segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Nós e as nossas manias.


As palavras dos sábios.
Ec. 12:11.



Temos diferenças, somos diferentes em diversos aspectos; haja vista pela impressão digital, que difere uma da outra de cada um de nós, como também o batimento cardíaco, que é diferente um do outro. Entretanto, em várias coisas, somos muito parecidos.
E assim somos, nós e as nossas manias, que nos caracterizam, em determinadas circunstâncias e etapas, naquilo que temos de essencial, como seres humanos.
Algumas coisas, manias que temos iguais uns com os outros:
1 - Mania de estar sempre com a razão.
2 - Mania de protelar certas tarefas.
3 - Mania de desculpa.
4 - Mania de fugir da realidade.
5 - Mania de dizer que é sempre a vítima.
1 - Mania de estar sempre com a razão.
A maior dificuldade que temos, é admitir e assumir certas situações, em que estamos vivendo, e fuja completamente a uma ordem estipulada e estabelecida por Deus.
Assim sendo, sempre queremos estar certos, queremos ter razão em tudo, como se necessitássemos desta colocação, para nos justificarmos diante das pessoas, e principalmente diante de nós mesmos.
O espelho da razão divina, nos faz ver, onde precisamos corrigir e mudar, com um infinito amor, que somente Deus tem para nos dar. E por causa deste amor, Ele espera por nós, numa tolerância inigualável, devido às suas misericórdias, que são incalculáveis, nos dando chance o tempo todo.
A razão do cristão é não ter razão. Pois, a razão do cristão está em Cristo Jesus.
2 - Mania de protelar certas tarefas.
Quando somos levados a cumprir determinadas tarefas, onde a coerência e a conveniência, nos obrigam a realizar, e não temos como resolver, devido a fatores que fogem a nossa compreensão, ou algo surpreendente que ocorra, a nossa reação imediata é protelar, procurando ganhar tempo, para conseguir encontrar a solução, cumprindo assim, o que é necessário.
Deus sempre tem um modo pleno e belo de nos conduzir ao que é o seu melhor. Embora, muitas vezes não percebamos o seu agir em nossas vidas.
Por isso, para que nada seja protelado, por questões quaisquer, o Senhor quer apenas, que nós coloquemos em suas mãos, tudo aquilo que não podemos fazer.
3 - Mania de desculpa.
A rigor de uma ordem, a desculpa sempre é usada por cada um de nós, para aliviar a culpa.
Queremos ser sempre absolvidos por qualquer coisa. E uma maneira boa, pra nos manter aparentemente bem, na zona de conforto, é usando a desculpa.
Deus quer que nós tenhamos uma posição sempre muito firme, estruturados em qualquer situação, mesmo as que sejam difíceis ou impossíveis.
Por isso, Ele nos concedeu a sua maravilhosa graça.
4 - Mania de fugir da realidade.
Temos uma capacidade de viver o imaginário, de maneira muito rápida.
E quando a realidade se apresenta bem adversa ao que queremos, a nossa tendência natural, é procurar fugir dela.
Deus quer que nós enfrentemos a realidade, nunca fugindo. Pois, são através das sequências que temos na vida, seja como for, é que adquirimos experiência, maturidade e crescimento, dentro do que o Senhor quer.
5 - Mania de dizer que é sempre a vítima.
Ninguém quer ser condenado por coisa alguma.
Temos uma essência, que foi criada por Deus; e esta essência nos cobra o tempo todo.
Por intermédio do Espírito Santo, que nos foi dado, temos uma unção plena do Senhor, que vai despedaçando todo o jugo.
Assim sendo, num mundo de mocinhos e bandidos, não podemos nos colocar como vítimas e colocar o outro réu. Pois, o Senhor Jesus Cristo, nos justificou pela fé.


Tenha uma vida de certezas.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

domingo, 14 de setembro de 2014

E tudo se resume.


Tudo coopera.
Rm. 8:28.



