"Cristo vive em mim."
Gl. 2:20.
Como é importante haver equilíbrio, em tudo que realizamos na vida!
Quando alguma coisa ou situação sai do equilíbrio da paz, amor, harmonia, alegria, e passa a entrar no campo minado dos excessos, somos afetados bruscamente. E diante disso tudo, o reflexo é diretamente determinado por uma insatisfação sem fim, porque dentro dos excessos, predomina um cansaço imenso, que é o resultado de tudo que fugiu do equilíbrio.
Nós somos o efeito do que bebemos, comemos, falamos e agimos. E nada foge ao grau de referência, que nos faz chegar a um resultado assim.
Portanto, se as causas não forem equilibradas, os efeitos serão totalmente desordenados, pelos motivos que caracterizaram os excessos.
A vida é um contexto direto, amplo e irrestrito de causas e efeitos. É a grandeza de dar ou a mesquinhez de não dar. É a beleza de alegria, paz, amor, harmonia entre as pessoas, que ao mesmo tempo se contrapõe com uma classe ordinária de pessoas, que estão voltadas apenas para o seu próprio umbigo, num individualismo medíocre e a uma história territorial egoísta, que lhes cabem desencontros acentuados, antecipando-lhes um fim sem a programação do fim.
É difícil buscar explicação para quem não quer e não tem explicação, na sua forma ordinária, medíocre, egoísta e tão individualista de vida.
Não podemos ir além dos limites com pessoa alguma. Só podemos viver a mercê do que é ilimitável com Deus, que se despojou de toda a sua glória divina, por intermédio de Jesus Cristo, que de verbo se tornou humano e habitou entre nós, para que nós pudéssemos retornar, com o seu ensino de Mestre, à essência que Ele nos criou, nos dotando de equilíbrio sobre todas as coisas.
Não podemos fugir do equilíbrio.
Não podemos viver de excessos, porque os excessos não nos fazem bem.
Não podemos ter uma vida de alienação.
Não podemos ter uma vida alheia à boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Não podemos ser pessoas com características absolutistas, porque precisamos de Deus em todo o tempo, mesmo que não haja a admissão de sua existência para muitos.
Deus, em Jesus Cristo, é a necessidade maior, que precisa ser satisfeita na vida do homem.
Todos os ateus, raças, credos, nações precisam de Deus excessivamente, para que haja equilíbrio em tudo.
Só assim, com esta carência suprida, haverá o equilíbrio necessário na vida do homem.
Aquele Abraço Águia.
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
Ficar pra enfrentar ou fugir para não sofrer.
"Operando eu, quem impedirá?"
Is. 43:13.
O que é muito admirável na vida, é o modo como as situações vão acontecendo, no dia a dia nosso, numa sintonia melódica, num ritmo e numa afinação linda inigualável.
Tudo na vida tem uma regência musical divina, que vai nos acompanhando discretamente, sem que ao menos percebamos. Porém, a perfeição deste acompanhamento, nos conduz a uma segurança e estabilidade de pensamentos, que automaticamente, numa dinâmica plena, nos levará a muitas conquistas, dentro da razão de Deus, que é o que realmente importa.
Entretanto, e sempre tem um entretanto, nós costumamos criar questões, em argumentos, muitas vezes infundados, que vão modificando esta melodia, promovendo muitas desafinações, que por sinal, nem nós mesmos suportamos.
De todas as pontuações gráficas, a interrogação é a que nos obriga a mudar o tom da voz. E é incrível, como esta mudança de entonação, cria, dentro do que vivemos, mudanças plenas nas consequências resultantes vividas.
Nós temos uma história a ser vivida, com emocionantes episódios a cada momento, que formam um capítulo a cada dia.
Dentro de todo o contexto a que somos submetidos, muitas vezes, nos deparamos numa encruzilhada, onde precisamos decidir, se agimos, segundo uma seguinte ordem: Ficar para enfrentar ou fugir para não sofrer.
E aí, é que mora o perigo, porque qualquer uma das decisões, irá promover uma resposta consequente, independente de nós tentarmos interferir ou não.
