sábado, 8 de novembro de 2014
Ainda bem assim.
Nenhum outro nome há.
At. 4:12.
Ficamos a mercê de tantas coisas, no decorrer de um dia, um mês, um ano; e o tempo passa tão rápido, que quando percebemos, já se passou muito tempo, e parece que nada fizemos.
Ficamos a mercê de um amigo, contando que ele nunca vá falhar conosco. E achamos que ele é digno de toda a nossa amizade; pois confiamos neste determinado amigo, até debaixo dágua.
Entretanto, como cada um de nós é imperfeito, em determinado momento, este tão grande amigo falha, mostrando que não é perfeito. E aí, parece que o mundo cai, porque passamos a rotular a todos, usando este amigo como espelho negativo, como não se deve ser. Achando assim, que não há como confiar mais em amigo algum.
Ficamos a mercê de uma determinada chance, dentro da realidade profissional vivida, para que mudanças favoráveis ocorram; e assim, possamos ter uma ascensão profissional e financeira mais do que merecida, diante de tudo que lutamos. E de repente, não mais que de repente, tudo que planejamos e trabalhamos para acontecer, tem uma marcha ré, como ironia da vida, nos deixando numa frustração imensa, um tombo, que parece, tudo indica, que não teremos forças, pra conseguirmos nos levantar outra vez, pra continuarmos a nossa caminhada.
Ficamos a mercê de acreditar em situações, em pessoas, que ao nosso ver, poderão mudar todo o contexto das nossas vidas para melhor. No entanto, quando tudo acaba em pizza, ficamos sem saber o que fazer. E a partir daí, tudo se torna muito amedrontador, nos fazendo ver gigantes onde não existem.
Não sabemos até que ponto caminhamos com os nossos pensamentos, imaginando coisas inexistentes, criando hipóteses de circunstâncias, que jamais irão acontecer, mostrando sempre o lado do avesso da vida, o rascunho, o caminho mais difícil de tudo que vivemos, fruto das decepções vividas, de maneira tão inesperada.
Talvez por isso, sejamos tão paradoxais, nos surpreendendo conosco mesmo, onde, um dia queremos, ansiamos com muita intensidade tudo de uma vez só, cheios de certezas; e no outro dia, estamos completamente contrários ao que queremos, cheios de dúvidas, inseguros em tudo que é vivido.
É muito ruim, quando ficamos a mercê do "será"; pois viver de hipóteses é muito desgastante, viver calculando o que pode ser e o que pode não ser, nos conduz a ficar caminhando num chão amorfo, numa corda bamba.
Infelizmente, somos assim. Dentro daquilo, que muitas vezes, julgamos e condenamos nas pessoas, ironicamente, quase sempre, vamos acabar caindo na malha fina e vivendo também; simplesmente, porque somos muito vulneráveis, principalmente, quando estamos a rigor de uma situação difícil, que pode atingir o pico da impossibilidade.
Dentre tantos grandes homens, registrados na palavra de Deus, o patriarca Abraão é um grande paradigma, principalmente, quando se fala em fé.
Assim sendo, ainda nos dias de hoje, não se fala de fé, sem que seja mencionado Abraão. E não se fala de Abraão, sem que seja mencionada a fé; porque fé e Abraão estão interligados.
Por isso, Abraão é considerado o pai da fé.
Abraão foi considerado por Deus, como sendo seu amigo.
Apesar ser considerado amigo de Deus e pai da fé, em vários momentos de sua vida, ele mostrou muitas dúvidas, em relação a tudo que Deus havia lhe prometido.
A promessa de Deus para Abraão, quando ainda se chamava Abrão, é colocada na classificação de absurda, atingindo o pico da impossibilidade total, porque envolvia, principalmente, uma longa espera; e isso de guerrear com o tempo, torna qualquer pessoa sujeita a dúvidas, além de outros fatores, que contribuíam muito, para que a promessa de Deus fosse classificada como absurda, muito mais do que uma verdadeira loucura.
