Aprendei de mim.
Mt. 11:29.
"Eu estou vivendo um aprendizado."
Ilza Amorim de Andrade.
Esta foi a frase que a minha irmã Ilza, ou Ilziquita como eu a chamava, ou Miuda como meu pai a chamava, disse no período de seu calvário de nove dias internada no hospital, até a sua partida para o reino celestial com Jesus, no dia 27 de Novembro de 2012, terça-feira, onde uma multidão esteve presente em seu momento final nesta terra.
E tal qual ela havia sonhado, no dia do seu sepultamento, caiu um grande temporal, e de repente parou tudo, duas nuvens se separaram e o sol acompanhou o cortejo de seu funeral.
Dentro do aprendizado que Ilza viveu, ela foi aprovada pelo Senhor Jesus, o Mestre dos mestres. E por causa desta aprovação, pelo bom combate que foi combatido, ela acabou a carreira, guardou a fé e recebeu a coroa da justiça (II Tm. 4:7-8).
Nós nunca imaginamos quando será o último momento, ou a última fala de quem amamos conosco neste mundo. Por isso, é muito importante que saibamos aproveitar cada momento que a vida nos proporciona com quem amamos, ao lado ou por telefone, não importa; o que importa mesmo é vivenciar o amor uns com os outros, porque a vida passa rapidamente e nós voamos (Sl. 90:10).
De Ilza, minha irmã tão querida, que se foi muito prematuramente aos quarenta e nove anos, restam apenas as boas lembranças, registradas em fotos e filmagens, das suas boas gargalhadas que de vez em quando vem à tona, além de tudo que fica para sempre guardado no coração, trazendo muitas saudades.
Entretanto, fica a certeza de que atrás da cruz ela venceu e anulou o poder da morte, tendo a realidade nela da vida eterna com o Senhor Jesus Cristo..
Deus não tirou Ilza de nós, mas tomou de volta o que era dele.
Tudo isso foi um aprendizado para ela e para todos nós que a amamos e a amaremos para sempre.
Saudades de Ilza.
Saudades de minha irmã Ilziquita.
Saudades para sempre...
Até breve!
Tenha a realidade do aprendizado com Cristo todos os dias para alcançar a vida eterna.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
A feijoada.
Vós sois o sal da terra (Mt. 5:13).
A feijoada é um guisado saboroso de feijão com diversos tipos de carnes (carne-seca, lombinho de porco, linguiça, etc.).
É um prato com origem no Norte de Portugal, e que hoje em dia constitui um dos pratos mais típicos da cozinha brasileira.
A feijoada é acompanhada com arroz, couve refogada, laranja fatiada, farofa, entre outros ingredientes, que são típicos a este prato tão delicioso.
Normalmente, a feijoada é um prato usado em reunião de muitas pessoas. Porque não tem graça fazer feijoada pra pouca gente, por ser uma comida que exige um número grande de pessoas.
Eu particularmente aprecio muito uma boa feijoada. E lembro muito da minha infância, quando tinha feijoada em nossa casa, normalmente aos domingos, e eu e minha irmã Ilza ficávamos almoçando com o meu pai, ele fazia capitão da feijoada, que era um bolinho que ele fazia unindo a farofa, o arroz, a feijoada e nos dava.
Era muito bom!
Bons tempos!
Boas lembranças!
Saudades!
Hoje é dia de feijoada.
E como é dia de feijoada, estou cozinhando feijão, tendo de dessalgar as carnes salgadas.
Na vida nossa de todos os dias é assim também.
Jesus disse que nós somos sal da terra (Mt. 5:13); e dentro desta realidade de uma identidade conferida a nós pelo Senhor, não devemos jamais ter uma alternância em nossa identidade, ficando inclinados a ser salgados, porque os extremos não nos fazem bem nem aos outros que nos rodeiam.
Assim, devemos ser sal hoje, amanhã e sempre, dando gosto a todos que estão amargos, e precisam se tornar equilibrados na vontade de viver, valorizando a história escrita por Deus.
Muitos vivem a mercê de extremos do sal que devem ser, ficando sempre bem salgados, com suas histórias de vida sem nexo algum, sem ânimo de vida e completamente indispostos às mudanças.