Diante do que acontece; aliás, a vida acontece todos os dias, a vida não para, porque o tempo não para, tudo se torna muito cheio de incógnitas, e quanto mais questionamos tudo e todos, mais ficamos a mercê de não saber qual é a pretensão de Deus, em determinada circunstância, principalmente quando tudo fica muito obscuro.
Ficar para enfrentar ou fugir para não sofrer.
É o que nos resta.
A decisão de ficar para enfrentar, pode implicar em nós, uma série de sintomas, medos, dúvidas, além de termos de ouvir críticas diversas e muitos conselhos, que podem ser favoráveis ou não.
Enfim, ficar para enfrentar, envolve muita ousadia também.
Assim sendo, corajosamente, vamos enfrentando, porque a vida precisa valer a pena, todos os dias.
E nós somos o reflexo de nossa decisão de ficar para enfrentar.
A ideia de fugir para não sofrer, na verdade, envolve resumidamente, todos os processos de decepção, mágoa, frustração, derrota e outros sentimentos ruins e amargos, que experimentamos, na vida nossa de todos os dias.
Assim sendo, o melhor a fazer, como recurso imediatista, é fugir para não sofrer.
E assim, vamos fugindo, com toda a intensidade possível, fugindo para não sofrer.
Só que, por causa da fuga, perdemos a chance de tentar mudar as situações.
E a fuga revela a nossa covardia, diante dos fatos, das pessoas, de tudo que é vivido.
Fugir para não sofrer, é a mais ordinária hipocrisia, que podemos viver.
Não podemos fugir da realidade, como se nada estivesse acontecendo.
A vida só pode ser vivida, se for encarada, dentro da realidade que ela é. Não há como mudar isso.
Agora, ficar para enfrentar, só tem validade, quando estamos com o Senhor dos Exércitos no comando de toda a nossa história.
É o Senhor que peleja as nossas pelejas, e sempre vence por nós. Aliás, não existe batalha que Ele não vença por nós.
Nós precisamos entregar tudo ao Senhor, confiar nele, porque tudo Ele fará (Sl. 37:5).
E a vida continua, a cada momento, todos os dias, sempre, para sempre.
Cabe a cada um de nós, sempre manter a posição de ficar para enfrentar.
Enfrentar a realidade, é sempre a melhor decisão a ser tomada.
E viver a realidade, contando com o Senhor Jesus, em tudo, é a melhor opção de vida de qualquer pessoa.
Aquele Abraço Águia.
Is. 43:13.
O que é muito admirável na vida, é o modo como as situações vão acontecendo, no dia a dia nosso, numa sintonia melódica, num ritmo e numa afinação linda inigualável.
Tudo na vida tem uma regência musical divina, que vai nos acompanhando discretamente, sem que ao menos percebamos. Porém, a perfeição deste acompanhamento, nos conduz a uma segurança e estabilidade de pensamentos, que automaticamente, numa dinâmica plena, nos levará a muitas conquistas, dentro da razão de Deus, que é o que realmente importa.
Entretanto, e sempre tem um entretanto, nós costumamos criar questões, em argumentos, muitas vezes infundados, que vão modificando esta melodia, promovendo muitas desafinações, que por sinal, nem nós mesmos suportamos.
De todas as pontuações gráficas, a interrogação é a que nos obriga a mudar o tom da voz. E é incrível, como esta mudança de entonação, cria, dentro do que vivemos, mudanças plenas nas consequências resultantes vividas.
Nós temos uma história a ser vivida, com emocionantes episódios a cada momento, que formam um capítulo a cada dia.
Dentro de todo o contexto a que somos submetidos, muitas vezes, nos deparamos numa encruzilhada, onde precisamos decidir, se agimos, segundo uma seguinte ordem: Ficar para enfrentar ou fugir para não sofrer.
E aí, é que mora o perigo, porque qualquer uma das decisões, irá promover uma resposta consequente, independente de nós tentarmos interferir ou não.