Vivemos num mundo tão cheio de alternâncias!
Nós mesmos criamos as nossas histórias, sempre, muitas histórias, que podem ser:
- Com guerras ou com paz.
- Nas idas e nas vindas.
- Nas saídas e nas chegadas.
- Nos começos e nos fins.
E vivemos assim, dentro de uma realidade, que ninguém no fundo sabe o que virá depois.
E é por causa desta questão, de ninguém saber o que virá depois, que surgem as inquietações, as ansiedades tamanhas e os gigantescos medos, que vão mostrando um grau de dificuldade imenso, para serem superados ou vencidos.
O que fazer, diante desta síndrome futurista, de um futuro, que nem ao menos existe?
O que dizer, diante de tudo isso, que se resume em tantas reticências?
Como agir, se não há o que fazer?
Como encontrar um recurso, dentro de tantas inquietações?
A espera, diante de tantas questões, torna-se desesperadora, porque as questões colocadas, vão esbarrar num silêncio profundo, revelando que não existe resposta.
E assim vivemos.
E assim, tudo se resume em coisas ramificadoras, em histórias incompletas, em tudo ou em nada.
É tão complexo, quando aplicamos a nossa visão, porque só vemos divisão e cisão. E ao mesmo tempo, pode ser muito simples, se passarmos a ver com a visão divina.
Então, como perceber, qual é o foco apresentado, diante de tudo, que está a mercê de uma história?

Existem coisas na vida nossa de todos os dias, que precisam entrar no processo de um tempo.
E quando o homem toma posse precipitadamente de conquistas, aparentemente definitivas, tem uma sequência de consequências, que somente Deus pode interferir, mediante a decisão maior e única colocada de mudar.
A decisão de mudar é importante. Porém, as mudanças também são muito difíceis, porque implica um envolvimento pleno, do homem assumir o que é novo.

Na ilusão fantástica, que faz o homem pensar que é alguma coisa; ou na sublime intenção do homem pensar que tem alguma coisa, a história vai sendo vivida, meio desarrumada, totalmente desajustada ao que deveria, porque está faltando o autor da história.
Assim sendo, diante desta realidade, que não traz direção alguma, porque falta o caminho; cheia de fantasia e ilusão, porque falta a verdade; sem projeção melhor, sem vida, porque falta a vida, tudo acaba se resumindo, num retorno constante ao começo, onde a origem requer ramificações de histórias mais promotoras de alegria e paz definitivas.
Dentro de tudo que é vivido, surge a lacuna, que apenas Jesus Cristo pode preencher.
Entretanto, como o homem pode perceber, que em sua vida está faltando o tudo, chamado Jesus Cristo, que é o resumo da diferença; e faz o homem ser diferente?

Jesus foi convocado a estar em Betânia, com um amigo que muito amava, e que se encontrava enfermo.
Jesus demorou dois dias, após saber da enfermidade de Lázaro.
Quando Jesus chegou em Betânia, seu amigo Lázaro já havia morrido, e estava sepultado há quatro dias.
Suas irmãs Marta e Maria, foram unânimes em dizer a Jesus, que se Ele estivesse em Betânia, Lázaro não teria morrido.
Houve um momento de muita emoção de Jesus, a ponto dele chorar, mostrando a dor da tristeza pela morte de seu amigo Lázaro.
Parecia que tudo havia se resumido em nada.
Porém, de repente, não mais que de repente, em determinado momento, usando a sua autoridade e o seu poder de Deus que é, ordenou que fosse tirada a pedra do sepulcro.
Houve um argumento, para que isso não fosse feito, por Lázaro já ter quatro dias de morto. E assim, seu corpo estava fétido, já cheirava mal.
Dentro de uma fala que mostrou que tudo se resumiu num fim, Jesus foi incisivo, porque já estava declarando um novo começo lindo para Lázaro.
E realmente aconteceu. Lázaro foi ressuscitado por Jesus e viveu ainda mais sete anos, após esse milagre da ressurreição.
Jesus Cristo sempre realiza coisas surpreendentes em nossas vidas; principalmente, quando pensamos ilusoriamente, e vemos a grosso modo, que tudo se resumiu em nada.
A história divina revela que sempre, em todo o tempo, só vivemos a plenitude da vontade de Deus. Ainda que tudo se resuma em alguma coisa diferente dessa vontade.
A soberania divina prevalece sempre, estabelecendo apenas a vontade de Deus.


Tenha uma vida de plenitude.
E que deus lhe abençoe muitíssimo!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Perda de tempo.


O tempo determinado, já chegou.
Sl. 102:13.


