domingo, 12 de janeiro de 2014

Somente uma palavra.



Somente uma palavra.
Mt. 8:8.


Devido a falta de água, tenho de acordar mais cedo do que costumo acordar, em torno de 4:30hs, para ligar a bomba dágua e abastecer o reservatório de água, antes que os vizinhos acordem. Pois depois das 6hs, todos começam a ligar as suas bombas, e a água logo se vai depois das 8hs; e muitas vezes antes disso.

E hoje, esperando a caixa dágua encher, fiquei refletindo sobre este detalhe, de apressar-se antes do outro, em alguma situação.
A tendência de quem se antecipa diante de quaisquer fatos, é chegar primeiro, é adquirir privilégios, é assumir vantagens, dentro do que se quer e muitas vezes, conquistas que ninguém conquista.

E assim, a história vai sendo construída, com seus pontos e vírgulas, exclamações, interrogações, etc.

Nós temos uma necessidade absurda, de provar para as pessoas ao redor, que sempre temos razão, de apresentar o nosso perfil, a nossa maneira bonita de ser, querendo chegar primeiro, nos antecipando nas falas, nas atitudes e em tudo mais.

As atitudes são muito marcantes e nos ajudam a decidir diversas coisas, dentro do campo de vida, que é um campo de batalha todos os dias.
Entretanto, são as nossas falas, que podem construir uma história linda de vida, ou destruir uma vida completamente, em seus sonhos e esperanças.

É muito importante termos o maior cuidado em tudo que falamos.
Precisamos usar as nossas falas de modo abençoador.
Deus cria uma história, a partir do fruto dos nossos lábios (Is. 57:19); por ter nos dado uma língua erudita (Is. 50:4).
Portanto, é imprescindível sabermos usar as nossas falas, diante do contexto das nossas vidas e da vida do próximo.

O centurião de Cafarnaum, foi procurar a Jesus, para que Ele curasse o seu servo, que estava em sua casa paralítico e completamente atormentado.
Jesus se dispôs a ir em sua casa e curar o seu empregado. Porém, o centurião não se achou digno de receber Jesus Cristo, o Senhor, em sua casa; mas propôs que Ele dissesse apenas uma palavra, e o seu servo certamente seria curado.
Por essa fala, o centurião causou tanta admiração em Jesus, que Ele disse não ter encontrado fé assim, nem mesmo em Israel. E também por essa fala, o seu criado já tinha sido curado (Mt. 8:5-13).

Se nós procurarmos usar palavras, que sejam de bênçãos, em tudo na vida e para as pessoas em geral, conhecidas e desconhecidas, amigas ou não, certamente poderemos construir um mundo maravilhoso, cada vez melhor.


Tenha uma vida de boas falas.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

sábado, 11 de janeiro de 2014

Eis a questão: Enfrentar ou fugir?


O dia chamado hoje.
Hb. 3:13


E porque hoje é sábado, o normal das famílias é irem às compras, comprar o que falta para o almoço de domingo. E aproveitar logo, comprando o que falta para toda a semana.

E porque hoje é sábado, para muitos é dia de acordar bem tarde, pra repor os dias em que se acordou cedo demais, pra trabalhar ou estudar.

E porque hoje é sábado, é dia de lavar o carro, e de lambuja, lavar a calçada e molhar as plantas do jardim.

E porque hoje é sábado, é dia de fazer o recolhimento das roupas de cama, das toalhas, das roupas da família e lavar tudo, colocando todas as coisas em ordem.

E porque hoje é sábado, é dia de visitar os amigos, ou telefonar, pra saber como estão.

E porque hoje é sábado, é dia de dar um trato no visual: Cabelos, unhas, roupas, etc.

E porque hoje é sábado, é dia de ir ao shopping, lanchar no Subway ou no Mc Donald's. Além de ficar olhando as vitrines, e dar vazão à compuulsividade de comprar, comprar e comprar.

E porque hoje é sábado, é dia de fazer a programação do domingo.

E porque hoje é sábado, é dia de ler o livro, que ficou no meio do caminho, por causa da falta de tempo.

Enfim, porque hoje é sábado, é dia de refletir, planejar o que precisa mudar dentro de casa e dentro da gente. É dia de colocar tudo em dia.

