sábado, 28 de março de 2015

Lisonjeio não é bom.


Falam com lábios lisonjeiros e coração dobrado.
Sl. 12:2.



Lisonjeio não é bom.
A palavra elogiar é caracterizada, como a opinião que alguém tem, de modo favorável, para o outro ou para uma determinada situação.
E a palavra lisonjear é caracterizada, como a procura que alguém tem de agradar o seu próximo, lançando sobre ele elogios exagerados.
Normalmente, o lisonjeio é dado por alguém ao outro, na intenção de algum benefício próprio ou outro tipo de interesse.
O homem gosta de receber elogio, pois em sua opinião é visto, assim, o pleno reconhecimento do que foi feito e de quem ele é.
Entretanto, o elogio normalmente passa a exercer um papel muito negativo na vida do homem; porque o elogio vai formando um outro homem de modo enganoso, longe de sua essência, fazendo-o viver de mentiras. E dentro disso tudo, a confusão de sua vida torna-se maior, porque o homem passa a não entender os solavancos que passa, não apresentando algum tipo de reação, por não ter forças pra lutar.

As consequências de um elogio exagerado :

- Aguça o "eu".
Diante de um elogio exagerado, vem a oportunidade do homem mostrar quem ele realmente não é.
E assim sendo, o homem vai vivendo de um "eu", que é completamente maléfico à sua rotina de vida.
Um "eu" destrutivo, dentro de uma realidade ordinária, aparece e leva o homem a viver um eu coitadista e um eu conformista. Assim sendo, é formado nele um medo acentuado, conduzindo-o a pensar que é incapaz de mudar. E no fator medíocre da continuidade, o homem passa a não correr riscos. Por isso, o ajuste do eu conformista.
E assim, no cárcere do tédio, o homem não consegue construir uma história sonhada e desejada em sua vida, pois o seu "eu" subtrai nele tudo que é crescente e bom, eliminando por completo o seu firme propósito de viver.

-Traz uma cobrança maior.
O elogio exagerado ou lisonjeio, na verdade, gera no homem, um sistema de cobrança gigantesco. Pois, à medida que o homem vai sendo elogiado, ele vai ficando cada vez mais cobrador de si mesmo, tendo a necessidade de mostrar que é o melhor, naquilo que foi lisonjeado.
Entretanto, devido a tanta cobrança, o homem acaba atropelando tudo e todos, e entrando numa redoma de solidão, se isolando das pessoas e ficando só.

- Eleva a soberba.
Diante de um lisonjeio, dentro do que foi realizado com sucesso, o homem começa a se sentir superior aos que estão ao seu redor.
E este sentimento de soberba fica tão aguçado, que o homem gera nele um extremo narcisismo, não conseguindo ver outra pessoa, a não ser ele mesmo.
E por causa da soberba, o homem passa a tratar os outros com muita superficialidade, não querendo e não conseguindo mais ser verdadeiro, deixando de mergulhar na água da vida. Tendo e mantendo, uma vida de ruína, pois a soberba é o caminho mais curto para a queda total (Pv. 16:18). E o homem soberbo, passa a viver no seu fim, uma vida caótica de derrota e solidão.

- Promove o envaidecimento.
O elogio exagerado, promove na vida do homem um envaidecimento absurdo e exacerbado.
E diante de tanta vaidade, devido ao lisonjeio que o homem recebe e vai armazenando em si mesmo, ele acaba ficando grande demais, não conseguindo ficar em lugar algum.
Por isso, o homem envaidecido se torna muito difícil de conviver.

- Traz o engano.
O elogio exagerado traz o engano, porque o homem cria um cenário fantástico para a sua vida, expandindo nele um sentimento cada vez mais egoísta e ordinário, achando que só existe ele no mundo. E o que é o melhor da vida, só foi feito pra ele; num contexto mentiroso de vida pobre e medíocre, que ele pensa ser maravilhosa.

- Faz o homem viver achando que é, o que na verdade não é.
O elogio exagerado, traz o excesso em tudo na vida do homem. E na verdade, ele passa a ser o que não é, porque o lisonjeio fez com que o homem andasse por caminhos enganosos, e na sua soberba, com um eu aguçado e cheio de vaidade, ele pensa que é insubstituível, desencadeando uma insensatez e um desequilíbrio irreversível.
Assim sendo, sua vida se torna triste, mórbida e sem vida. Porém, mesmo assim, devido aos lisonjeios, o homem continua achando que é, o que na verdade não é.