Entretanto, apesar de tantas vulnerabilidades de Abraão, Deus cumpriu a sua promessa feita a Abraão, concedendo-lhe um filho, quando ele já tinha cem anos, por intermédio de Sara, já envelhecida, com noventa anos, e completamente estéril, o que trazia a certeza humana, que jamais ela poderia lhe dar um filho.
Ainda bem que Deus é perfeito e fiel.
Mesmo que sejamos infiéis, ou seja, ainda que sejamos duvidosos, Ele permanece fiel, por não poder negar-se a si mesmo (II Tm. 2:13).
Ainda bem que Deus é Deus. Soberano, supremo, o Todo-poderoso, que faz o impossível se tornar facilmente possível, surpreendendo a todos, principalmente a nós mesmos.
Ainda bem que os pensamentos de Deus são maiores do que os nossos pensamentos (Is. 55:8-9).
Assim sendo, mesmo que sejamos vulneráveis com os nossos pensamentos, Ele permanece o mesmo, não muda, se mantém plenamente firme, por ser Eterno, em tudo que pensa de nós, para nos dar um fim que esperamos (Jr. 29:11).
Ainda bem que os caminhos de Deus são mais altos do que os nossos (Is. 55:8-9).
Assim sendo, Ele nos conduz, por ser o caminho (Jo. 14:6), ao que Ele planejou, e ao que é de melhor para as nossas vidas.
Tenha uma vida com vida no Senhor.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Deixe a solidão pra nunca mais.
Deus é fiel.
I Co. 1:9.
Diz um provérbio popular que nunca se deve falar nunca mais, porque nunca mais é longe demais.
Entretanto, por questões diversas e próprias; e até mesmo por questões de sermos dignos e honrarmos a nossa dignidade, principalmente, quando se trata de algo que está dentro do contexto da humilhação, e ninguém gosta de ser humilhado, a nossa firme intenção de não viver mais este tipo de situação, nos leva a dizer nunca mais, no sentido e na convicção de não experimentar mais estas circunstâncias.
Assim sendo, o nunca mais fica sendo a certeza de não ter mais na vida este momento de amargura.
Nunca mais parece ser longe demais. Porém, diante de tantas controvérsias, que nós mesmos criamos, o isolamento passa a ser a solução. E dentro deste isolamento, muros e mais muros vão sendo construídos, como se fossem sistemas de proteção.
Entretanto, estes muros protetores acabam trazendo solidão.
A solidão sendo um estado, é transitório. É o estar só. Porém, quando a solidão passa a ser permanente, é o ser só. E o ser só, não tem como alguém mudar este estágio permanente , a não ser a própria pessoa, que se colocou como ser só.
E o que pode ser feito, para que quem é só, deixe a solidão pra nunca mais?
A única solução, para que o homem deixe de ser só, diante de tantos contribuintes deste mundo moderno, é o Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Jesus Cristo, um nome sobre todo o nome, que pode até deixar o homem estar só, mas jamais ser só.
Na história da mulher samaritana, vemos o Senhor Jesus se apresentando como a água da vida, para eliminar completamente, com a sede que ela tinha de sair da solidão, que era em sua vida, um fator permanente.
O ponto clímax, deste apelo de Jesus de tirá-la da solidão, foi quando a mulher samaritana disse que não tinha marido; e Ele disse que ela havia sido verdadeira, porque ela já tinha tido cinco maridos, e o marido que ela tinha atualmente, não era dela.
A partir desta afirmação de Jesus Cristo, a mulher samaritana viu em Jesus, o Messias esperado, a solução de sua solidão permanente.
Diante da sede da mulher samaritana, de deixar a solidão pra nunca mais, Jesus Cristo lhe disse, de uma necessidade do Pai, em ter verdadeiros adoradores, que o adorem em espírito e em verdade (Jo. 4:23).
Assim, diante de um momento tão glorioso, que a mulher samaritana viveu, ela deixou o cântaro, deixou a solidão pra nunca mais; e foi à cidade, falar de Jesus.