Para alguns religiosos, o sábado é colocado num patamar de dia que não se deve ter atividade alguma.
Já pra outros, o sábado é a salvação da lavoura, onde muita coisa, que ficou acumulada no decorrer da semana, precisa ser feita e acaba sendo resolvida.

E dentro do conceito do sábado, o dia de hoje, surge uma questão: Enfrentar ou fugir?

Agora, diante da própria questão, enfrentar o quê? E fugir de quê?

Nós vivemos em meio a tantas expectativas, no dia após dia. E quando nos deparamos com as questões do dia, que podem já estar acumuladas há um bom tempo, e precisamos decidir o que fazer, porque não dá mais pra esperar, eis a questão: Enfrentar ou fugir?

Em qualquer situação da vida, em que há a necessidade de atitude de decisão, por ser hoje sábado; e mesmo que fosse outro dia, precisamos enfrentar sempre tudo, nunca fugir.
A fuga é uma autêntica demonstração de covardia.
E enfrentar com ímpeto as circunstâncias da vida, tendo a plena certeza de que não estamos só, no critério máximo da convicção, de que no comando de nossas vidas está o Senhor dos Exércitos, que simplesmente diz assim: A peleja não é sua. A peleja é minha, tudo torna-se melhor.
E com este comando divino em nossas vidas, a vitória é mais do que certa.

E porque hoje é sábado, aproveite bem este dia que Deus nos concedeu.


Tenha um sábado maravilhoso.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Pra variar, desculpas e mais desculpas.


Procura apresentar-te a Deus aprovado.
II Tm. 2:15.


Desculpa significa aliviar a culpa, ou melhor dizendo, é classificado também como se livrar da culpa.
E neste estigma, vive o ser humano. E é tanta desculpa pra tudo e pra todos, que já se tornou uma característica rotineira das pessoas.
Assim sendo, o ser humano vive escorado nas desculpas esfarrapadas, que arruma e que inventa, sempre na tentativa de se justificar de algo ou de alguém.

Se por acaso ele chega atrasado no emprego, a desculpa é do relógio ou do celular, que não o despertou; ou do trânsito engarrafado; ou da esposa que se atrasou, além de outras desculpas.

Se um projeto profissional da empresa não deu certo, a desculpa foi porque a equipe não entendeu o que ele queria. E por aí segue nas desculpas.

Se ele não conseguiu passar num concurso, a desculpa foi o tempo insuficiente, ou a pressão psicológica dos parentes, querendo ver resultado.

Se ele não conseguiu, se ele não conquistou, a desculpa apresentada sempre é porque ele foi vítima de uma injustiça, e não teve ninguém para ajudá-lo, estendendo-lhe a mão.

Enfim, o homem nasceu pra viver de desculpas.
E nesses absurdos que ele se submete, se desculpando sempre, vão surgindo as famosas mentiras.
Assim, ele se desculpa pra variar e solta uma mentirinha pra se justificar.
E de mentirinha em mentirinha, ele vai acumulando a sua vida, num lixo de mentiras, por tantas desculpas, tentando se livrar da culpa.
E por essas e outras, de desculpas e desculpas pra variar, o homem se torna cada vez mais perdido nele mesmo, tentando se desculpar porque se perdeu.

A desculpa é uma arma muito poderosa, que o diabo tem usado e vencido em muitas áreas na vida do homem. E tem conseguido a sua intenção maior, que é vencer o homem.

O homem sempre apresenta desculpa, transferindo pra alguém, pra alguma coisa, ou pra alguma situação, a razão de uma derrota ou perda. E quando não tem como ele se desculpar, ele transfere para Deus toda a culpa do que não deu certo em sua vida.

Adão apresentou a desculpa esfarrapada, por ter comido o fruto que Eva lhe deu, culpando a Deus, por ter lhe dado Eva como esposa (Gn. 3:12).

Não é bom viver de desculpas, pois é o mesmo que viver de mentiras.

Enfim, as desculpas existem, são muitas e estão aí para serem usadas tal qual o homem quiser. Porém, apesar das desculpas aparentemente serem a solução de muitas situações, o melhor não é se livrar da culpa, dando desculpa aqui ou acolá, mas sim admitir e assumir a culpa, naquilo que errou. Por ser mais digno e agradar a Deus.



Tenha uma vida rica de verdade em Cristo, e fuja das desculpas.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Quase.