Que possamos fugir dos lisonjeios, para termos uma vida saudável, sem necessidade alguma de que as pessoas reconheçam o nosso valor, e nos aplaudam por isso. Pois, quem precisa ver e reconhecer o nosso valor, é o Senhor Deus, que exerce, de modo profundo e intenso, a sua soberania em nossas vidas, fazendo-nos triunfar nele (II Co. 2:15), e nos dando vitória por nosso Senhor Jesus Cristo (I Co. 15:57). Porque dele e por Ele, e para Ele, são todas as coisas (Rm. 11:36).



Tenha uma vida de equilíbrio.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

sexta-feira, 27 de março de 2015

Tudo passa.


Somos mais do que vencedores.
Rm. 8:37.



Tudo passa.
E as decepções acontecem assim, de repente.
E o que fazer, diante das decepções?
Na vida, as decepções nunca chegam de desconhecidos; mas sempre de quem normalmente convivemos e amamos muito.
E o que dizer, diante das decepções, se elas acontecem sempre?
E os amigos, antes tão presentes e assíduos. E hoje tão ausentes e tão distantes.
As circunstâncias que gostaria tanto de estar vivendo do modo que eu planejei.
Entretanto, nem tudo acontece como nós planejamos ou sonhamos.
E o que fazer, diante dos sonhos que não se realizaram?
A ideia mais rápida, é engavetar cada sonho e não pensar mais neles.
Porém, os nossos pensamentos nos furtam em nossos momentos de solidão, e aparecem com os sonhos engavetados.
E aí, queremos logo, queremos pra ontem, o que já estava engavetado.

Tudo passa.
Parece até irônico, mas sempre, em todo o tempo, tudo passa.
Esta é a maior realidade do tempo e da vida.
Ainda que lutemos, para manter o tempo ou a vida presos em nossas mãos, não há como.
Erguemos a bandeira da luta pela vida, mesmo na corrida da vida.
E vamos passo a passo, na velocidade necessária, para conquistarmos o que nos é devido.
Na verdade, diante das situações de aparentes derrotas, ficamos meio precavidos em relação ao que queremos conquistar.
Até porque, nós não fomos criados para perder, e quando as perdas acontecem, não sabemos lidar com elas.
A ideia sempre, é superar as situações de derrota e tentar conquistar por outro caminho, fazendo outra tentativa.

Tudo passa.
E aí, o que realmente nos interessa é que estamos em pé. E podemos ir muito mais além do que imaginamos.
Dizem que a necessidade cria a pessoa.
Assim sendo, quando precisamos correr, corremos.
Quando precisamos gritar, gritamos.
Quando precisamos falar, falamos.
Quando precisamos nos calar, calamos. E em silêncio permanecemos.
E estar em silêncio é muito difícil, porque queremos nos justificar em tudo e por tudo de adverso que tenha acontecido.
Porém, quando a ordem do silêncio é obedecida à risca, a tendência divina, é que tudo comece a tomar um rumo melhor e diferenciado em nossas vidas.

Tudo passa.
De tantas tentativas frustrantes, que acabaram não dando em nada, também se torna muito difícil tentar novamente. Mas, precisamos tentar e tentar, até que em algum momento, a tentativa feita por nós, condiga com a vontade divina. E a partir daí, tudo passe a acontecer de modo maravilhoso e sublime.
E enquanto ficamos a mercê da alegria pelo que está acontecendo, o Senhor Deus está providenciando mais e mais vitórias para as nossas vidas, numa dinâmica de velocidade inigualável, que somente Ele que é Deus, o Deus verdadeiro, pode fazer.
E assim sendo, mesmo não sabendo até que ponto, tudo pode tomar uma aceleração maior e melhor em nossas vidas, vamos sendo envolvidos e acalantados por tão terno e eterno amor, para que a rigor de qualquer situação, o Senhor venha nos proporcionar milagres.