Os extremos não fazem bem.
Para fazer um bolo comum é só juntar todos os ingredientes, bater bastante, levar ao forno para assar e está pronto.
Entretanto para o preparo de uma feijoada não podemos juntar todos os ingredientes e levar ao cozimento, porque as carnes salgadas sem serem dessalgadas simplesmente estragam toda a feijoada, deixando-a muito salgada e certamente com um gosto insuportável para comer.
Por isso, é preciso haver diversas etapas de dessalgamento das carnes, até que tudo esteja em completo equilíbrio de sabor para o preparo da feijoada.
Não podemos ser extremistas em coisa alguma, salgados em nossas atitudes, decisões e falas na obra de Deus, de apregoarmos o santo evangelho de Jesus Cristo.
É necessário haver equilíbrio em tudo que realizamos para o Senhor, para que o agrademos. E assim haja a plena aprovação divina em tudo.
E com a identidade de sal seremos o dispositivo necessário e essencial para que vidas sejam transformadas e totalmente mudadas para o reino dos céus.
Viva com equilíbrio, seja sal; e de vez em quando curta com os que você ama uma deliciosa feijoada.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
A feijoada é um guisado saboroso de feijão com diversos tipos de carnes (carne-seca, lombinho de porco, linguiça, etc.).
É um prato com origem no Norte de Portugal, e que hoje em dia constitui um dos pratos mais típicos da cozinha brasileira.
A feijoada é acompanhada com arroz, couve refogada, laranja fatiada, farofa, entre outros ingredientes, que são típicos a este prato tão delicioso.
Normalmente, a feijoada é um prato usado em reunião de muitas pessoas. Porque não tem graça fazer feijoada pra pouca gente, por ser uma comida que exige um número grande de pessoas.
Eu particularmente aprecio muito uma boa feijoada. E lembro muito da minha infância, quando tinha feijoada em nossa casa, normalmente aos domingos, e eu e minha irmã Ilza ficávamos almoçando com o meu pai, ele fazia capitão da feijoada, que era um bolinho que ele fazia unindo a farofa, o arroz, a feijoada e nos dava.
Era muito bom!
Bons tempos!
Boas lembranças!
Saudades!
Hoje é dia de feijoada.
E como é dia de feijoada, estou cozinhando feijão, tendo de dessalgar as carnes salgadas.
Na vida nossa de todos os dias é assim também.
Jesus disse que nós somos sal da terra (Mt. 5:13); e dentro desta realidade de uma identidade conferida a nós pelo Senhor, não devemos jamais ter uma alternância em nossa identidade, ficando inclinados a ser salgados, porque os extremos não nos fazem bem nem aos outros que nos rodeiam.
Assim, devemos ser sal hoje, amanhã e sempre, dando gosto a todos que estão amargos, e precisam se tornar equilibrados na vontade de viver, valorizando a história escrita por Deus.
Muitos vivem a mercê de extremos do sal que devem ser, ficando sempre bem salgados, com suas histórias de vida sem nexo algum, sem ânimo de vida e completamente indispostos às mudanças.
Os extremos não fazem bem.
Para fazer um bolo comum é só juntar todos os ingredientes, bater bastante, levar ao forno para assar e está pronto.
Entretanto para o preparo de uma feijoada não podemos juntar todos os ingredientes e levar ao cozimento, porque as carnes salgadas sem serem dessalgadas simplesmente estragam toda a feijoada, deixando-a muito salgada e certamente com um gosto insuportável para comer.
Por isso, é preciso haver diversas etapas de dessalgamento das carnes, até que tudo esteja em completo equilíbrio de sabor para o preparo da feijoada.
Não podemos ser extremistas em coisa alguma, salgados em nossas atitudes, decisões e falas na obra de Deus, de apregoarmos o santo evangelho de Jesus Cristo.
É necessário haver equilíbrio em tudo que realizamos para o Senhor, para que o agrademos. E assim haja a plena aprovação divina em tudo.
E com a identidade de sal seremos o dispositivo necessário e essencial para que vidas sejam transformadas e totalmente mudadas para o reino dos céus.
Viva com equilíbrio, seja sal; e de vez em quando curta com os que você ama uma deliciosa feijoada.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
sábado, 13 de outubro de 2012
O convite
Ide convidai.