Diante do que acontece; aliás, a vida acontece todos os dias, a vida não para, porque o tempo não para, tudo se torna muito cheio de incógnitas, e quanto mais questionamos tudo e todos, mais ficamos a mercê de não saber qual é a pretensão de Deus, em determinada circunstância, principalmente quando tudo fica muito obscuro.
Ficar para enfrentar ou fugir para não sofrer.
É o que nos resta.
A decisão de ficar para enfrentar, pode implicar em nós, uma série de sintomas, medos, dúvidas, além de termos de ouvir críticas diversas e muitos conselhos, que podem ser favoráveis ou não.
Enfim, ficar para enfrentar, envolve muita ousadia também.
Assim sendo, corajosamente, vamos enfrentando, porque a vida precisa valer a pena, todos os dias.
E nós somos o reflexo de nossa decisão de ficar para enfrentar.
A ideia de fugir para não sofrer, na verdade, envolve resumidamente, todos os processos de decepção, mágoa, frustração, derrota e outros sentimentos ruins e amargos, que experimentamos, na vida nossa de todos os dias.
Assim sendo, o melhor a fazer, como recurso imediatista, é fugir para não sofrer.
E assim, vamos fugindo, com toda a intensidade possível, fugindo para não sofrer.
Só que, por causa da fuga, perdemos a chance de tentar mudar as situações.
E a fuga revela a nossa covardia, diante dos fatos, das pessoas, de tudo que é vivido.
Fugir para não sofrer, é a mais ordinária hipocrisia, que podemos viver.
Não podemos fugir da realidade, como se nada estivesse acontecendo.
A vida só pode ser vivida, se for encarada, dentro da realidade que ela é. Não há como mudar isso.
Agora, ficar para enfrentar, só tem validade, quando estamos com o Senhor dos Exércitos no comando de toda a nossa história.
É o Senhor que peleja as nossas pelejas, e sempre vence por nós. Aliás, não existe batalha que Ele não vença por nós.
Nós precisamos entregar tudo ao Senhor, confiar nele, porque tudo Ele fará (Sl. 37:5).
E a vida continua, a cada momento, todos os dias, sempre, para sempre.
Cabe a cada um de nós, sempre manter a posição de ficar para enfrentar.
Enfrentar a realidade, é sempre a melhor decisão a ser tomada.
E viver a realidade, contando com o Senhor Jesus, em tudo, é a melhor opção de vida de qualquer pessoa.
Aquele Abraço Águia.
Somos assim.
"Cristo vive em mim."
Gl. 2:20.
Somos egoístas, porque sempre queremos tanto das pessoas, e quase sempre damos nada em troca. Numa demonstração autêntica, de que o mundo gira em torno de nós mesmos.
Somos hipócritas, porque sempre falamos: "Pode contar comigo". E na primeira oportunidade, que alguém precisa de nossa mão amiga, quase sempre falhamos, não correspondendo ao que está sendo esperado.
Somos medíocres, porque queremos que as pessoas nos valorizem pelo que somos, mas agimos num tratamento com o próximo, de acordo com o que ele tem.
Somos preconceituosos, porque muitas vezes choramos, sendo solidários, em fala,com o próximo. E diante da necessidade de atitude que alguém precise de nós, fugimos mesmo, não querendo nos envolver.
Somos muito frágeis, porque achamos que podemos superar sozinhos as circunstâncias adversas, usando os nossos próprios recursos. E logo esbarramos nas impossibilidades, tendo de nos sujeitar à espera de um tempo determinado por Deus, que pode trazer uma resolução completamente diferente ao que achamos ser a melhor.
Somos de ontem, porque ficamos querendo justificar o presente, que não está sendo do jeito que desejamos, com argumentos especulativos do passado, tentando mostrar que se tivéssemos feito de outra forma, tudo poderia ter sido diferente, numa maneira de disfarçarmos o que aparentemente aos nossos olhos não deu certo em nossas vidas, usando hipóteses.