Tudo passa.
E é assim que vale a pena a vida nossa de todos os dias.
Por mais difíceis ou impossíveis que sejam as circunstâncias vividas por nós, não há como duvidar da ação miraculosa divina.
Não há como duvidar, que Deus é Deus.
Não há como duvidar, que vai dar tudo certo.
Não há como duvidar, que fomos feitos por Deus para vencermos sempre. Mesmo, que por muitas vezes, as aparentes derrotas sejam tão evidentes e tão permanentes em nossas vidas.
Não há com dimensionar o amor de Deus em nossas vidas.
Não há como dizer não, quando Deus diz sim para cada um de nós, diante da vida que vivemos.

Tudo passa.
E tudo passa mesmo.
Deus é sempre e pra sempre Deus, em todos os momentos que se apresenta de acordo com as nossas necessidades, definindo todas as coisas definitivamente, simplesmente para revelar que Ele é Deus.
E assim, vemos o quanto somos amados pelo Senhor Deus.
E por causa deste tão infinito amor, vamos indo além, indo e vencendo sempre, pra sempre.



Tenha uma vida de certezas.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

De mim pra mim.


Cristo vive em mim.
Gl. 2:20.



De mim pra mim.
Sabe, muitas vezes o que parecia ser tão simples e fácil, toma um rumo de dificuldade sem fim, até atingir o ápice da impossibilidade.
E a partir daí, eu fico a mercê de algo que sobrepuja a realidade vivida, e registre o milagre.
Entretanto, para que o milagre aconteça, é necessário que eu lute, mesmo que forças me faltem, mesmo que as circunstâncias digam não e queiram me impedir de caminhar, mesmo que tudo pareça que vai dar em nada.
Eu preciso aprender um pouco aqui e um pouco ali.
Eu preciso viver com um objetivo de vida pelo menos, para que a vida valha a pena, e eu veja o resultado de tudo que eu acredito, desejo e invisto a cada momento de minha vida.

De mim pra mim.
E a vida tem dessas coisas.
Não há como duvidar, mas tudo enfim acontece, numa velocidade surpreendentemente maior do que o que eu penso ou imagino.
E não adianta ficar investindo nas hipóteses, conjeturando coisas que nunca venham a acontecer.
Existe, acima das circunstâncias, um Deus que pode todas as coisas.
E assim sendo, não basta criar expectativas diante de situações que não ofereçam mudança alguma. É preciso depositar no altar divino, todas as minhas queixas, todos os meus sonhos e lamentos, para que tudo possa tomar um rumo até diferenciado, mas que a vitória seja sempre plena.
E diante de todos os elogios feitos pela conquista, o equilíbrio opere profundamente em mim, e nada venha modificar a minha rotina.

De mim pra mim.
Sabe, aqueles momentos em que eu tenho de me olhar no espelho. E aparece, de repente, na realidade nua e crua do espelho, o meu reflexo, a imagem que eu preciso melhorar.
Diante de muitas coisas em minha vida, muitas específicas situações na história vivida de todos os dias, resta-me ter sempre também muita esperança no Senhor dos senhores e Rei dos reis.
E é assim, de mim pra mim, que eu vou vivendo, com os pés bem firmes no chão da realidade. Porém, esperando cada vez mais a realidade divina, realizando todos os meus sonhos, de modo sublime e diferenciado.
Sobretudo que eu já sonhei, está a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm. 12:2). E nada nem ninguém poderá fugir, infringir ou interferir nesta sublime vontade.

De mim pra mim.
E assim vou vivendo, tendo alguns tombos sem querer, me levantando de outros, sabendo que a vida tem dessas coisas. Não dá pra parar, recuar, desistir.
A vida segue em frente, num ritmo que ninguém pode sequer interferir.
A soberania que a vida tem, vai muito além de qualquer expressão própria.
E assim, vou vivendo, longe, bem longe do que não me faz bem. E perto, bem perto do que me faz feliz.
Talvez seja hoje, talvez seja amanhã. Não importa quando, mas uma coisa eu sei e estou certa disso, é que Deus é fiel em minha vida, e cumprirá tudo que me prometeu. E disso eu não tenho a menor dúvida.
No ímpeto dos momentos, assumo ousadamente que posso ir muito, mas muito mais além do que qualquer expectativa ao redor.