Dentro de uma realidade tão rápida e cada vez mais intensa, na velocidade que o ser humano tem vivido, o progresso tem feito com que as pessoas vivam num mundo muito solitário, isolado por diversos muros; e construindo cada vez mais muros, sem intenção alguma de parar. E a partir daí, se tornando permanentemente um ser só.
Somente, através de Jesus, a vida do homem pode tomar um outro rumo. E, assim sendo, ele deixe de construir muros, mas os desmorone, e deixe a solidão pra nunca mais.
Tenha uma vida de união com as pessoas.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Nada nem ninguém pode mudar.
Eu, o Senhor, não mudo.
Ml. 3:6.
Nós caminhamos e caminhamos na vida. Às vezes corremos muito, às vezes paramos e não queremos mais continuar.
Enfim, temos momentos de continuidade e também temos momentos de descontinuidade.
Diante dessas idas e vindas da vida, de tudo que ansiamos, não temos como coordenar um controle maior do que vivemos. Até porque, por mais que tentemos, não conseguimos de modo algum, mudar coisa alguma, de tudo que nos acontece.
Este sentimento de impotência, meramente humano, simplesmente nos faz ver que somos limitadíssimos, frágeis em tudo que vivemos, nesta vida nossa de todos os dias.
E a partir daí, todas as coisas vão se acumulando nestas limitações manifestadas, na vida nossa de todos os dias, e de repente, grandes avalanches, num efeito dinâmico surpreendente, vão acontecendo.
Assim sendo, continuamos sem entender, neste processo de continuidade, que somos levados a viver.
As colocações de cada situação vivida, envolvendo os momentos, são como peças de um quebra-cabeça, que vai se completando de modo sutil, sem que ao menos percebamos, neste processo de continuidade, que somos levados a viver.
E aí, surge um black out, numa madrugada do Rio quarenta graus, de uma estação de primavera, com a cara do verão.
Não dá pra continuar dormindo.
Tudo é muito obscuro.
Mas, ainda assim, não há como parar.
Diante da realidade, de um processo de continuidade, que somos levados a viver, não há o que dizer, por causa da intensidade e da velocidade dos fatos.
Nada nem ninguém pode mudar, a história que Deus escreveu, para ser vivida por cada um de nós, no livro das nossas vidas.
E pra não perder o alinhamento condutor da verdadeira e sublime luz, não querendo a monotonia, mas estando sujeita a ela, vamos amadurecendo e crescendo, neste processo de continuidade, que somos levados a viver.
Pelo legado deixado por alguém maior, alguém melhor, alguém divino. Em toda a essência, que de modo singelo existe, e insiste permanecer em cada um de nós, por ser eterno, o amor registra um pleno e indiscutível conhecimento do que é distinto, trazendo a reconciliação, por ser par, igual para todos nós; e por ser ímpar, específico para cada um de nós.
Assim sendo, o amor, apenas o amor, inicia tudo de construtivo, que precisa ser feito. E nestas construções do dia a dia, algumas ou muitas desconstruções precisam ser feitas também, para que tudo chegue e atinja o equilíbrio necessário, que é a justiça divina, o equilíbrio da vontade de Deus.
E como nada acontece por um simples acaso, caminhamos sim, sem parar, neste processo de continuidade, que somos levados a viver.
Diante da realidade que se apresenta, e muitas vezes nos choca, por ser completamente contrária ao que sonhamos, caminhamos neste processo de continuidade, que somos levados a viver, achando tanta coisa; inclusive que tudo que ora está acontecendo, não está escrito, no livro da história das nossas vidas.
Entretanto, nada nem ninguém pode mudar, a história que Deus escreveu, para ser vivida por cada um de nós, no livro das nossas vidas.
Sempre, em todo o tempo, tudo que vivemos, tudo que queremos, tudo que sonhamos, parece estar tão distante, num tempo também tão remoto, que nos envolvemos em círculos; e acabamos não chegando em lugar algum.
