sábado, 13 de outubro de 2012

O convite


Ide convidai.
Mt. 22:9.

Um convite é uma boa oportunidade pra sair da superfície e mergulhar nas águas profundas de algo que poderá ser surpreendente, pois estará financiando um campo espaçoso de uma nova vida.

A história de vida de cada um de nós é composta por muitas etapas. E nestas etapas surgem oportunidades que constam como um convite que jamais pode ser desperdiçado.

Existem quatro coisas na vida que jamais voltam:
- Uma pedra lançada.
- Um tempo passado.
- Uma palavra dita.
- Uma oportunidade perdida.

Um convite é a chance que dá o início para uma boa oportunidade que jamais deve ser perdida, porque a condição maior da oportunidade, é que ela não se repete na vida. Deus, por intermédio de Jesus Cristo, trouxe para cada um de nós um convite, o maior de todos; e de modo sequencial, foi registrada uma boa oportunidade que precisa ser aproveitada e assumida, que é o seu plano salvador e na certeza de cidadania celestial, que o fará morar para sempre no céu.

Assim sendo, a maior e melhor de todas as oportunidades é viver uma vida com vida em Cristo todos os dias. Jesus Cristo veio, para que através da oportunidade do plano da salvação aceita, o homem viva uma vida abundante em Cristo com vitórias destacáveis que o leva a ser mais do que vencedor (Rm. 8:37). Tenha uma vida sempre de vida viva em Cristo, estando na sala do banquete divino; e tendo o estandarte do amor em todos os seus momentos.

E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Aliança de sal.

Porventura não vos convém saber que o Senhor Deus de Israel deu para sempre a Davi a soberania sobre Israel, a ele e a seus filhos, por um concerto de sal?
II Cr. 13:5.

O pelicano, a gaivota e o albatroz são aves marinhas, que saciam a sede com água salgada.
A maior parte do sal contido no organismo destes animais, é eliminado por um par de glândulas, situadas abaixo dos olhos, chamadas glândulas de sal. Sem elas, estes animais, que chegam a passar meses em alto mar bebendo água e alimentando-se de peixes, não conseguiriam sobreviver.
Quando a ave bebe a água salgada, o sal entra na corrente sanguínea e é conduzido às glândulas para filtragem.
Estes microórgãos têm uma estrutura semelhante a dos nossos rins.
O sangue entra nos microórgãos por capilares localizados ao lado de células secretoras, que têm a função de fazer a dessalinização.
O sal extraído por estas células passa por tubos secretos, conectados à cavidade nasal e, em seguida eliminado pelas narinas em forma de líquidos.
É por isso que se vê uma mancha branca no bico do pássaro.
Parte do sal é excretado pelos rins, fezes e urina, porém, em menor quantidade que as glândulas de sal.
Estas glândulas de sal são encontradas em répteis marinhos.
O sal é utilizado para dar sabor aos alimentos.
Sua constituição química iônoca, age no combate direto aos alimentos ruins e amargos, deixando-os mais adocicados.
Assim como o sal nestes animais marinhos entra na corrente sanguínea, com a função de filtragem das toxinas; em nossas vidas houve um pacto de sal, uma aliança, através do Senhor Jesus Cristo, a descendência real de Davi, que através se seu sacrifício expiatório na cruz do calvário, trouxe com o vertimento do seu sangue, a sedimentação deste concerto, onde foi determinante e definitivo a todos nós, vida com vida.
A aliança de sal para os filhos de Israel foi feita perpetuamente (Nm. 18:19).
Nós, filhos de Israel, por intermédio do Senhor e Salvador Jesus Cristo, alcançamos o direito e o privilégio de obter o pacto perpétuo de sal. E através deste concerto, fomos transformados em sal da terra, para a propagação grandiosa desta aliança a outras vidas (Mt. 5:13).
Existem momentos na vida muito desafiadores, onde somos levados a guerrear e superar tudo, vencendo no Vale do Sal (II Sm. 8:13).
A grandeza incomensurável do amor de Deus nos atingiu, para termos com ele, por meio de Jesus Cristo, um pacto, uma aliança perpétua de sal. E assim, sermos sal, para darmos sabor à vida de outros, que vivem sob o pacto amargo da perdição.
Tenha uma vida de aliança de sal sempre.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Duas caras.

Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Mt.22:21.

Dentro da realidade diária da rotina da vida, vemos de maneira muito comum pessoas usando o termo "duas caras", no sentido de alguns um dia serem de uma forma e no outro dia serem de outra forma, numa inconstância de personalidade bem acentuada, que muitas vezes agride a si mesmo, provocando um desgaste imenso.
A vida nos traz uma proposta linda de sermos essencialmente nós mesmos, nunca fugirmos a isso e revelamos "duas caras".
Jesus Cristo quando foi questionado sobre o direito de pagar o tributo, ou seja, um imposto lançado ao povo pelo governo, ele de maneira automática pergunta de quem era a imagem na moeda. E ao lhe responderem que era de César, ele ordena que seja dado a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Temos a tendência de fugir sempre das responsabilidades a nós atribuídas, e diante das fugas, o ajuste mais cômodo e fácil é lançar ao próximo essas atribuições e na tendência única até culpá-lo se algo der errado.
Não podemos viver de "duas caras".
O que deve ser vivido no cotidiano, o que é de César tem de ser dado a César, pois estamos sujeitos às autoridades (Rm. 13:1-2) e devemos cumprir os nossos deveres de cidadania.
Somos cidadãos do céu (Sl. 15:1-5) com legalidade nesta terra. Portanto, não podemos jamais ficar vulneráveis, descompromissados de nós mesmos.
Temos um compromisso com Deus. E por causa desse compromisso, precisamos honrar os nossos compromissos cesarianos.
A realidade é a "cara e coroa" da moeda da vida.
Tudo tem um preço. Porém, nós fomos comprados por um bom preço (I Co. 7:23). Por isso, temos através da fé a moeda que nos dá o direito de investirmos nas promessas divinas com lucro certo.
Tenha uma vida de apenas uma face, a face de Cristo refletindo em você.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Fugindo às regras.

Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo.
Fp. 3:16.

A vida tem propostas lindas em seus conceitos belos, que identificam o poder de Deus para cada um de nós.
Dentro da imensidão de propostas que se apresentam todos os dias, há regras estipuladas, nada que seja difícil de seguir, se estivermos entranhados no registro vivo e eficaz do infinito amor de Deus. Porém, muitas vezes fugimos às regras por tantas convicções próprias, conceitos que nós estipulamos e até preconceitos que nós impomos aos outros e a nós mesmos, como se fôssemos os donos exclusivos da verdade (Is. 28:13).
Nós somos efêmeros em nossas opiniões e regras de vida; e classificamos tudo como se fosse definitivo e irrevogável para nós e para os outros.
É irônico ver como fugimos às regras em relação a nós mesmos, sempre buscando ir ao encontro delas de modo ferrenho, quando se trata da vida dos outros, como verdadeiros juízes, sentenciando, decretando.
Somos o que somos e não há como rebuscarmos mudanças naquuilo que é essência em nós.
José tinha tudo para ser um homem revoltado e vingativo, em relação à injustiça que os seus irmãos lhe fizeram, vendendo-o como escravo para os ismaelitas (Gn. 37:1-28); e depois por tudo que passou, sendo caluniado pela mulher de Potifar, o capitão da guarda do exército de Faraó, que o levou a ficar encarcerado (Gn. 39:1-23).
Entretanto, José fugiu completamente às regras de uma vida revoltada, vingativa e derrotada, para ser honrado por Deus, que realizou todos os seus sonhos e o colocou num grau de importância e destaque não só no Egito, mas para todo o mundo contemplar e admirar, porque ele preferiu viver sob a vontade de Deus (Gn. 41:1-57).
Os verdadeiros sonhos jamais podem ser interrompidos ou destruídos, quando vivemos a regra do amor e do perdão.
Através do ato lindo do perdão ao próximo, seja ele quem for e seja lá o que ele tenha feito contra nós, na regra do perdão, que vem a partir do amor de Deus em nossos corações, crescemos em Cristo Jesus, nos agigantamos em tudo, no ápice maior da fé, a esperança, e nos tornamos vencedores em todas as situações da vida.
O caminho de Deus, Jesus Cristo, é pleno e perfeito.
A verdade de Deus, Jesus Cristo, é única.
A vida de Deus, Jesus Cristo, é suficiente, é com paz e amor, é eterna.
A maior e melhor de todas as regras, para que nós tenhamos uma caminhada de vida e de fé maravilhosa, repleta de conquistas e vitórias, é vivermos na ênfase do amor de Deus em atitudes, perdoando indistintamente a todos.
Tenha um vida de regras de amor e perdão.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Muros e pontes.