De mim pra mim.
E como Jesus disse a respeito de Natanael, testemunhando sobre o seu caráter (Jo. 1:47), dedico toda a minha vida, ao que o meu amor a Deus me proporciona a cada momento.
E assim, nunca perco, sempre ganho. Pois, o Senhor Deus me torna, em todas as circunstâncias, mais do que vencedora (Rm. 8:37).
De mim pra mim, numa história bela e maravilhosa, escrita por Deus.
De mim pra mim. E nesta comunhão intensa e sublime, vou alcançando um patamar de aperfeiçoamento, procurando imitar o Senhor Jesus Cristo em tudo; e diante do que Ele tem pra mim, sei que é sempre o melhor.
E assim, a vida vale a pena, pois viver é simplesmente maravilhoso.



Tenha uma vida de intimidade com Cristo.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

sábado, 21 de março de 2015

E no silêncio do outono.


O tempo de cantar chega.
Ct. 2:11.



E no silêncio do outono.
Numa conversa com a amiga, Missionária Márcia, onde passamos a falar do outono, a estação que começou ontem, ela me disse algo interessante, mediante os seus conhecimentos profissionais de massoterapia, que na medicina tradicional chinesa, os pulmões são comparados com a estação do outono, devido a sua responsabilidade pela promoção de uma respiração tranquila e silenciosa humana. Pois, a estação do outono é classificada como uma estação silenciosa.
A estação do outono, nos conduz, numa combinação com os pulmões, a pensamentos profundos, no ritmo da respiração.
Na estação do outono, tudo que ocorre na natureza, é de maneira muito discreta, silenciosa mesmo, e não é sequer notado. Por isso, o outono é uma estação que não tem tanto glamour como o verão, o inverno e a primavera. A estação do outono passa sutilmente sem ser percebida, porque ela simplesmente não faz questão de chamar atenção. É discretíssima e silenciosa.

E no silêncio do outono.
Nós vemos, mas não notamos na estação do outono, a sutileza das mudanças no clima, pois nesta estação o clima é bem ameno, o amanhecer revela uma serenidade até muito poética.
Nesta estação ocorre a renovação das folhas das árvores. E é interessante observar, que o desfolhamento acontece, as árvores ficam desnudadas, iniciando o processo de renovação das folhagens. Entretanto, tudo isso ocorre e as pessoas não notam.
E no silêncio do outono, tipicamente uma estação intermediária, vem a chuva fina, lenta, numa cumplicidade afinada, para simplesmente regar a terra, nutrir as plantas e as árvores.
Assim sendo, as folhas brotam e molhadas pela chuva, mostram um verde cada vez maior. Parece que a natureza está dizendo com o outono, que vale a pena viver.

E no silêncio do outono.
A estação do outono é peculiar em suas funções. E de modo tão sublime traz a frutificação das árvores.
Existem árvores que só frutificam nesta estação. E as que frutificam no decorrer do ano todo, neste período frutificam mais, e os seus frutos são também mais viçosos e extremamente saborosos.
E no silêncio do outono, as coisas vão acontecendo, numa sintonia inigualável, num processo de harmonizar, com a chuva fina e o equilíbrio que a natureza vai tomando, ordenando tudo que é preciso, coisas que foram deixadas de modo acentuadamente intenso pelo verão.

E no silêncio do outono.
E no silêncio do outono, Deus costuma agir de modo bem outonal na vida nossa de todos os dias.
A sua atuação em nós e por nós é silenciosa.
Muitas vezes, nem ao menos percebemos o quanto o Senhor Deus está agindo. E por não conseguirmos perceber, costumamos reclamar, colocar as nossas queixas e os nossos lamentos diante do Senhor. E até, chegamos a ser extremistas, achando que Deus se esqueceu de nós.
Entretanto, acima dos nossos imensos lamentos, está o Senhor, silenciosamente fazendo acontecer milagre e revelando sua soberania, para nos fazer mais do que vencedores.
Como na estação do outono, ocorre o desfolhamento das plantas e árvores, para a renovação das folhas e a frutificação, que Deus permita que em nossas vidas, a esperança e a fé sempre sejam renovadas. E que tudo que sonhamos se torne novo, totalmente realidade em nossas vidas.
E como também, na estação do outono, ocorre a frutificação, que possamos ser frutíferos em nossas atitudes com o próximo, e que sejamos bondosos, frutificando em toda a boa obra (Cl. 1:10).
Assim sendo, como o outono também é uma estação intermediária, é a estação que fica no meio, entre o verão e o inverno, Jesus Cristo age como mediador entre Deus e o homem (ITm. 2:5).
E em nome de Jesus, temos regalias, prerrogativas e direitos, e podemos ser fortalecidos para enfrentar todas as circunstâncias da vida, tendo a certeza de que seremos vitoriosos sempre, conquistando pra sempre, em Cristo, muito mais além do que imaginamos ou sonhamos.
Então, vamos vivendo cada dia de uma vez, no silêncio do outono.