Assim sendo, parece que tudo deu em nada. E vamos e vamos pra lugar algum; e tudo parece que fica sem sentido.
Entretanto, não podemos jamais nos esquecer, que neste processo de continuidade, somos levados a viver. E nada nem ninguém pode mudar, a história que Deus escreveu, para ser vivida por cada um de nós, no livro das nossas vidas.
Portanto, o que está escrito, está escrito, e será vivido por cada um de nós, independente de ser bom ou não, de nos fazer chorar ou sorrir, de nos alegrar ou nos causar muita tristeza.
Nada pode ser mudado na escrita divina. A não ser que Ele mesmo queira acrescentar alguma mudança em nossa história, na vida nossa de todos os dias.
E assim, vamos indo enfim, neste processo de continuidade, que somos levados a viver.
O escritor e autor de nossas histórias é Deus. E nada nem ninguém pode mudar, nem nós mesmos.
Tenha uma vida firme.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço.
A sua mão direita me abrace.
Ct. 8:3.
Diante de tantos gestos que demonstram carinho, amor e amizade ao próximo, um abraço diz muito.
Dentro de tantas classificações de abraços, existe:
- Um leve abraço.
É um abraço entre pessoas que não se conhecem.
- Um forte abraço.
É um abraço entre pessoas que desejam começar uma amizade.
- Um apertado abraço.
É um abraço entre pessoas amigas.
- Um abraço de chegada.
É um abraço festivo, muito alegre, entre pessoas que se encontram, após um tempo sem se verem.
- Um abraço de partida.
É um abraço entre pessoas que estarão sem se ver por um tempo.
- Um abraço de tchau, até breve.
É um abraço entre pessoas que logo irão se ver.
- Um abraço de despedida.
É um abraço, que ainda que nada seja dito, é sentido como sendo o abraço de quem nunca mais será visto outra vez, por quem ele está abraçando.
Abraço é sempre abraço. Por isso, um abraço amigo é sempre, em todo o tempo, muito bem-vindo. E eu, particularmente, amo dar e receber muitos abraços.
Os meus amigos sabem que eu amo abraçar.
Quando alguém me abraça, sinto chegar à minha vida, o calor do seu coração.
Na verdade, o abraço faz com que haja a aproximação do sentimento. É o amor, dizendo num abraço, que está perto, bem perto.
Um abraço faz um bem a quem dá, e faz muito bem a quem recebe.
Um abraço fala muito, apesar de não ser necessário palavra alguma.
No gesto de um abraço, é utilizado uma arma, que desarma qualquer sentimento de afastamento.
É no abraço, que vemos o quanto vale a pena a vida com alguém, alguns, muitos nos abraçando, trazendo com este gesto, o ânimo que precisamos pra continuar.
Um abraço é um bem, que só faz bem.
Um abraço dado, é uma herança doada, de tudo que envolve o amor.
Um abraço recebido, é uma herança recebida, uma riqueza inestimável, de um momento marcante, que se eterniza.
Um abraço é uma proposta linda de quem é amigo.
O abraço aproxima mais as pessoas. Por isso, com o hábito do abraço, fica muito mais difícil, haver afastamento, isolamento.
O abraço desfaz os muros e constrói pontes.
Com o abraço, fazemos acontecer uma história diferente e poética da vida.
O abraço determina uma história amiga a cada dia, todos os dias, cada dia de uma vez.
O abraço é um gesto bastante simples, mas que traz um significado muito pleno e nobre, em relação a simplicidade da vida.
O abraço vai muito além do que um simples gesto, porque modifica um momento.
O abraço registra o compromisso de ser amigo, sem comprometer.
O abraço é um tipo de carinho simplesmente simples.
O abraço protege sem a pretensão de coisa alguma.
O abraço traz a união, reconcilia as diferenças, revela que sempre vale a pena viver.
O abraço traz a certeza de que não estamos sozinhos; porém, temos alguém, alguns, muitos a nos abraçar.
O abraço não esconde a vida como ela é, mas também nos faz sonhar sem que tiremos os pés do chão da realidade.