Mt. 22:9.
Um convite é uma boa oportunidade pra sair da superfície e mergulhar nas águas profundas de algo que poderá ser surpreendente, pois estará financiando um campo espaçoso de uma nova vida.
A história de vida de cada um de nós é composta por muitas etapas. E nestas etapas surgem oportunidades que constam como um convite que jamais pode ser desperdiçado.
Existem quatro coisas na vida que jamais voltam:
- Uma pedra lançada.
- Um tempo passado.
- Uma palavra dita.
- Uma oportunidade perdida.
Um convite é a chance que dá o início para uma boa oportunidade que jamais deve ser perdida, porque a condição maior da oportunidade, é que ela não se repete na vida. Deus, por intermédio de Jesus Cristo, trouxe para cada um de nós um convite, o maior de todos; e de modo sequencial, foi registrada uma boa oportunidade que precisa ser aproveitada e assumida, que é o seu plano salvador e na certeza de cidadania celestial, que o fará morar para sempre no céu.
Assim sendo, a maior e melhor de todas as oportunidades é viver uma vida com vida em Cristo todos os dias. Jesus Cristo veio, para que através da oportunidade do plano da salvação aceita, o homem viva uma vida abundante em Cristo com vitórias destacáveis que o leva a ser mais do que vencedor (Rm. 8:37). Tenha uma vida sempre de vida viva em Cristo, estando na sala do banquete divino; e tendo o estandarte do amor em todos os seus momentos.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Aliança de sal.
Porventura não vos convém saber que o Senhor Deus de Israel deu para sempre a Davi a soberania sobre Israel, a ele e a seus filhos, por um concerto de sal?
II Cr. 13:5.
O pelicano, a gaivota e o albatroz são aves marinhas, que saciam a sede com água salgada.
A maior parte do sal contido no organismo destes animais, é eliminado por um par de glândulas, situadas abaixo dos olhos, chamadas glândulas de sal. Sem elas, estes animais, que chegam a passar meses em alto mar bebendo água e alimentando-se de peixes, não conseguiriam sobreviver.
Quando a ave bebe a água salgada, o sal entra na corrente sanguínea e é conduzido às glândulas para filtragem.
Estes microórgãos têm uma estrutura semelhante a dos nossos rins.
O sangue entra nos microórgãos por capilares localizados ao lado de células secretoras, que têm a função de fazer a dessalinização.
O sal extraído por estas células passa por tubos secretos, conectados à cavidade nasal e, em seguida eliminado pelas narinas em forma de líquidos.
É por isso que se vê uma mancha branca no bico do pássaro.
Parte do sal é excretado pelos rins, fezes e urina, porém, em menor quantidade que as glândulas de sal.
Estas glândulas de sal são encontradas em répteis marinhos.
O sal é utilizado para dar sabor aos alimentos.
Sua constituição química iônoca, age no combate direto aos alimentos ruins e amargos, deixando-os mais adocicados.
Assim como o sal nestes animais marinhos entra na corrente sanguínea, com a função de filtragem das toxinas; em nossas vidas houve um pacto de sal, uma aliança, através do Senhor Jesus Cristo, a descendência real de Davi, que através se seu sacrifício expiatório na cruz do calvário, trouxe com o vertimento do seu sangue, a sedimentação deste concerto, onde foi determinante e definitivo a todos nós, vida com vida.
A aliança de sal para os filhos de Israel foi feita perpetuamente (Nm. 18:19).
Nós, filhos de Israel, por intermédio do Senhor e Salvador Jesus Cristo, alcançamos o direito e o privilégio de obter o pacto perpétuo de sal. E através deste concerto, fomos transformados em sal da terra, para a propagação grandiosa desta aliança a outras vidas (Mt. 5:13).
Existem momentos na vida muito desafiadores, onde somos levados a guerrear e superar tudo, vencendo no Vale do Sal (II Sm. 8:13).
A grandeza incomensurável do amor de Deus nos atingiu, para termos com ele, por meio de Jesus Cristo, um pacto, uma aliança perpétua de sal. E assim, sermos sal, para darmos sabor à vida de outros, que vivem sob o pacto amargo da perdição.