Em geral, nos dias de hoje, há uma preocupação muito grande com o fator tempo na vida das pessoas.
Ninguém quer perder tempo, com coisas ou pessoas, que não apresentem resultado algum; porque o tempo se tornou muito escasso. E devido a tanta escassez de tempo, há uma imensa pressa, que todos revelam em tudo que fazem, falam e executam, como se o mundo fosse chegar ao fim ontem.
É pressa demais!
Existe um provérbio popular, que diz que "a pressa é a inimiga da perfeição". E realmente, diante de uma vida tão apressada que o homem tem, fica difícil sonhar e manter os sonhos, dentro de um fator de esperança, para realizar todos eles, diante de tanta pressa.

Pela pressa nossa de todos os dias, onde tudo pode acontecer, nem sempre irá valer a pena, certas circunstâncias vividas, e certos convívios que acontecem na caminhada.
Quando o homem classifica algo, alguém ou alguma situação como perda de tempo, para tentar realizar mudanças, na verdade ele está de antemão, mostrando que não vale a pena.
Assim sendo, o que é considerado perda de tempo, é o que não vale a pena na vida.

Ninguém quer perder tempo.
Ninguém pode viver a vida do outro, nem ocupar a vida do outro, fazendo-o perder tempo.
Diante da pressa acentuada, o homem se inquieta, vivendo na pauta da ansiedade, começa a entrar nos excessos; e assim, por causa da ansiedade, ele passa a viver o excesso de futuro, não conseguindo se alinhar, outra vez, a um ritmo tranquilo, de viver cada dia de uma vez; porém, com a ansiedade, passa a viver tudo de uma vez.
Nada pode ser mais desagradável, do que não executar ou concluir uma determinada tarefa, por falta de tempo.
Não há colocação mais ordinária, do que deixar de visitar um amigo, por falta de tempo. Quando se quer, sempre se dá um jeito, até com a desculpa da falta de tempo.
Do ponto de vista prático, dentro da perda de tempo, o grande desafio é entender que para algumas coisas feitas ou situações vividas, há necessidade de esperar o tempo passar. Pois, são importantes para o homem fazer o investimento de tempo.
Somente assim, com o passar do tempo, o homem vai assumindo uma capacidade de tolerância muito grande, devido à experiência adquirida, por tudo que já foi vivido.

Quando o homem passa a entender, que tudo que ele vive tem um propósito divino; e coopera para o seu bem, ele começa a viver em completa novidade de vida, administrando bem o seu tempo, sem perdas desnecessárias, e adquire estrutura para enfrentar tudo que acontece, com muita paz.
A paz, que só Jesus Cristo é e concede, é um combustível necessário, para que haja resultados vitoriosos em sua vida.
Assim, tudo irá simplesmente valer muito a pena. E o homem conseguirá ver que nunca é perda de tempo, acreditar que Deus é fiel em tudo que promete, e sempre cumpre, de modo surpreendente, todas as coisas, para que o homem seja feliz.


Tenha uma vida de bons tempos.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Para não ser comum.


Põe-te em pé.
Ez. 2:1.



Nesta história de vida que vivemos todos os dias, como se a vida fosse uma profissão; e viver fosse um emprego; e as vinte e quatro horas, fossem colocadas como a função necessária da vida, onde ninguém nem nada pudesse se atrasar, a grande disputa, que fica sempre, como um grande desafio, para cada um de nós, é de em tudo, fugir da classificação de comum.
Pra começo de conversa, diante de qualquer diálogo, o que deve ser observado e sempre deve ser tomado muito cuidado, é a procura de não ser comum jamais.
É classificado como comum, o que é usual, habitual, generalizado, o que é aplicado a várias pessoas ou coisas, o que é semelhante, o que é feito conjuntamente, o que é encontrado em grande quantidade e o que interessa a um grande número de pessoas.
Assim sendo, diante do que é classificado como algo bem comum, o que pode ser observado, é que a maioria das pessoas, está sempre fugindo do que é comum; simplesmente porque ninguém quer ser comum.
Quando o homem é classificado como alguém comum, normalmente não é respeitado.
E quando falta o respeito, falta realmente tudo. Pois, respeito tem a ver com a valorização e o reconhecimento da importância, que determinada pessoa tem na vida do outro.
E é muito ruim, quando tipicamente alguém deixa de ser respeitado; passando a ser apenas mais um na multidão, o comum do comum.
Enfim, é muito importante e extremamente necessário, que o homem saia do campo minado de ser comum, porque simplesmente, à medida que ele vai caminhando neste campo minado, a tendência é que as circunstâncias promovam explosões de surpreendentes outras situações, mais confusas, mais irrisórias; e venha ocorrer o esfacelamento total, do que precisava ser completado.