E o muro caiu abaixo.
Js. 6:20.

Deus ordenou ao povo de Israel que rodeasse as muralhas de Jericó uma vez por dia silenciosamente. e no sétimo dia rodeasse sete vezes; e após a sétima vez gritassem para que os muros caíssem. E isso aconteceu. Os muros de Jericó afundaram numa profundidade de quarenta metros, mostrando a soberania divina com o povo de Israel para a conquista vitoriosa de Jericó.
Os muros precisam cair.
Normalmente quando alguém constrói uma casa para viver, a tendência é construir de imediato um muro para cercar a casa, como proteção.
Ninguém faz ponte de sua casa para outra casa.
O homem atual, dentro de tanto desenvolvimento tecnológico, numa crescente assustadora, está cada vez mais distante do que antes era tão bom e normal, como: A rotina de dar "Bom dia", "Boa tarde", "Boa noite"; comprar pão na padaria, ter amizade com os vizinhos de sua rua, etc.
Parece que as coisas boas do passado ficaram no passado,e as pessoas que mantinham bons relacionamentos também ficaram no passado, não interessa mais.
O homem está construindo cada vez mais muros ao redor de sua casa, que é ele mesmo, muros de isolamento, sendo um inimigo dele mesmo, como se fosse ruim estar com os outros.
E assim, há uma crescente de síndromes de medos e outras doenças psicossomáticas, por causa dos muros de isolamento.
O homem precisa construir pontes de relacionamento, porque não há como o homem viver isolado.
Jesus nos ensina a amarmos uns aos outros (Jo. 13:34-35).
Precisamos cuidar dos nossos sentimentos que revelam a essência do caráter divino em nossas vidas, principalmente o amor, que é o sinônimo do que Deus é (I Jo. 4:8).
Quando vivemos o amor em toda a sua plenitude, reconhecemos o valor do próximo, seja ele quem for; e buscamos entender a razão de Deus ter permitido que em nossa caminhada de vida ele surgisse caminhando conosco.
É tempo de destruirmos os muros de isolamento e construirmos pontes, muitas pontes de relacionamento.
Os muros nos isolam, nos atrofiam e nos impedem de sermos livres no Senhor Jesus Cristo.
Precisamos fazer pontes de bons relacionamentos e derrubar os muros de isolamento, porque assim estaremos fazendo o bem a nós mesmos, a nossa rotina será de bênçãos e seremos bênçãos para outras vidas também, nessa linda história escrita por Deus.
Tenha uma vida de muitas construções de pontes...
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Homenagem ao amigo.

Em todo o tempo ama o amigo.
Pv. 17:17.