Somos muito limitados, porque vivemos sempre a mercê de sermos ajudados, desde o nosso nascimento, e de um modo, até certo ponto soberbo, achamos que podemos nos superar, alcançando sozinhos o que aspiramos. Porém, acabamos sendo surpreendidos com as voltas que a vida dá, chegando ao começo de tudo, ao ponto zero, que exige de nós mudanças bruscas, mas sozinhos não conseguimos coisa alguma.
Somos assim, mas precisamos em todo o tempo de Deus. E para que tudo surta com efeito de bênçãos para as nossas vidas, precisamos nos esvaziar de nós mesmos, de nossos conceitos e preconceitos e viver com vida em Jesus Cristo, tendo o registro de sua identidade em nós.
Assim sendo, certamente será anulada de nós estas características tão ruins, e seremos, como filhos de Deus, tal qual Ele é.
Aquele Abraço Águia.
Gl. 2:20.
Somos egoístas, porque sempre queremos tanto das pessoas, e quase sempre damos nada em troca. Numa demonstração autêntica, de que o mundo gira em torno de nós mesmos.
Somos hipócritas, porque sempre falamos: "Pode contar comigo". E na primeira oportunidade, que alguém precisa de nossa mão amiga, quase sempre falhamos, não correspondendo ao que está sendo esperado.
Somos medíocres, porque queremos que as pessoas nos valorizem pelo que somos, mas agimos num tratamento com o próximo, de acordo com o que ele tem.
Somos preconceituosos, porque muitas vezes choramos, sendo solidários, em fala,com o próximo. E diante da necessidade de atitude que alguém precise de nós, fugimos mesmo, não querendo nos envolver.
Somos muito frágeis, porque achamos que podemos superar sozinhos as circunstâncias adversas, usando os nossos próprios recursos. E logo esbarramos nas impossibilidades, tendo de nos sujeitar à espera de um tempo determinado por Deus, que pode trazer uma resolução completamente diferente ao que achamos ser a melhor.
Somos de ontem, porque ficamos querendo justificar o presente, que não está sendo do jeito que desejamos, com argumentos especulativos do passado, tentando mostrar que se tivéssemos feito de outra forma, tudo poderia ter sido diferente, numa maneira de disfarçarmos o que aparentemente aos nossos olhos não deu certo em nossas vidas, usando hipóteses.
Somos muito limitados, porque vivemos sempre a mercê de sermos ajudados, desde o nosso nascimento, e de um modo, até certo ponto soberbo, achamos que podemos nos superar, alcançando sozinhos o que aspiramos. Porém, acabamos sendo surpreendidos com as voltas que a vida dá, chegando ao começo de tudo, ao ponto zero, que exige de nós mudanças bruscas, mas sozinhos não conseguimos coisa alguma.
Somos assim, mas precisamos em todo o tempo de Deus. E para que tudo surta com efeito de bênçãos para as nossas vidas, precisamos nos esvaziar de nós mesmos, de nossos conceitos e preconceitos e viver com vida em Jesus Cristo, tendo o registro de sua identidade em nós.
Assim sendo, certamente será anulada de nós estas características tão ruins, e seremos, como filhos de Deus, tal qual Ele é.
Aquele Abraço Águia.
Um dia que nunca deveria ter existido.
"Este é o dia."
Sl. 118:24.
Sabe, a gente vive, sem saber o que vai acontecer daqui a pouco.
E é uma surpresa e tanto, quando nos deparamos com um dia daqueles, em que os bons momentos nos envolvem, fazendo com que fique estampado em nosso rosto, um sorriso largo, acompanhado com uma gargalhada de tirar o fôlego, por tanta felicidade.
Entretanto, a gente precisa saber que não há garantias para a manutenção destes momentos.
Ainda que na caminhada da vida, tenhamos a certeza de que sempre poderemos chegar a um fim bom, dentro daquilo que planejamos conquistar, tendo o respaldo divino, não temos e jamais teremos o controle daquilo que desejamos ter ou conquistar na vida.
As mudanças bruscas ocorrem, invadem os nossos momentos; e sem ao menos percebermos, o tempo passou e tudo parece que deu em nada.