O abraço é um aconchego gostoso de ser sentido e vivido.
O abraço diz tudo sem dizer nada. É o silêncio pelo silêncio, onde quem fala alto é o gesto.
O abraço é a fala silenciosa do amor amigo, que não pede nada em troca.
O abraço pra quem dá, é o silêncio dizendo: "Eu estou aqui". E para quem recebe, é o mesmo silêncio dizendo: "Eu sei".
O abraço é a demonstração mais bela de quem é amigo para o outro.
Enfim, o abraço é tudo de maravilhoso, que se pode fazer, para revelar uma vida viva, presente, disposto a ajudar.
Não podemos perder tempo.
Precisamos abraçar, abraçar e abraçar.
Vivendo o gesto do abraço amigo, faremos com que a vida tenha mais mel.
No abraço, estaremos dando mais cor à vida.
Assim sendo, vamos nos abraçar muito e muitas vezes. Sempre e sempre, pra sempre.
Aquele Abraço!
Tenha uma vida de muitos abraços.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
domingo, 2 de novembro de 2014
Para fazer a vida nossa de todos os dias valer a pena.
Quem está em Cristo.
II Co. 5:17.
É interessante, e como é importante, a busca de cada um de nós, por coisas que façam a vida nossa de todos os dias, valer a pena sempre.
Parece ser, em muitas situações, muito difícil, esta busca, mas, na verdade, é uma busca bastante simples. Simplesmente, porque a vida é muito simples. E, por nós nos distrairmos e até nos esquecermos desta simplicidade, vemos certas circunstâncias, como muralhas intransponíveis.
Para fazer a vida nossa de todos os dias valer a pena, é mais do que necessário e muitíssimo importante, que tenhamos a convicção plena, que sempre vale a pena viver, independente das circunstâncias difíceis ou não, acima de tudo e de todos, o que realmente importa é viver, viver com intensidade, viver com alegria, viver bem cada momento da vida.
Para fazer a vida nossa de todos os dias valer a pena, não é necessário conta no banco, com um montante milionário de dinheiro; não precisa ter fama ou sucesso, sendo evidência na mídia; não é preciso conhecer o mundo inteiro ou ser um nome famoso na ciência.
Para fazer a vida nossa de todos os dias valer a pena, nada nem ninguém pode ser mais importante do que a vida, que Deus, em sua infinita sabedoria, nos deu pra vivermos.
Para fazer a vida nossa de todos os dias valer a pena, há necessidade de em tudo que vivermos, direcionar objetivamente o que queremos; e investirmos todas as nossas forças, os nossos recursos de fazer acontecer, muita fé, acreditando que tudo irá dar certo e acima de quaisquer coisas, estarmos sob os critérios plenos da boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm. 12:2), que condiciona para as nossas vidas, obediência total, para que venhamos a ter e viver o melhor desta terra (Is. 1:19).
Para fazer a vida nossa de todos os dias valer a pena, não há nada melhor e mais emocionante do que procurarmos viver, seguindo o rumo da simplicidade, segundo o comando de um Deus, chamado Jesus Cristo, um nome que é sobre todo o nome,que em tudo que fala e faz, revela que as coisas mais belas da vida, está no que é simples. Porque viver é simplesmente maravilhoso; e nada nem ninguém pode sequer mudar isso, para fazer a vida nossa de todos os dias valer a pena.
Para que tudo seja visto do jeito que é, simplesmente simples, é necessário que cada momento vivido seja muito valorizado.
Mefibosete levou um tombo, quando tinha cinco anos. E a partir desse tombo, ele se tornou um paralítico (II Sm. 4:4).
Muitas vezes, a vida faz uma pegadinha com o homem; e sem querer, ele acaba levando um tombo, se tornando mais um Mefibosete da vida, um paralítico, sem forças para andar e prosseguir na vida.