Para não ser comum, é necessário que o homem saia de um histórico de emoções, e passe a entrar em equilíbrio com ele mesmo.
Quem é comum, na verdade não se conhece, ou seja, nunca se conheceu. Pois o fato de ser comum, fornece ao homem, a capacidade de ser incapaz, por simplesmente achar que pode protelar os acontecimentos; numa melhor colocação popular, empurrar com a barriga, para conseguir chegar ao que quer.
Por causa deste pensamento tão comum, quem é comum, não consegue chegar a lugar algum.
À medida que os acontecimentos inexplicáveis e inesperados da vida, passam a ser registrados de maneira mais intensa e crescente, a tendência é uma fuga desenfreada da realidade, na intenção única e simples de modificar tudo, estando do lado de fora da situação.
Só que ficar fora de uma situação, que está sendo vivida pelo próprio homem, é completamente impossível.
Qualquer coisa, nunca deve ser tratada como qualquer coisa. Pois, até qualquer coisa que acontece ou que é na vida, nunca é e pode ser classificada como algo comum.
Ninguém é qualquer coisa.
Tudo que existe e acontece não é qualquer coisa.
Ninguém é comum.
A vida não é comum.
A nossa história de vida, não é comum.
Diante de tudo que somos na vida nossa de todos os dias, se torna cada vez mais evidente, que não somos um mero acaso. Não somos comuns.
E isso deve ser bem entranhado, de modo consciente em nós.
Cada um de nós é diferente em diversos aspectos. O que nos reconcilia uns com os outros, é o amor par de Deus, que de modo tão belo, nos equaliza na sua graça, em Cristo Jesus. E com o amor ímpar de Deus, somos tratados pelo Espírito Santo, para ficarmos melhores, dentro do que é preciso.

Deus não é um Deus comum.
Em tudo que Ele criou, e realizou na natureza e na vida do homem, desde o início, sempre fugiu ao que é comum.
Deus não trata o homem de modo comum; pois o seu amor é incondicional e eterno. E devido a este amor, que é simplesmente lindo, Ele vai nos envolvendo em novidade de vida, nos tratando com uma identidade rica e especifica, segundo as riquezas de sua glória.
Assim sendo, de modo tão ímpar, incomum, vamos crescendo em tudo que é necessário, para que, não sendo comum a ninguém, nem a nós mesmos, alcancemos a estatura plena de varões perfeitos, que é o maior objetivo divino, para cada um de nós.
E com esta estatura, teremos sempre o equilíbrio necessário, para simplesmente vermos que não somos comuns a ninguém, a nós mesmos e principalmente a Deus.


Tenha uma vida incomum.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Qual é o valor de sua coroa?


Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.
Ap. 3:11.