Na verdade, sempre estamos à procura de algo que nos garanta vitórias plenas.
Nesta busca por algo, vale a pena salientar que, o homem sempre está a mercê da busca da luz. Por isso, qualquer fato ou acontecimento brusco, que fira ou interfira a sua busca, o deixa perdido, sem saber para onde ir e sem saber o que fazer.
Pisar no chão da realidade e das certezas próprias, que o homem faz e estipula, permite que, ele tenha muita convicção plena daquilo, que ele considera ser o melhor para si mesmo.
Somos tão propensos a fazer hipóteses e conjeturas sobre o tempo que vivemos, que nos esquecemos que o tempo não nos obedece.
O tempo só presta obediência a Deus. Por isso, o tempo só habita na eternidade de Deus.
Mesmo assim, o homem quer porque quer ficar na contramão deste fato, que já foi estipulado para todos nós.
Agora, também é interessante observar que, apesar do homem ter a consciência de que ele não consegue dominar o tempo, ele tenta criar recursos próprios, para tentar fazer com que o tempo seja do jeito que ele quer.
No entanto, nada feito.
Este tipo de pensamento, traz muita revolta e tristeza, quando insensatamente, ele diz: Este dia poderia nunca ter existido.
Com essa falta de acordo entre o tempo e o homem, diante das lógicas relativizadas, certezas sempre contraditas, explicações não suficientes, mostrando uma insuficiência extrema diante da vida, e devido a tudo isso, vem a falta de estabilidade, em relação ao que ele realmente quer ter.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Quem nunca pensou num ou mais dias que nunca deveriam ter existido, por causa dos fatos tristes que ocorreram?
Aquele dia em que você se depara com uma derrota, que não tinha razão de acontecer.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que começou a segunda guerra mundial, onde muitos morreram.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia 11 de Setembro de 2001, onde houve o ataque terrorista, que destruiu as Torres Gêmeas, em Nova York; e fruto disso, muitas vidas foram destruídas.
Enfim, as pessoas já sofreram, sofrem e sempre sofrerão, por terem no conjunto de catástrofes que aconteceram, acontecem e ainda acontecerão pelo mundo a fora, o medo misturado com uma revolta; chegando ao ponto de rejeitarem o dia, que é um dia que nunca deveria ter existido.
E assim vai o homem, seguindo a sua vida, passo a passo.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que você perde um grande amigo, o seu melhor amigo, num acidente ou vítima de alguma doença.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que você perde o pai amigo, de todos os momentos. Aquele paizão, que lutou para lhe formar na faculdade, levar você ao altar para se casar. Aquele pai, que fazia de tudo, para você vencer e conquistar o melhor, em todas as áreas da vida.
Um dia que nunca deveria existido.
Aquele dia em que você perde a sua mãe que lhe gerou, cuidou de você e lhe deu muito amor. E à medida em que você foi crescendo, foi lhe orientando a saber viver, sem ter medo ou sem ter a vergonha de ser feliz.
E como afirmou o poeta Carlos Drummond de Andrade, dizendo que mãe é algo tão bom, que deveria ser eterna.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que você perde o seu irmão, seu amigo, que aprendeu a admirar, e tiveram muitos momentos divertidos na infância, crescendo, brincando e indo para a escola juntos.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que você perde o que jamais imaginou perder. E a derrota é registro neste dia.
Apesar destes dias serem tão marcantes na tristeza, porque envolvem situações de perdas de pessoas que amamos, pessoas que jamais gostaríamos de perder; por isso, gostaríamos que fosse um dia que nunca deveria ter existido, estes dias existem e sempre existirão.
Sinceramente, ninguém quer viver estes dias. E, na verdade, um dia que nunca deveria ter existido, aos nossos olhos, parece registrar uma ilógica, uma falta de razão de ser, por existir.
E o que dizer, se o Senhor Deus diz que este é o dia que Ele fez, e a ordem é para nós nos regozijarmos, e nos alegrarmos nele?