Tenha uma vida outonal.
E que deus lhe abençoe muitíssimo!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Era uma vez.


O justo ficará em memória eterna.
Sl. 112:6.



O interessante deste livro, é que as páginas começaram a ser escritas, por uma esferográfica diferente, era uma esferográfica que continha o sangue de Jesus Cristo.
E aí começa a história da vida, no livro da vida do homem, onde cabe em cada página, página por página, uma escrita à risca, com muitos detalhes minuciosos, dentro de um propósito, para que a história seja plenamente emocionante.
As páginas, em relação ao protagonista do livro, tinham muitos capítulos e episódios distintos:
Página grampeada.
É uma página, que o homem grampeia, pra não ter mais que passar por ela.
Página dobrada.
É uma página, que o homem dobra, pra voltar a ela em algum momento ou em muitos momentos, quantas vezes puder.
Página arrancada.
É uma página, que é arrancada bruscamente. E tende a estragar o livro.
Página amassada.
É uma página, que é amassada, para ser jogada fora, e o homem tendo assim, a sensação de alívio, pelo fim de um problema.
Página colada.
É uma página, que é colada, para não estragar o livro, mas também, evita que o homem viva de novo um momento que já foi colado, a página ficou colada.
Página rasgada.
É uma página rasgada, num ímpeto da emoção. E para que não se repita, o homem rasga a página pra nunca mais.
Página riscada.
É uma página riscada. E a partir daí, o homem não quer mais viver outra vez o que não foi bom, e risca a página.
Página difícil de ser lida.
É uma página, que envolve momentos, que o homem não consegue entender o que está acontecendo em sua vida, e quer saber o motivo de tudo.
Página difícil de ser entendida.
É uma página, que não revela entendimento algum. São aqueles momentos em que parece que nada está dando certo; e parece que Deus não está nem aí. E o homem se esquece de que foi o próprio Deus que escreveu esta página.
Página emocionante.
É uma página, onde o homem vive a mercê de tantas emoções, que não quer nunca virar a página, de tão bom que é o momento.
Página virada.
É uma página, que o homem quer que passe logo. E a partir de tanta pressa, ele tenta virar a página sozinho. Porém, ele se esquece que não pode fazer coisa alguma sozinho.
Página monótona.
É uma página, que o homem não quer viver. Tenta mudanças e não consegue, porque a monotonia está ali, na página monótona.
Página radical.
É uma página, onde o que realmente vale a pena, é o que está sendo vivido, o momento e mais nada além disso.
Página em branco.
É uma página, em que não há coisa alguma escrita. Pode ser considerada uma página dos segredos do homem com o seu escritor, o autor do livro de sua vida.
Página começando a ser escrita outra vez.
É uma página, que é tão boa de ser lida, que o homem quer que se repita muitas e muitas vezes.
Página corrigida.
É uma página, que precisa ser corrigida. É tipicamente algo que precisa ser consertado, reparado.
Página apagada.
É uma página, que tende a ser apagada, pra nunca mais ser vivida pelo homem.
Algo que passou mesmo de sua vida e não volta mais.
Página que todos querem reler.
É uma página, que todos admiram e querem reler por tanta admiração. É aquele momento de vitória, que todos admiram e aplaudem o homem vencedor.
Página amarelada.
É uma página, que registra momentos passados, que ninguém quer ler, por terem sido muito tristes.
Página final.
É uma página, que mostra o fim da história do homem.
Página seguindo.
É uma página especial, para quem vive uma história com Jesus.
A página continua, porque a vida continua.

E assim é o livro da vida do homem, com páginas que formam a sua história.
História esta, que só Deus sabe fazer a sua pontuação gráfica, com vírgulas, pontos, exclamações, interrogações, reticências e ponto final.
O mais bonito deste livro, com a história da vida do homem, transforma o ponto final em reticências, porque em Cristo Jesus, passamos a ser eternos. E a história não acaba, a vida continua, porque a vida é eterna no Senhor.



Tenha uma linda história de vida com Jesus.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

A lagarta.