Somos mais do que vencedores.
Rm. 8:37.


Dentro da realidade de vida de cada um de nós, naturalmente, costumamos traçar metas, criar objetivos, para conquistarmos vitoriosamente algo, que vai abrangendo, normalmente, um certo período de tempo.
A nossa tendência sempre é colocar tempo pra tudo, determinando o começo e o fim de alguma coisa a ser realizada, que engloba, em geral, cursos, compras importantes que darão um novo rumo às nossas vidas, etc.

Enfim, somos pessoas que precisam ter, necessariamente, metas e objetividade de vida.
É a tendência natural de todos nós.

Quando, por algum motivo, ocorre um acidente de percurso; e erramos o alvo da conquista, entrando no campo minado do "quase deu certo", normalmente outros caminhos, tentando conquistar o objetivo que queremos. E quando isso outra vez não acontece; e entramos de novo na área do "quase", vamos gradativamente nos cansando e nos cansando, até pararmos de vez.
É muito difícil tentar conquistar vitórias, objetivando a realização dos sonhos, e ficar norteando na área do "quase".
Viver de "quase" é muito cansativo, porque nós fomos criados para vencermos. E quando passamos para o "quase deu certo", ou "quase conseguimos", ou "quase vencemos", ficamos a mercê de hipóteses, especulações, que costumam trazer um imenso desgaste físico, mental e até emocional, porque contraria completamente ao que queremos. E assim, apresentamos rejeição à realidade do "quase".

Diante das metas que sonhamos conquistar, muita coisa fica no "quase", porque nós costumamos fazer um mega projeto, que muitas vezes, foge completamente da nossa realidade de vida.
A partir daí, o resultado final de vitória não acontece, e passamos a viver de "quase".

Quando Deus convocou Moisés, para libertar o povo de Israel do Egito; apesar de todas as desculpas que Moisés apresentou, para Deus colocar outro em seu lugar, de imediato, o Senhor Deus perguntou a Moisés o que ele tinha na mão. E ele respondeu: Uma vara (Êx. 4:2).
A partir de uma simples vara, muitos sinais maravilhosos foram feitos, para mostrar a Faraó o poder de Deus. Culminando no grande milagre, que foi a abertura do Mar Vermelho, fazendo todo o povo atravessar a pé enxuto.

E aí está o segredo para a conquista não entrar no campo do "quase". Precisamos usar os recursos que temos, não fugindo jamais da realidade, confiando no Senhor Deus, que tudo pode fazer e vendo todas as possibilidades; porque as impossibilidades nunca são para nós resolvermos, mas para Deus que age e reage, transformando o impossível em possível; eliminando de vez com o "quase" de nossas vidas.



Tenha uma vida de conquistas, e nunca mais viva de "quase".
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Agitados e agitados.


Este é o dia.
Sl. 118:24.

Diante de tanta agitação, também entro na moda, já no começo do dia, com tanta coisa pra fazer. São aqueles famosos deveres domésticos, que não têm como fugir e que se repetem, se repetem e se repetem.

Parece que ficamos o tempo todo correndo e correndo, guerreando com o relógio, que não cessa de marcar os segundos, os minutos, as horas...
E nestas marcas do tempo, são registradas tantas outras marcas. Algumas marcas são boas, maravilhosas e inesquecíveis; e outras marcas são tão ruins, que se pudéssemos, arrancaríamos a página do livro da história de nossas vidas.
Entretanto, não dá pra fazer isso. O que vivemos, vivemos; passou. Não dá pra apagar, corrigir, arrancar a página, muito menos dizer que não vivemos.

É a vida com muitas emoções. E com tantas e tantas emoções, ainda assim ficamos a mercê de não entender um palmo além do nariz.

E nessa busca ansiosa e desenfreada, por alguma coisa que nem sabemos ao certo o que é, congelamos as emoções, entulhamos momentos maravilhosos com a família e os amigos, porque queremos, custe o que custar, queremos cada vez mais.

A ambição é algo normal, que todos nós devemos ter na vida, porque conquistar vitórias é um direito plausível a todos nós. Porém, quando anulamos a nossa essência, passamos a viver de ganância, que é um sentimento ávido de possuir coisas, de modo exagerado, mesmo que seja prejudicando o próximo.