Tenha uma vida de aliança de sal sempre.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
II Cr. 13:5.
O pelicano, a gaivota e o albatroz são aves marinhas, que saciam a sede com água salgada.
A maior parte do sal contido no organismo destes animais, é eliminado por um par de glândulas, situadas abaixo dos olhos, chamadas glândulas de sal. Sem elas, estes animais, que chegam a passar meses em alto mar bebendo água e alimentando-se de peixes, não conseguiriam sobreviver.
Quando a ave bebe a água salgada, o sal entra na corrente sanguínea e é conduzido às glândulas para filtragem.
Estes microórgãos têm uma estrutura semelhante a dos nossos rins.
O sangue entra nos microórgãos por capilares localizados ao lado de células secretoras, que têm a função de fazer a dessalinização.
O sal extraído por estas células passa por tubos secretos, conectados à cavidade nasal e, em seguida eliminado pelas narinas em forma de líquidos.
É por isso que se vê uma mancha branca no bico do pássaro.
Parte do sal é excretado pelos rins, fezes e urina, porém, em menor quantidade que as glândulas de sal.
Estas glândulas de sal são encontradas em répteis marinhos.
O sal é utilizado para dar sabor aos alimentos.
Sua constituição química iônoca, age no combate direto aos alimentos ruins e amargos, deixando-os mais adocicados.
Assim como o sal nestes animais marinhos entra na corrente sanguínea, com a função de filtragem das toxinas; em nossas vidas houve um pacto de sal, uma aliança, através do Senhor Jesus Cristo, a descendência real de Davi, que através se seu sacrifício expiatório na cruz do calvário, trouxe com o vertimento do seu sangue, a sedimentação deste concerto, onde foi determinante e definitivo a todos nós, vida com vida.
A aliança de sal para os filhos de Israel foi feita perpetuamente (Nm. 18:19).
Nós, filhos de Israel, por intermédio do Senhor e Salvador Jesus Cristo, alcançamos o direito e o privilégio de obter o pacto perpétuo de sal. E através deste concerto, fomos transformados em sal da terra, para a propagação grandiosa desta aliança a outras vidas (Mt. 5:13).
Existem momentos na vida muito desafiadores, onde somos levados a guerrear e superar tudo, vencendo no Vale do Sal (II Sm. 8:13).
A grandeza incomensurável do amor de Deus nos atingiu, para termos com ele, por meio de Jesus Cristo, um pacto, uma aliança perpétua de sal. E assim, sermos sal, para darmos sabor à vida de outros, que vivem sob o pacto amargo da perdição.
Tenha uma vida de aliança de sal sempre.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Duas caras.
Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Mt.22:21.
Dentro da realidade diária da rotina da vida, vemos de maneira muito comum pessoas usando o termo "duas caras", no sentido de alguns um dia serem de uma forma e no outro dia serem de outra forma, numa inconstância de personalidade bem acentuada, que muitas vezes agride a si mesmo, provocando um desgaste imenso.
A vida nos traz uma proposta linda de sermos essencialmente nós mesmos, nunca fugirmos a isso e revelamos "duas caras".
Jesus Cristo quando foi questionado sobre o direito de pagar o tributo, ou seja, um imposto lançado ao povo pelo governo, ele de maneira automática pergunta de quem era a imagem na moeda. E ao lhe responderem que era de César, ele ordena que seja dado a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Temos a tendência de fugir sempre das responsabilidades a nós atribuídas, e diante das fugas, o ajuste mais cômodo e fácil é lançar ao próximo essas atribuições e na tendência única até culpá-lo se algo der errado.
Não podemos viver de "duas caras".
O que deve ser vivido no cotidiano, o que é de César tem de ser dado a César, pois estamos sujeitos às autoridades (Rm. 13:1-2) e devemos cumprir os nossos deveres de cidadania.
Somos cidadãos do céu (Sl. 15:1-5) com legalidade nesta terra. Portanto, não podemos jamais ficar vulneráveis, descompromissados de nós mesmos.
Temos um compromisso com Deus. E por causa desse compromisso, precisamos honrar os nossos compromissos cesarianos.
A realidade é a "cara e coroa" da moeda da vida.