Novidade de vida.
Rm. 6:4.



A lagarta nos ensina que o casulo não é o fim.
É apenas um processo de metamorfose, para um novo começo, uma nova história: A borboleta.
Deus, muitas vezes, nos leva a um casulo, para que sejamos mudados, transformados, dentro de sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2).
E assim, mudados, saímos do casulo, e passamos a viver uma nova história, tal qual Deus quer para as nossas vidas.



Tenha uma vida de boas surpresas.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

terça-feira, 17 de março de 2015

Em pauta, Babilônia.


Caiu, caiu, a grande Babilônia!
Ap. 18:2.



Neste domingo passado, dia 15 de Março de 2015, houve um manifesto popular em todo o Brasil, onde o povo brasileiro começou a gritar por mudanças.
É importante protestar, manifestando pacificamente o desagrado pelo que está ruim, e reivindicar o que quer, porque um povo mudo não muda.
A rigor de tudo isso, o que pode ser visto nitidamente, é um país, que não tem sido, em momento algum, mãe gentil com seus filhos, e uma pátria que não tem sido tão amada assim, pelos políticos, que se tornaram sinônimo de corruptos.
E a vida vai seguindo para cada um de nós.
É a vida que continua e que vai revelando que estamos vivendo na Babilônia.
De modo combinado, a emissora de televisão, que tem sido uma condutora maléfica para a família brasileira, está vindo com força total, com a novela Babilônia.
Esta novela vai tratar, de modo bem direto, da total desmoralização de um pastor evangélico e de sua família.

Em pauta, Babilônia.
A realidade babilônica, jamais pode ser tão atual como nos dias de hoje.
O império babilônico, comandado por Nabucodonozor, levou cativo por setenta anos, a tribo de Judá e Benjamim para Babilônia.
Assim sendo, foi cumprida a fala do profeta Jeremias, que disse que o povo judeu se tornaria cativo da Babilônia por este tempo.
Na cidade da Babilônia, havia uma permissividade do que era profano, do que era imoral. E abertamente as pessoas viviam na prostituição, com uma rotina abominável de idolatria, onde tudo podia ser feito, numa dissolução absurda.
O que pode ser visto nos dias atuais, é que estamos vivendo um tempo apocalíptico, onde em tudo, a realidade babilônica está cada vez mais em pauta.
A Babilônia nunca foi tão real, como nos dias de hoje.

Em pauta, Babilônia.
Hoje a Babilônia é geograficamente o Iraque, palco de assolação perpétua, tal qual foi a profecia de Jeremias (Jr. 51:26).
Na Babilônia, havia muitas maravilhas, em seu cenário natural.
Não se sabe como foram transportadas as enormes pedras para as construções, nem como foram cortadas tão justas.
Os Jardins Suspensos da Babilônia, eram uma das sete maravilhas do mundo.
O templo de Bel, tinha a altura de duzentos metros.
Até hoje, no mundo inteiro, não há catedral tão alta.
Era neste templo que Nabucodonozor guardava os vasos sagrados que havia levado do templo de Jerusalém.
A própria cidade, situada no meio de planícies férteis, foi o centro do comércio do mundo antigo.
As muralhas de Babilônia, tinham mais de cem metros de altura, e a largura era tal, que dois carros de guerra, puxados por dois cavalos, podiam andar lado a lado em cima.
Cada lado da cidade tinha vinte e cinco portas de bronze. De cada porta partia uma rua, cuja distância era de seis quilômetros da outra extremidade.
É visto o absurdo da ostentação, da impiedade, da idolatria e da vaidade de Babilônia, quando ela é mencionada no livro de Apocalipse, na figura de uma prostituta com sete cabeças e dez chifres, simbolizando a besta.
Entretanto, diante de tudo abusivamente que apocalipticamente tem sido feito, no flagelo da sétima taça, Deus se lembra da grande Babilônia, para dar-lhe o cálice do furor da sua ira (Ap. 16:17-19).
E como caiu a grande Babilônia (Ap. 18:2), todos os absurdos babilônicos que estão em pauta, irão cair, porque o Senhor irá dar o cálice do furor da sua ira.
Resta a cada um de nós, apenas obedecer a palavra de Deus, para que não nos transformemos em babilônicos.



Tenha uma vida de paz em Jerusalém.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!