos agradecidos (Cl. 3:15).
Quando vivemos uma vida de gratidão, certamente somos abundantes na graça divina.
É a graça sobre graça (Jo. 1:16).
E assim, passamos a ser doadores do que nos faz bem: A paz de Deus, que excede todo o entendimento (Fp. 4:7).
Precisamos refletir sobre tudo isso!
Que sempre em nossas vidas, como árvores frondosas que dão muitos frutos (Sl. 1:3), possamos nos lembrar da raiz que nos levou a tão grande desenvolvimento: Jesus Cristo, a raiz de Jessé (Is.11:1).
Tenha uma vida de gratidão sempre.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Cl. 3:15.
A vida...
Parece até ironia, mas não é.
E aí está a vida com suas alternâncias cada vez mais surpreendentes.
E diante de tudo que vivemos, todos os dias, muitas vezes somos submetidos a ser, de modo bem silencioso, como base para algo, e nos tornamos raízes, para que outras árvores cresçam e se desenvolvam.
E quando estas árvores crescem, tornam-se frondosas e frutificam, nem ao menos se lembram da raiz que foi a base para tudo.
É muito importante saber viver uma vida de gratidão.
A pior traição que se pode viver na vida é a ingratidão.
Deus em sua infinita sabedoria, inspirando o Apóstolo Paulo, nos alerta para que sejamos agradecidos (Cl. 3:15).
Quando vivemos uma vida de gratidão, certamente somos abundantes na graça divina.
É a graça sobre graça (Jo. 1:16).
E assim, passamos a ser doadores do que nos faz bem: A paz de Deus, que excede todo o entendimento (Fp. 4:7).
Precisamos refletir sobre tudo isso!
Que sempre em nossas vidas, como árvores frondosas que dão muitos frutos (Sl. 1:3), possamos nos lembrar da raiz que nos levou a tão grande desenvolvimento: Jesus Cristo, a raiz de Jessé (Is.11:1).
Tenha uma vida de gratidão sempre.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
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