Nem sempre nós conseguimos entender, certas coisas que acontecem em nossas vidas. E, normalmente, ficamos a interrogar ao Senhor. Porém, em tudo que acontece e passamos, Deus tem um propósito; mesmo quando não compreendemos o motivo real de tudo estar acontecendo, até mesmo, as situações tão adversas, que gostaríamos que fosse um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele Abraço Águia.
Sl. 118:24.
Sabe, a gente vive, sem saber o que vai acontecer daqui a pouco.
E é uma surpresa e tanto, quando nos deparamos com um dia daqueles, em que os bons momentos nos envolvem, fazendo com que fique estampado em nosso rosto, um sorriso largo, acompanhado com uma gargalhada de tirar o fôlego, por tanta felicidade.
Entretanto, a gente precisa saber que não há garantias para a manutenção destes momentos.
Ainda que na caminhada da vida, tenhamos a certeza de que sempre poderemos chegar a um fim bom, dentro daquilo que planejamos conquistar, tendo o respaldo divino, não temos e jamais teremos o controle daquilo que desejamos ter ou conquistar na vida.
As mudanças bruscas ocorrem, invadem os nossos momentos; e sem ao menos percebermos, o tempo passou e tudo parece que deu em nada.
Na verdade, sempre estamos à procura de algo que nos garanta vitórias plenas.
Nesta busca por algo, vale a pena salientar que, o homem sempre está a mercê da busca da luz. Por isso, qualquer fato ou acontecimento brusco, que fira ou interfira a sua busca, o deixa perdido, sem saber para onde ir e sem saber o que fazer.
Pisar no chão da realidade e das certezas próprias, que o homem faz e estipula, permite que, ele tenha muita convicção plena daquilo, que ele considera ser o melhor para si mesmo.
Somos tão propensos a fazer hipóteses e conjeturas sobre o tempo que vivemos, que nos esquecemos que o tempo não nos obedece.
O tempo só presta obediência a Deus. Por isso, o tempo só habita na eternidade de Deus.
Mesmo assim, o homem quer porque quer ficar na contramão deste fato, que já foi estipulado para todos nós.
Agora, também é interessante observar que, apesar do homem ter a consciência de que ele não consegue dominar o tempo, ele tenta criar recursos próprios, para tentar fazer com que o tempo seja do jeito que ele quer.
No entanto, nada feito.
Este tipo de pensamento, traz muita revolta e tristeza, quando insensatamente, ele diz: Este dia poderia nunca ter existido.
Com essa falta de acordo entre o tempo e o homem, diante das lógicas relativizadas, certezas sempre contraditas, explicações não suficientes, mostrando uma insuficiência extrema diante da vida, e devido a tudo isso, vem a falta de estabilidade, em relação ao que ele realmente quer ter.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Quem nunca pensou num ou mais dias que nunca deveriam ter existido, por causa dos fatos tristes que ocorreram?
Aquele dia em que você se depara com uma derrota, que não tinha razão de acontecer.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que começou a segunda guerra mundial, onde muitos morreram.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia 11 de Setembro de 2001, onde houve o ataque terrorista, que destruiu as Torres Gêmeas, em Nova York; e fruto disso, muitas vidas foram destruídas.
Enfim, as pessoas já sofreram, sofrem e sempre sofrerão, por terem no conjunto de catástrofes que aconteceram, acontecem e ainda acontecerão pelo mundo a fora, o medo misturado com uma revolta; chegando ao ponto de rejeitarem o dia, que é um dia que nunca deveria ter existido.
E assim vai o homem, seguindo a sua vida, passo a passo.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que você perde um grande amigo, o seu melhor amigo, num acidente ou vítima de alguma doença.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que você perde o pai amigo, de todos os momentos. Aquele paizão, que lutou para lhe formar na faculdade, levar você ao altar para se casar. Aquele pai, que fazia de tudo, para você vencer e conquistar o melhor, em todas as áreas da vida.
Um dia que nunca deveria existido.