Assim como na vida de Mefibosete, aconteceu um tempo determinado, para que ele voltasse a Jerusalém; e a pedido do rei, ele passasse a viver no palácio real, participando sempre dos banquetes do rei, quando Deus marca um tempo determinado, para finalizar com aquilo que paralisou a vida do homem, é definitivo.
Assim sendo, tudo muda enfim; para fazer a vida nossa de todos os dias valer a pena.
Tenha uma vida que valha a pena.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço Águia!
sábado, 1 de novembro de 2014
E se não der, não deu. Mas, vamos espalhar flores.
Eu sou a Rosa de Sarom, o Lírio dos Vales.
Ct. 2:1.
São tantos absurdos vividos na vida nossa de todos os dias. Uns são absurdos favoráveis, e outros são absurdos desfavoráveis.
E diante dos diversos absurdos da vida, ora com um vento a favor, ora com um vento contrário, uma frase me chama bastante a atenção, e fica como um legado deste texto.
Esta frase, foi expressada pela querida amiga Angela Costa, que diz assim: "Minha intenção é a de preencher o facebook com flores".
E aí, vamos vivendo a vida, do jeito que a vida nos propõe. Tendo sempre sobre cada um de nós, a riqueza inestimável da vontade de Deus, que é sempre boa, agradável e perfeita (Rm. 12:2). Independente de muitas vezes, nós acharmos o contrário, dentro do que até classificamos como absurdo.
Existem circunstâncias que vivemos na vida, que caracterizamos como difíceis. E em muitos casos, chegamos a denotar como impossíveis.
A partir daí, em alguns momentos, vemos tudo muito claro. E em outros momentos, tudo muito obscuro.
Diante do que é visto, nos tornamos até bastante paradoxais, dentro do que a vida nos propõe.
Assim, entramos num sistema de proteção própria. E pra alívio generalizado, resumimos tudo assim: "E se não der, não deu".
Entretanto, como não podemos jamais caracterizar as circunstâncias como definitivas, há uma proposta muito poética e romântica, dentro da vida nossa de todos os dias, que nos conduz a uma continuidade diferenciada e destacável, que é: "Vamos espalhar flores".
Assim sendo: "E se não der, não deu. Mas, vamos espalhar flores".
A ideia de espalhar flores, de Angela Costa, é simplesmente, despertar em cada um de nós a vontade de viver, sob as condições criteriosas da vontade de Deus, numa busca, cada vez maior, de ser simplesmente simples, muito simples.
Não há nada mais belo e incomparável em singeleza, do que as flores.
Existem as rosas, as orquídeas, que são as minhas preferidas, as margaridas, os girassóis, etc.
Cada tipo de flor tem seu perfume característico; com diversas classificações, nas pétalas e outros pontos naturais.
Entretanto, dentro de tantas diferenças que cada flor tem, existe algo que as iguala, que é a beleza simples natural.
Diante da realidade que vivemos todos os dias, cada dia de uma vez, a natureza torna-se um paradigma, para nos ensinar bastante.
O Senhor Jesus Cristo, tem numa de suas identidades, a simples característica de ser dois tipos de flor. Sendo a Rosa de Sarom e o Lírio dos Vales (Ct. 2:1).
"E se não der, não deu. Mas, vamos espalhar flores", nos desperta simplesmente ao que é simples.
Sendo assim, ninguém nesta vida, está isento de viver decepção, frustração, perdas, derrotas, etc.
Entretanto, apesar de tudo, de toda a dor, vamos nos manter firmes, tendo a convicção de que tudo passa. Por isso, precisamos viver cada dia de uma vez, espalhando flores, ou seja, levando a Rosa de Sarom, o Lírio dos Vales a cada coração.
Vamos espalhando flores, vamos espalhando Jesus Cristo a toda a criatura.
"E se não der, não deu. Mas, vamos espalhar flores".
Tenha uma vida florida.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Nunca é do meu jeito.
Confia nele, e ele tudo fará.
Sl. 37:5.
Li uma frase de Luciana Rodrigues, hoje, que me levou a refletir muito, sobre diversas coisas, que eu estarei colocando neste texto.