Aproveitando que estamos no início do ano de 2014, torna-se muito importante reavaliar os nossos conceitos, que ficam registrados, muitas vezes, como preconceitos, principalmente com o próximo.
E dentro da grandeza de nossa caminhada de fé, procurarmos o respaldo da palavra de Deus, em todas as nossas decisões; porque sem Jesus Cristo em nossas vidas, nada podemos fazer (Jo. 15:5).
E ainda que a vida esteja tão corrida, e o tempo esteja muito acelerado; pois com a aceleração do universo, estamos vivendo apenas dezesseis horas por dia (Mt. 24:22), é muito importante retomarmos coisas bonitas da vida, que já foram esquecidas, como: "Bom Dia", "Boa Tarde", "Boa Noite"; "Como vai você?"; visitar os amigos, os tios, os primos, os avós, etc.
É importante retomarmos o que é bom e faz bem à vida: Caminhar, passear de bicicleta, correr pela praia.
Enfim, é importante viver, dar muito valor à vida que Deus nos deu, procurando sempre pelo que nos alegra e nos dá paz.

Então, vamos viver esta vida linda hoje, agora, já!


Tenha uma vida bem viva.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Franqueza.



Nada podemos contra a verdade.
II Co. 13:8.


Algumas pessoas costumam dizer que franqueza demais não é bom, pois espanta e afasta as pessoas que não mantém a mesma fidelidade na franqueza.
Parece que as pessoas fogem da franqueza e muito mais da franqueza demasiada, porque no fundo no fundo, todos querem viver e ter um patamar confortável, onde a farsa, a máscara, o disfarce, vai escondendo a verdade que desperta muito qualquer pessoa, ainda que traga dor.

Tudo na verdade, se torna muito desconexo, quando criamos um mundo somente pra nós mesmos. É aquele mundo impenetrável para as adversidades.
É um mundo bem colorido, com um cenário muito bonito, onde todos são amigos e irmãos. E todos usam roupas brancas, andam em câmera lenta e vivem felizes, tirando a alegria do nada, tendo sempre um sorriso largo e uma simpatia estampada no rosto.

Ninguém vive no mundo de Alice no País das Maravilhas; pois somos e estamos sujeitos a viver todos os ajustes e desajustes da vida, todos os tipos de coisas nesta vida, que vai desde a riqueza, até doenças quaisquer, dores, alegrias, paz, guerra, etc.

Existem limites, fronteiras, muros, que construímos, e por mais que necessitemos derrubá-los, não conseguimos, porque nos acostumamos com a farsa; e gostamos de ficar maquiados, diante das circunstâncias vividas e das pessoas que convivemos.

A partir daí, surge a questão: Pra que sermos verdadeiros, se todos, em sua marca de conveniência, são e continuam sendo o que não são?

A característica de uma pessoa franca, é revelar uma extrema sinceridade, diante de quaisquer fatos e diante de outras pessoas.
Infelizmente, desde sempre, desde que o mundo é mundo, existe a fuga das pessoas em relação aos que são francos, porque ninguém gosta de ouvir a verdade. E ser franco, é dizer a verdade do jeito que deve ser dito, doa a quem doer.

Nos dias de hoje, a franqueza passou a ser substituída por rudez ou frieza.
Assim sendo, ser franco, sincero, verdadeiro, é ser rude, frio, calculista, egoísta, etc.

Tem um buraco à frente do seu próximo, e ele distraidamente não está vendo. A função de quem está vendo é avisar. Porém, para muitos, o melhor é ficar inerte, alheio, mesmo sabendo e vendo o provável tombo que a pessoa irá levar.

A falta de franqueza, é a falta de amor, de sinceridade, é a falta da verdade, é a falta de Jesus.

Em seu ministério público, aqui nesta terra, em todo o tempo, Jesus usou de muita franqueza, principalmente quando o provocavam:

Quando levaram a mulher flagrada em adultério, Ele disse: Aquele que dentre vós está sem pecado, seja o primeiro que atire pedra contra ela (Jo. 8:7).

Quando falou do discípulo que iria traí-lo, disse: Um de vós é um diabo (Jo. 6:70).

Diante do que Pedro disse, que daria a vida por Ele, disse: Tu darás a tua vida por mim? Na verdade, na verdade te digo; não cantará o galo enquanto me não tiveres negado três vezes (Jo. 13:38).