A coroa é classificada como uma jóia de muito valor, porque normalmente é feita de um metal precioso; e adornada de pedras também preciosas, que lhe conferem mais grandiosidade.
A coroa é tida como um diadema, uma insígnia de soberania, uma recompensa, um galardão, uma honra concedida e glória devida a quem é digno de seu merecimento.
A coroa, dentro de um regime monárquico, um reino, é concedida ao rei, que governa o povo.
Assim, a coroa tem um valor bem acima do valor rico de sua feitura. Porém, tem o valor do poder, do comando.
Quem usa uma coroa, tem a classificação de maior, diante de todos, que lhe são sujeitos.
A coroação de um monarca, é feita, mediante uma clássica cerimônia. Pois, a coroação exige requinte e muita formalidade.
Ao ser coroado, é conferido ao monarca, com a coroa, o prêmio que o recompensa, por ter alcançado os devidos méritos para tal.
É interessante salientar que, dentro de um reino apresentado, a coroa é prioridade daquela herança genealógica, onde o rei passa para o seu filho primogênito, o direito de reinar.
E assim, o filho recebe a coroa, que lhe confere o direito de soberanamente governar, reinando sobre todos os seus súditos.
Deus é Rei. E coroou o seu filho, como Rei da Glória (Sl. 24:7) e Rei dos reis (Ap. 19:16).
Dentro da nossa realidade de filhos de Deus, por intermédio de Jesus Cristo, temos uma promessa de recebermos do Senhor, a coroa da vida (Ap. 2:10).
Simplesmente, não há meio termo, diante da realidade do valor da coroa que cada um de nós, filhos de Deus, irá receber do Senhor.
O valor da coroa, de uma riqueza inestimável, tem a ver com o que realizamos, com a nossa fidelidade e sinceridade para o Senhor Jesus Cristo, no reino de Deus.
O valor da coroa está ligado a nossa constância na obra de Deus.
O cristão precisa ter ritmo no evangelho de Cristo Jesus e em sua vida.
E o que dá ritmo ao cristão, acima do batismo nas águas, participação na comunhão da Santa Ceia do Senhor, é ter e manter uma vida prudente.
A prudência e a sabedoria são irmãs (Pv. 7:4).
A Bíblia fala que os prudentes se coroam de conhecimento (Pv. 14:18).
Devemos ser prudentes como as serpentes (Mt. 10:16).
Através da sabedoria, o prudente entende o seu caminho (Pv. 14:8).
Através do conhecimento pleno da Palavra de Deus, cada vez maior, vamos adquirindo sabedoria. E em sapiência com Deus, adquirimos um ritmo inigualável, que é a velocidade do seu amor, numa dinâmica, que nos leva a receber uma coroa de glória (Pv. 4:9).
Seremos assim, no ritmo constante da sabedoria, uma coroa de glória na mão do Senhor (Is. 62:3).
Deus nos coroa de graça e misericórdia (Sl. 103:4).
A graça divina, nos enriquece para uma vida santa com Cristo, andando com Ele e seguindo os seus passos.
E a misericórdia, nos conduz à plenitude da salvação, em Cristo Jesus (Jd. 21).
Jesus Cristo foi coroado na cruz, numa demonstração de escarnecimento absurdo.
Colocaram em Jesus, uma coroa de espinhos.
E de modo vergonhoso, Ele morreu na cruz do calvário, para nos conceder a coroa da vida, em todas as provações (Tg. 1:12).
Um atleta, que toma parte numa corrida, não recebe a coroa, o prêmio, se não obedecer as regras da competição (II Tm. 2:5).
A obediência, é um ponto crucial para a conquista. As bênçãos divinas nos alcançam (Dt. 28:2); e teremos sempre o melhor desta terra (Is. 1:19).
A vigilância é uma necessidade importante, para vencermos e conquistarmos uma coroa incorruptível (I Co. 9:25).
Por isso, o Senhor Jesus Cristo, nos exorta de maneira tremenda. E esta exortação, deve estar entranhada em nosso dia a dia, pra não perdermos o ritmo, constantes, com muita prudência e vigilância.
A exortação de Cristo é:
"Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa" (Ap. 3:11).
Deus concedeu ao homem, a coroa de glória e de honra, diante de tudo na vida (Hb. 2:7).
E diante da vida eterna, que por intermédio de Jesus, lhe foi prometida, para que haja o recebimento da coroa.
É necessário haver a devida perseverança. Pois aquele que perseverar até o fim, será salvo (Mt. 24:13).



Tenha uma vida de coroamento.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Às vezes ou muitas vezes.


Dou graças a Deus.
Rm. 7:25.



Existem momentos em que somos obrigados a ficar em silêncio, por tantas situações inesperadas e inexplicáveis que passamos.
Muitas vezes, nós achamos que estas circunstâncias só acontecem na poesia ou nas canções românticas. Até que nós passemos a viver.
Então, no nosso silêncio, talvez sem entender muito o quanto estamos silenciosos, parece que ficamos desligados de tudo e de todos.
É difícil entender, no momento acirrado em que estamos vivendo, que tudo irá passar.
É difícil demais!
Entretanto, fiel é o que prometeu (Hb. 10:23).
Esquecer as promessas divinas, é o mesmo que esquecer o próprio amor.
Não tem como!
É necessário trazermos à memória, aquilo que pode nos dar esperança (Lm.3:21).
Assim, atingimos um grau de maturidade tamanho, onde não cabe coisa alguma, fora do que já existe e é eterno.
Enfim, é isso, esta plenitude do que é eterno, que nos faz viver a completude do amor.
E assim, amamos amar indistintamente, incondicionalmente.
As circunstâncias observadas ao redor e vividas por cada um de nós, nos deixaram muito quietos.
É tanto silêncio, que até nos surpreendemos com toda a nossa quietude.
Entretanto, tudo isso tem um motivo.
Sabemos que não é fácil; porém, Deus não disse jamais que seria impossível.
Ontem, hoje e sempre, o amor de Deus é o mesmo; imutável. E nos conduz ao seu pleno amor, de maneira incomensurável.
Deus sabe muito bem o que fazer e como fazer, para que nós tenhamos nele, em Cristo Jesus, um brado de vitória, nos tornando mais do que vencedores; e nos tirando pra sempre do silêncio amargo das lutas.
E diante de tudo que vai acontecendo, em atitudes sublimes e sem medida, que somente Ele pode fazer.
Não há como duvidar deste amor, ou colocar em pauta insegurança, diante de tanta certeza e firmeza do que existe em Deus.
Então, que haja amor.
O amor tudo suporta. E nos faz suporte, para amparar os que estão carentes.
O amor tudo espera. E nos faz ter esperança no Senhor, tendo e mantendo a esperança, de que tudo de maravilhoso irá acontecer.
O amor tudo crê. E nos faz caminhar em triunfo, de fé em fé.
O amor jamais acaba. E nos leva a ter a certeza plena, de que o Eterno Deus: Em amor, nos ama.
Por amor, nos deu vida plena nele.
Com amor, nos conduz à sua boa, agradável e perfeita vontade.
Por intermédio do amor, nos ensina a amá-lo.
Na direção do amor, nos conduz ao seu melhor.
Na santidade do amor, nos leva a ser santos, em tudo que vivemos.
Na simplicidade do amor, nos leva a ser eternos com Ele.
Que possamos viver, sempre envolvidos neste terno e eterno amor.