Aquele dia em que você perde a sua mãe que lhe gerou, cuidou de você e lhe deu muito amor. E à medida em que você foi crescendo, foi lhe orientando a saber viver, sem ter medo ou sem ter a vergonha de ser feliz.
E como afirmou o poeta Carlos Drummond de Andrade, dizendo que mãe é algo tão bom, que deveria ser eterna.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que você perde o seu irmão, seu amigo, que aprendeu a admirar, e tiveram muitos momentos divertidos na infância, crescendo, brincando e indo para a escola juntos.
Um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele dia em que você perde o que jamais imaginou perder. E a derrota é registro neste dia.
Apesar destes dias serem tão marcantes na tristeza, porque envolvem situações de perdas de pessoas que amamos, pessoas que jamais gostaríamos de perder; por isso, gostaríamos que fosse um dia que nunca deveria ter existido, estes dias existem e sempre existirão.
Sinceramente, ninguém quer viver estes dias. E, na verdade, um dia que nunca deveria ter existido, aos nossos olhos, parece registrar uma ilógica, uma falta de razão de ser, por existir.
E o que dizer, se o Senhor Deus diz que este é o dia que Ele fez, e a ordem é para nós nos regozijarmos, e nos alegrarmos nele?
Nem sempre nós conseguimos entender, certas coisas que acontecem em nossas vidas. E, normalmente, ficamos a interrogar ao Senhor. Porém, em tudo que acontece e passamos, Deus tem um propósito; mesmo quando não compreendemos o motivo real de tudo estar acontecendo, até mesmo, as situações tão adversas, que gostaríamos que fosse um dia que nunca deveria ter existido.
Aquele Abraço Águia.
quinta-feira, 29 de novembro de 2018
Virando a página.
"Este é o dia."
Sl. 118:24.
A vida é um livro que contém a história das nossas vidas.
Temos tantas páginas, que gostaríamos de tirar de nossa história de vida! Porém, neste livro, não há como fazer isso.
A cada dia, cada página é vivida, dentro do que está escrito. E não há como mudar a escrita, nem apagar com a borracha do arrependimento, ou com o corretivo do retorno ao passado.
Não há lágrimas que possam sugestionar alguma coisa, que alavanque outra escrita do livro de nossas vidas.
O que está escrito, tem toda a soberania autêntica do escritor divino, que em sua autoria, mostra a cada página a sua plena vontade, característica exclusiva, patenteada pelo seu imenso amor.
Como podemos entender a história do livro de nossas vidas?
Existem certos tópicos, capítulos, que vamos vivendo, sem entender coisa alguma.
A escrita é muito difícil de compreensão, porque ora o escritor divino usa poesia, outras vezes Ele se utiliza de metáforas, com pausas que não definem o que é necessário, apesar de muitas vezes a escrita aparentemente mostrar que está definida, para aquela etapa, ou aquele capítulo.
Na verdade, quando acontece isso, na página do livro, é porque o escritor divino deixa reticências, para que nós tomemos a decisão de virar a página, diante da necessidade opcional que a nossa escolha trará para as nossas vidas.
É claro que se não decidirmos virar a página, ou se fizermos isso antes de vivermos algum episódio necessário, o escritor divino irá fazer a devida correção, porque a supremacia do livro é dele; e nada fugirá ao que Ele quer. A sua vontade para o que está escrito, na história das nossas vidas, prevalece sempre, porque foi estabelecida, dentro de critérios sublimes, desconhecidos até mesmo a nós, que vivemos a história.
E o mais belo, do livro que compõe a história das nossas vidas, é que o fim não é um fim, porque este é o único livro que quando o capítulo mais importante tem o seu término aqui nesta terra, o escritor divino não coloca ponto final, mas vai definitivamente, virando a página; e dando a continuidade da história no reino celestial, para todo o sempre, pelos séculos dos séculos, por toda a eternidade.
E assim, a história do livro da história das nossas vidas continua.
Portanto, vamos viver!
Aquele Abraço Águia.
Sl. 118:24.
A vida é um livro que contém a história das nossas vidas.
Temos tantas páginas, que gostaríamos de tirar de nossa história de vida! Porém, neste livro, não há como fazer isso.