Diante das afrontas absurdas que os escribas e fariseus fizeram com Jesus, Ele não deixou por menos, respondendo no nível que eles mereciam ouvir, dizendo: Raça de víboras, serpentes (Mt. 23:33), hipócritas (Mt. 23:13), condutores cegos (Mt. 23:16), sepulcros caiados (Mt. 23:29).

A franqueza do Senhor Jesus Cristo, chocava e muito a todos, principalmente aos escribas e fariseus, que falsamente, como religiosos, mostravam ser o que não eram, viviam de fachada. Por isso, a ira deles era extrema, diante da franqueza de Jesus, desmascarando-os completamente, derrubando com a estrutura mentirosa que eles viviam.

Ser franco, é ser verdadeiro em extremo.
E ser verdadeiro, é nunca fugir da verdade absoluta, que é Jesus Cristo, vivendo a sua verdade, na caminhada plena da fé.
Assim sendo, passamos a ter vida em abundância (Jo. 10:10), por ser Ele o caminho, e a verdade, e a vida (Jo. 14:6).

Viver na franqueza, é viver verdadeiramente, dentro do maior bem de uma riqueza inestimável da vida, que é viver, viver e viver.

Tenha uma vida de muita franqueza.

E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

sábado, 14 de dezembro de 2013

A corrida do povo para as compras de Natal.

Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
Mt.5:8.


Está amanhecendo no Rio de Janeiro, e continua caindo uma chuva daquelas, que rendeu por toda a noite. e pelo jeito, irá atravessar o dia inteiro.
Está um verdadeiro caos, além do black out.
E ninguém consegue dizer: "Chuva cessa", e ela obedece.O que comprova, que ninguém domina a natureza que Deus criou, que é santa, e apenas obedece ao seu criador divino.

Mesmo com todo este temporal, de quarta-feira, as pessoas não param, numa corrida desenfreada, registrando a compulsividade para as compras de Natal.

É uma corrida absurda pra lá e pra cá, sem saber onde vão chegar, que tem o sentido único de gastar o décimo-terceiro salário, e por conta antecipada, já comprometer os outros salários, pela vontade de comprar, comprar e comprar sem parar.

E na corrida do povo para as compras de Natal, o que pode ser visto, além das lojas muito cheias e supermercados lotados de tanta gente, é a busca por algo que possa preencher o vazio da saudade de pessoas muito amadas, que não estão mais presentes no convívio, e partiram para nunca mais voltarem;ou a busca por algo que compense, na tentativa de amenizar ou anular de vez com as frustrações e decepções que marcaram o ano; ou simplesmente a busca de tudo que é necessário, para a plena satisfação do ser humano, que jamais pode ser comprado por dinheiro.

E nesta busca, que a corrida para as compras de Natal jamais irá conseguir fazer o homem se encontrar, há mais e mais perdas e decepções, onde tudo acaba se resumindo em nada, e o sentido real do Natal também acaba resumindo em nada, se tornando completamente sem sentido, desencadeando um vazio cada vez maior.

Parece até brincadeira, mas esta corrida do povo para as compras de Natal, é uma história que se repete ao longo dos anos; e por mais que todos saibam disso, continuam fazendo as mesmas coisas, na mesma corrida, que não fazem questão de parar.
E isso acontece aqui, em Manaus, na China, em Londres, e em todos os lugares.

Quando Jesus começou a realizar os milagres de curas, a multidão o seguia, onde quer que ele fosse, na intenção de receber a cura.
Entretanto, quando Jesus realizou em Betsaida, o milagre da primeira multiplicação dos cinco pães e dois peixes, alimentando praticamente cinco mil homens, além de mulheres e crianças, o povo iniciou um processo absurdo de corrida atrás dele, porque Ele fornecia comida.
Era muito cômodo mesmo, estar perto de Jesus, porque ele dava espetáculo e abastecia o povo de comida.
O povo só queria isso: Pão e circo.

E hoje é a mesma história.
Na corrida do povo para as compras de Natal, o sentido maior e real do Natal, se tornou esquecido, e pra muitos, já não existe há muito tempo; além de outros que não sabem nem reconhecem que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador de suas vidas, só querendo dele pão e circo.


Tenha uma vida com o verdadeiro sentido do Natal.
E que Deus lhe abençoe muitíssimo!

Amém.