Tenha uma vida de amor com o Senhor.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A decepção da decepção.


A esperança não nos decepciona.
Rm. 5:5.



Decepção significa uma tristeza ou frustração sentida, quando algo que se esperava que ocorresse, não acontece, ou quando alguém não corresponde ao que se idealizava; desilusão, desapontamento.
Também é classificado como decepção, uma situação ou pessoa, que causa frustração ou tristeza.
A decepção da decepção, é muito mais profundo, porque envolve um investimento sem lucro, em tudo que poderia ter sido e simplesmente não foi.

A decepção da decepção, normalmente acontece, porque quem se decepciona, sempre teve uma entrega excessiva, colocando muitas expectativas no próximo; e aí, passou a viver com muita intensidade, o que passou e bastante do equilíbrio, ultrapassando os limites de sua razão. E no desajuste do equilíbrio que havia, com a decepção da decepção, o homem passa a viver excessivamente, com tudo sendo demais.
A partir desses excessos, a decepção da decepção surge com todos os seus direitos, onde a consequência existe por tudo que foi demais.
Assim sendo, a decepção da decepção, aparece como resultado, dos diversos demais, como:
- Amar demais.
- Entregar-se demais.
- Doar-se demais.
- Importar-se demais.
- Sentir demais.
- Confiar demais.
- Dar toda a atenção do mundo, demais, a que e a quem não merecia tamanha atenção.
- Ter zelo demais, a que e a quem não tinha motivo pra tanto zelo assim.
- Renunciar demais a tudo, em prol do que ou de quem não valeu a pena.
-Dedicar-se demais, para atender e satisfazer as necessidades e os caprichos de quem não foi digno de tamanha dedicação.

Diante da realidade de vida, que apresenta sempre muitos desafios, na decepção da decepção, o homem é totalmente enganado por suas muitas emoções. E vai se arrebentando, cada vez mais, por causa destas imensas emoções, que o faz ser demais em tudo.
E como a decepção da decepção acontece devido a estes excessos, ao que é demais, o homem fica perdido, sem saber o que fazer, sem saber o que decidir, por tudo que houve. E fica a mercê do que poderia ter sido e simplesmente não foi.

A decepção da decepção, só pode ser varrida da vida do homem, sendo apenas uma lembrança remota do passado, quando ele começa a desabafar para o Senhor Deus, pedindo em nome de Jesus, toda a retomada do equilíbrio da vontade divina em sua vida.
Assim sendo, diante de todo o seu desabafo, feito ao único Deus, que tudo pode fazer, o homem passa a viver um ajuste em suas emoções, passando a ter uma transformação, por intermédio do Espírito Santo, que lhe foi dado. E por tudo que é necessário ter mudança na vida do homem, ele passa a ter e viver a esperança viva no Senhor, que não lhe traz confusão, muito menos o decepciona (Rm. 5:5). Mas, mediante o poder divino, em fatores extremamente importantes, tudo passa e tudo passa a ser de acordo com o que deve ser.
Para que assim, simplesmente assim, ele seja feliz.



Tenha uma vida de esperança.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!