Ela disse: "Acho que não sou tão forte assim".
Existem circunstâncias que ocorrem nas nossas vidas, que nunca estamos dispostos a enfrentar.
Entretanto, estes fatos acontecem, sendo ou não a nossa vontade.
E, normalmente, por nunca querermos enfrentar, rejeitamos os acontecimentos que são contrários ao que desejamos. E muitas vezes, por não querermos aceitar os fatos do jeito que são, e querermos do jeito que devem ser, aos nossos olhos, tudo passa a ser muito diferente e não alcançamos, simplesmente porque não enfrentamos.
"Nunca é do meu jeito", é normalmente o que vemos, quando as situações são muito contrárias ao que queremos.
Sempre queremos mais.
Sempre exigimos mais.
Temos a convicção de que somos muito fortes, inabaláveis sempre.
Assim sendo, criamos tantos jargões, tantas frases prontas de otimismo pra nós mesmos, que qualquer fato contraditório, chega a nos melindrar bastante, parecendo até que levamos uma tremenda surra.
Tudo isso acontece, porque não lidamos bem com as perdas, as derrotas. Aliás, cabe muito bem colocar que não admitimos perder. Sempre queremos vencer, vencer e vencer.
Ninguém quer perder.
Ninguém quer ser derrotado.
Ninguém quer ser humilhado.
Ninguém admite sequer, ter de esperar um determinado tempo, para que nesta experiência da espera, as coisas aconteçam.
"Nunca é do meu jeito", é a comprovação de que somos teimosos, em tentar contornar os fatos; e querer com isso, mudar tudo. E o mais irônico, é que sempre, diante de quaisquer circunstâncias vividas, principalmente as ruins, procuramos nos desculpar do que não aconteceu do jeito que desejávamos; e assim, assumimos a posição de promotores, e logo culpamos o Senhor Deus, de maneira direta.
"Nunca é do meu jeito", traz uma caraterística à nossa identidade muito ruim, de um acentuado rigor, cobrando de tudo e de todos, uma perfeição e um direito que não temos. E o pior, cobrando de Deus, o que não nos cabe cobrar. Achando, ilusoriamente, que com esta atitude tão arbitrária, poderemos conseguir mudar tudo e fazer com que as coisas aconteçam do jeito que nós queremos.
"Nunca é do meu jeito", é a fala de quem tem em seu perfil, a ausência de sonhos, de esperança. É como se mais nada valesse a pena; pois, simplesmente, a frustração de não poder ser "Deus", comandando a sua vida, lhe faz entrar num mundo ostracista e derrotado.
Deus é Deus. E ninguém pode sequer achar, que o que Ele realiza não é bom; pois Ele sabe o que faz.
Geralmente, nós sempre queremos o caminho mais fácil, para conseguirmos o que queremos.
Entretanto, Deus nunca escolhe o caminho mais fácil, para chegarmos ao que queremos e vencer.
Muitas vezes, o caminho é muito árduo, difícil; e em alguns trechos, a caminhada se torna impossível. E aí, precisamos parar diversas vezes, para tentar superar tudo e chegarmos onde precisamos chegar.
Precisamos nos ver, bem nos detalhes do que somos, assumindo e admitindo que sozinhos não somos e jamais seremos tão fortes assim.
Somos muito frágeis. Porém, dependemos, em todo o tempo, do nosso Pai supremo, que sempre está ao nosso dispor, pronto a nos ajudar, acalantar, consolar e nos conduzir ao que Ele vê que é o melhor para nós vivermos e conquistarmos vitoriosamente.
O Senhor Deus nos fortalece.
Somos fortalecidos nele e na força do seu poder (Ef. 6:10).
Assim sendo, passaremos a entender sempre, que tudo que Deus faz é bom. E em tudo que acontece, ainda que não seja do nosso jeito, Deus tem um propósito, mesmo que não alcancemos o entendimento pleno, dos motivos pelos quais tudo esteja acontecendo.
Tenha uma vida do jeito de Cristo.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
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