Tudo tem um preço. Porém, nós fomos comprados por um bom preço (I Co. 7:23). Por isso, temos através da fé a moeda que nos dá o direito de investirmos nas promessas divinas com lucro certo.
Tenha uma vida de apenas uma face, a face de Cristo refletindo em você.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Mt.22:21.
Dentro da realidade diária da rotina da vida, vemos de maneira muito comum pessoas usando o termo "duas caras", no sentido de alguns um dia serem de uma forma e no outro dia serem de outra forma, numa inconstância de personalidade bem acentuada, que muitas vezes agride a si mesmo, provocando um desgaste imenso.
A vida nos traz uma proposta linda de sermos essencialmente nós mesmos, nunca fugirmos a isso e revelamos "duas caras".
Jesus Cristo quando foi questionado sobre o direito de pagar o tributo, ou seja, um imposto lançado ao povo pelo governo, ele de maneira automática pergunta de quem era a imagem na moeda. E ao lhe responderem que era de César, ele ordena que seja dado a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Temos a tendência de fugir sempre das responsabilidades a nós atribuídas, e diante das fugas, o ajuste mais cômodo e fácil é lançar ao próximo essas atribuições e na tendência única até culpá-lo se algo der errado.
Não podemos viver de "duas caras".
O que deve ser vivido no cotidiano, o que é de César tem de ser dado a César, pois estamos sujeitos às autoridades (Rm. 13:1-2) e devemos cumprir os nossos deveres de cidadania.
Somos cidadãos do céu (Sl. 15:1-5) com legalidade nesta terra. Portanto, não podemos jamais ficar vulneráveis, descompromissados de nós mesmos.
Temos um compromisso com Deus. E por causa desse compromisso, precisamos honrar os nossos compromissos cesarianos.
A realidade é a "cara e coroa" da moeda da vida.
Tudo tem um preço. Porém, nós fomos comprados por um bom preço (I Co. 7:23). Por isso, temos através da fé a moeda que nos dá o direito de investirmos nas promessas divinas com lucro certo.
Tenha uma vida de apenas uma face, a face de Cristo refletindo em você.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Fugindo às regras.
Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo.
Fp. 3:16.
A vida tem propostas lindas em seus conceitos belos, que identificam o poder de Deus para cada um de nós.
Dentro da imensidão de propostas que se apresentam todos os dias, há regras estipuladas, nada que seja difícil de seguir, se estivermos entranhados no registro vivo e eficaz do infinito amor de Deus. Porém, muitas vezes fugimos às regras por tantas convicções próprias, conceitos que nós estipulamos e até preconceitos que nós impomos aos outros e a nós mesmos, como se fôssemos os donos exclusivos da verdade (Is. 28:13).
Nós somos efêmeros em nossas opiniões e regras de vida; e classificamos tudo como se fosse definitivo e irrevogável para nós e para os outros.
É irônico ver como fugimos às regras em relação a nós mesmos, sempre buscando ir ao encontro delas de modo ferrenho, quando se trata da vida dos outros, como verdadeiros juízes, sentenciando, decretando.
Somos o que somos e não há como rebuscarmos mudanças naquuilo que é essência em nós.
José tinha tudo para ser um homem revoltado e vingativo, em relação à injustiça que os seus irmãos lhe fizeram, vendendo-o como escravo para os ismaelitas (Gn. 37:1-28); e depois por tudo que passou, sendo caluniado pela mulher de Potifar, o capitão da guarda do exército de Faraó, que o levou a ficar encarcerado (Gn. 39:1-23).
Entretanto, José fugiu completamente às regras de uma vida revoltada, vingativa e derrotada, para ser honrado por Deus, que realizou todos os seus sonhos e o colocou num grau de importância e destaque não só no Egito, mas para todo o mundo contemplar e admirar, porque ele preferiu viver sob a vontade de Deus (Gn. 41:1-57).
Os verdadeiros sonhos jamais podem ser interrompidos ou destruídos, quando vivemos a regra do amor e do perdão.
Através do ato lindo do perdão ao próximo, seja ele quem for e seja lá o que ele tenha feito contra nós, na regra do perdão, que vem a partir do amor de Deus em nossos corações, crescemos em Cristo Jesus, nos agigantamos em tudo, no ápice maior da fé, a esperança, e nos tornamos vencedores em todas as situações da vida.