Deus de modo muito sábio e amigo, trouxe a todos nós a riqueza inestimável da amizade.
O amigo é aquele companheiro, parceiro de todos os momentos; que ainda que não esteja constantemente conosco, está sempre desejando o melhor para nós e trabalhando para que o melhor seja vivido em nossas vidas.
Existem amigos que são rápidos e passam como as estações do ano; outros ficam por um determinado período e outros são amigos para sempre.
A ordem mais bonita de uma sólida e rica amizade é a sinceridade.
Em minha caminhada de vida, já passaram muitos amigos. Alguns já se foram, como: Ivan Luís, Walter, Nelson, Betinha, Renata, Maria Helena, meu pai Antonio Amorim.
É interessante observar que estes amigos se foram, mas deixaram sua marca e continuam presentes, numa essência de amizade inexplicável, que só quem é amigo entende.
Hoje, no Dia Internacional da Amizade ou simplesmente Dia do Amigo, além dos amigos de todos os dias, que estão juntos comigo, construindo e edificando a minha história de vida, dentro da suprema vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita (Rm. 12:2), quero prestar uma singela homenagem ao amigo, o melhor dos amigos: Jesus Cristo, que está comigo todos os dias (Mt. 28:20), sentindo a minha dor; sendo fiel em todos os momentos, me confortando diante de qualquer situação difícil ou impossível; e mostrando no seu companheirismo, sempre o seu terno amor, numa proporção inigualável, dando sempre a solução, a vitória, me fazendo sorrir e viver uma vida de alegria.
Amigo que solta pérolas em suas falas e me respalda nos meus sonhos e nas minhas esperanças, para simplesmente dizer que me ama, apesar de mim.
Não há amigo melhor.
Não há amigo mais presente.
Não há amigo tão perfeito.
Não há amigo mais amoroso.
Não há amigo mais amigo.
Jesus Cristo, o melhor dos amigos, o único e verdadeiro amigo, o que não muda, o que nunca se vai, por ser eterno.
Tenha um Dia do Amigo maravilhoso todos os dias.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.



Dedico esta mensagem à minha querida filha Soraya, que é mais do que uma filha, é a minha grande amiga de todos os dias. Bj.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Ser ou ter.

E saberão que eu sou o Senhor.
Ez. 39:22.

Existem pessoas que se tornam marcantes pela maneira de falar, outras pela maneira de agir e ainda outras que marcam as nossa vidas de modo inesquecível, pelo silêncio ou apenas pelas reticências que deixam em cada conversa colocada, porque elas são e marcam por serem quem são.
Um amigo tem a peculiaridade única de ser simplesmente amigo de todos. Ser simplesmente ser é o grande trunfo que leva qualquer um ao triunfo.
É o ser acima do ter.
E dentro desta realidade tão bela de amigo, a iqueza de ser, faz com que o ter seja apenas uma marca de sequência na própria rotina, um pequeno detalhe a viver, que se torna grandioso.
Ser lembra a essência.
Ser lembra o que somos sem retoques, sem disfarces, a origem.
Ser é a nossa identidade real de quem somos: Maria, José, Ana, Rosa, Sonia, Soraya, João, etc.
Ter é a posse do que se vê.
O Ser se assemelha a Deus, que se apresentou a Moisés e o ordenou a falar ao povo de Israel a respeito de sua identidade (Êx. 3:14).
Ser é a firmeza de quem é definitivo.
Deus é Deus.
Deus é o "Grande Eu Sou".
Quando retratamos o ser em nós, passamos a viver de certezas únicas e diretas que jamais nos levam a ter abalos.
A grandeza do ser que o "Grande Eu Sou" registra, revela a plenitude do Espírito Santo.
Quando Deus diz: Eu sou contigo, ele demonstra o quanto o seu trabalhar, por intermédio do Espírito Santo nos faz ser.
Precisamos viver a grande riqueza do que é ser.
Precisamos viver o verdadeiro cristianismo de ser, para que o "Grande Eu Sou" opere através de nossas vidas para outras vidas.
Precisamos viver a identidade do Senhor Deus, na glória de Cristo, na unção do Espírito Santo todos os dias.
Precisamos ser sempre acima do ter.
Precisamos ser sempre, que identiica o Deus único e verdadeiro, que nunca muda (Ml. 3:6).
Precisamos buscar o ser na sua essência, para assumirmos quem somos, o que somos e qual é a nossa verdadeira importância no reino de Deus.
Precisamos ter do Senhor todas as características, para refletirmos quem ele é em nós.
Precisamos viver, viver e viver a beleza da vida, dentro da realidade maravilhosa e santa do que o Senhor Deus é, para termos sempre a sua presença constante em nossas vidas, que é a maior comprovação de milagre.
Tenha uma vida de sempre ser.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

Amém.