O caminho de Deus, Jesus Cristo, é pleno e perfeito.
A verdade de Deus, Jesus Cristo, é única.
A vida de Deus, Jesus Cristo, é suficiente, é com paz e amor, é eterna.
A maior e melhor de todas as regras, para que nós tenhamos uma caminhada de vida e de fé maravilhosa, repleta de conquistas e vitórias, é vivermos na ênfase do amor de Deus em atitudes, perdoando indistintamente a todos.
Tenha um vida de regras de amor e perdão.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Fp. 3:16.
A vida tem propostas lindas em seus conceitos belos, que identificam o poder de Deus para cada um de nós.
Dentro da imensidão de propostas que se apresentam todos os dias, há regras estipuladas, nada que seja difícil de seguir, se estivermos entranhados no registro vivo e eficaz do infinito amor de Deus. Porém, muitas vezes fugimos às regras por tantas convicções próprias, conceitos que nós estipulamos e até preconceitos que nós impomos aos outros e a nós mesmos, como se fôssemos os donos exclusivos da verdade (Is. 28:13).
Nós somos efêmeros em nossas opiniões e regras de vida; e classificamos tudo como se fosse definitivo e irrevogável para nós e para os outros.
É irônico ver como fugimos às regras em relação a nós mesmos, sempre buscando ir ao encontro delas de modo ferrenho, quando se trata da vida dos outros, como verdadeiros juízes, sentenciando, decretando.
Somos o que somos e não há como rebuscarmos mudanças naquuilo que é essência em nós.
José tinha tudo para ser um homem revoltado e vingativo, em relação à injustiça que os seus irmãos lhe fizeram, vendendo-o como escravo para os ismaelitas (Gn. 37:1-28); e depois por tudo que passou, sendo caluniado pela mulher de Potifar, o capitão da guarda do exército de Faraó, que o levou a ficar encarcerado (Gn. 39:1-23).
Entretanto, José fugiu completamente às regras de uma vida revoltada, vingativa e derrotada, para ser honrado por Deus, que realizou todos os seus sonhos e o colocou num grau de importância e destaque não só no Egito, mas para todo o mundo contemplar e admirar, porque ele preferiu viver sob a vontade de Deus (Gn. 41:1-57).
Os verdadeiros sonhos jamais podem ser interrompidos ou destruídos, quando vivemos a regra do amor e do perdão.
Através do ato lindo do perdão ao próximo, seja ele quem for e seja lá o que ele tenha feito contra nós, na regra do perdão, que vem a partir do amor de Deus em nossos corações, crescemos em Cristo Jesus, nos agigantamos em tudo, no ápice maior da fé, a esperança, e nos tornamos vencedores em todas as situações da vida.
O caminho de Deus, Jesus Cristo, é pleno e perfeito.
A verdade de Deus, Jesus Cristo, é única.
A vida de Deus, Jesus Cristo, é suficiente, é com paz e amor, é eterna.
A maior e melhor de todas as regras, para que nós tenhamos uma caminhada de vida e de fé maravilhosa, repleta de conquistas e vitórias, é vivermos na ênfase do amor de Deus em atitudes, perdoando indistintamente a todos.
Tenha um vida de regras de amor e perdão.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Muros e pontes.
E o muro caiu abaixo.
Js. 6:20.
Deus ordenou ao povo de Israel que rodeasse as muralhas de Jericó uma vez por dia silenciosamente. e no sétimo dia rodeasse sete vezes; e após a sétima vez gritassem para que os muros caíssem. E isso aconteceu. Os muros de Jericó afundaram numa profundidade de quarenta metros, mostrando a soberania divina com o povo de Israel para a conquista vitoriosa de Jericó.
Os muros precisam cair.
Normalmente quando alguém constrói uma casa para viver, a tendência é construir de imediato um muro para cercar a casa, como proteção.
Ninguém faz ponte de sua casa para outra casa.
O homem atual, dentro de tanto desenvolvimento tecnológico, numa crescente assustadora, está cada vez mais distante do que antes era tão bom e normal, como: A rotina de dar "Bom dia", "Boa tarde", "Boa noite"; comprar pão na padaria, ter amizade com os vizinhos de sua rua, etc.
Parece que as coisas boas do passado ficaram no passado,e as pessoas que mantinham bons relacionamentos também ficaram no passado, não interessa mais.
O homem está construindo cada vez mais muros ao redor de sua casa, que é ele mesmo, muros de isolamento, sendo um inimigo dele mesmo, como se fosse ruim estar com os outros.
E assim, há uma crescente de síndromes de medos e outras doenças psicossomáticas, por causa dos muros de isolamento.
O homem precisa construir pontes de relacionamento, porque não há como o homem viver isolado.
Jesus nos ensina a amarmos uns aos outros (Jo. 13:34-35).
Precisamos cuidar dos nossos sentimentos que revelam a essência do caráter divino em nossas vidas, principalmente o amor, que é o sinônimo do que Deus é (I Jo. 4:8).
Quando vivemos o amor em toda a sua plenitude, reconhecemos o valor do próximo, seja ele quem for; e buscamos entender a razão de Deus ter permitido que em nossa caminhada de vida ele surgisse caminhando conosco.
É tempo de destruirmos os muros de isolamento e construirmos pontes, muitas pontes de relacionamento.
Os muros nos isolam, nos atrofiam e nos impedem de sermos livres no Senhor Jesus Cristo.
Precisamos fazer pontes de bons relacionamentos e derrubar os muros de isolamento, porque assim estaremos fazendo o bem a nós mesmos, a nossa rotina será de bênçãos e seremos bênçãos para outras vidas também, nessa linda história escrita por Deus.
Tenha uma vida de muitas construções de pontes...
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
Js. 6:20.
Deus ordenou ao povo de Israel que rodeasse as muralhas de Jericó uma vez por dia silenciosamente. e no sétimo dia rodeasse sete vezes; e após a sétima vez gritassem para que os muros caíssem. E isso aconteceu. Os muros de Jericó afundaram numa profundidade de quarenta metros, mostrando a soberania divina com o povo de Israel para a conquista vitoriosa de Jericó.
Os muros precisam cair.
Normalmente quando alguém constrói uma casa para viver, a tendência é construir de imediato um muro para cercar a casa, como proteção.
Ninguém faz ponte de sua casa para outra casa.
O homem atual, dentro de tanto desenvolvimento tecnológico, numa crescente assustadora, está cada vez mais distante do que antes era tão bom e normal, como: A rotina de dar "Bom dia", "Boa tarde", "Boa noite"; comprar pão na padaria, ter amizade com os vizinhos de sua rua, etc.
Parece que as coisas boas do passado ficaram no passado,e as pessoas que mantinham bons relacionamentos também ficaram no passado, não interessa mais.
O homem está construindo cada vez mais muros ao redor de sua casa, que é ele mesmo, muros de isolamento, sendo um inimigo dele mesmo, como se fosse ruim estar com os outros.
E assim, há uma crescente de síndromes de medos e outras doenças psicossomáticas, por causa dos muros de isolamento.
O homem precisa construir pontes de relacionamento, porque não há como o homem viver isolado.
Jesus nos ensina a amarmos uns aos outros (Jo. 13:34-35).
Precisamos cuidar dos nossos sentimentos que revelam a essência do caráter divino em nossas vidas, principalmente o amor, que é o sinônimo do que Deus é (I Jo. 4:8).
Quando vivemos o amor em toda a sua plenitude, reconhecemos o valor do próximo, seja ele quem for; e buscamos entender a razão de Deus ter permitido que em nossa caminhada de vida ele surgisse caminhando conosco.
É tempo de destruirmos os muros de isolamento e construirmos pontes, muitas pontes de relacionamento.
Os muros nos isolam, nos atrofiam e nos impedem de sermos livres no Senhor Jesus Cristo.
Precisamos fazer pontes de bons relacionamentos e derrubar os muros de isolamento, porque assim estaremos fazendo o bem a nós mesmos, a nossa rotina será de bênçãos e seremos bênçãos para outras vidas também, nessa linda história escrita por Deus.
Tenha uma vida de muitas construções de pontes...
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Amém.
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