A cada dia, cada página é vivida, dentro do que está escrito. E não há como mudar a escrita, nem apagar com a borracha do arrependimento, ou com o corretivo do retorno ao passado.
Não há lágrimas que possam sugestionar alguma coisa, que alavanque outra escrita do livro de nossas vidas.
O que está escrito, tem toda a soberania autêntica do escritor divino, que em sua autoria, mostra a cada página a sua plena vontade, característica exclusiva, patenteada pelo seu imenso amor.
Como podemos entender a história do livro de nossas vidas?
Existem certos tópicos, capítulos, que vamos vivendo, sem entender coisa alguma.
A escrita é muito difícil de compreensão, porque ora o escritor divino usa poesia, outras vezes Ele se utiliza de metáforas, com pausas que não definem o que é necessário, apesar de muitas vezes a escrita aparentemente mostrar que está definida, para aquela etapa, ou aquele capítulo.
Na verdade, quando acontece isso, na página do livro, é porque o escritor divino deixa reticências, para que nós tomemos a decisão de virar a página, diante da necessidade opcional que a nossa escolha trará para as nossas vidas.
É claro que se não decidirmos virar a página, ou se fizermos isso antes de vivermos algum episódio necessário, o escritor divino irá fazer a devida correção, porque a supremacia do livro é dele; e nada fugirá ao que Ele quer. A sua vontade para o que está escrito, na história das nossas vidas, prevalece sempre, porque foi estabelecida, dentro de critérios sublimes, desconhecidos até mesmo a nós, que vivemos a história.
E o mais belo, do livro que compõe a história das nossas vidas, é que o fim não é um fim, porque este é o único livro que quando o capítulo mais importante tem o seu término aqui nesta terra, o escritor divino não coloca ponto final, mas vai definitivamente, virando a página; e dando a continuidade da história no reino celestial, para todo o sempre, pelos séculos dos séculos, por toda a eternidade.
E assim, a história do livro da história das nossas vidas continua.
Portanto, vamos viver!
Aquele Abraço Águia.
E a vida vai tomando rumo.
"Cristo vive em mim."
Gl. 2:20.
Deus sempre promove o que é melhor para cada um de nós.
Entender isso é saber viver.
Muitas vezes, o preconceituoso precisa sofrer preconceito, pra ver se aprende a não ser preconceituoso.
Sentir saudade é a prova de um grande legado de amor, que quem nos faz sentir deixou.
Respeito é bom e todos gostam. Mas é o que está faltando entre as pessoas.
O segredo é não parar,
Para conseguir chegar,
Para conquistar,
Para vencer,
O segredo é não parar,
Não dá pra parar.
Nada pode mudar o meu rumo.
E a vida continua,
Em prol de mim e de nós,
Em prol do bem que traz a paz.
Tudo de Deus é perfeito.
Tudo em Deus é bom.
Todos os feitos de Deus são maravilhosos,
Ainda que não entendamos,
Mas é sempre o melhor pra nós,
Simplesmente por ser Deus um Deus maior, vivo e verdadeiro.
Seja você mesmo.
Sabendo que haverá sempre um preço a pagar por isso.
Porém, é a melhor realidade a ser vivida por você.
Se vivemos sem rumo,
Se vivemos sem ânimo,
Se vivemos sem saber o que queremos,
Se vivemos sem sonhos,
Não vivemos.
Aquele Abraço Águia.
Gl. 2:20.
Deus sempre promove o que é melhor para cada um de nós.
Entender isso é saber viver.
Muitas vezes, o preconceituoso precisa sofrer preconceito, pra ver se aprende a não ser preconceituoso.
Sentir saudade é a prova de um grande legado de amor, que quem nos faz sentir deixou.
Respeito é bom e todos gostam. Mas é o que está faltando entre as pessoas.
O segredo é não parar,
Para conseguir chegar,
Para conquistar,
Para vencer,
O segredo é não parar,
Não dá pra parar.
Nada pode mudar o meu rumo.
E a vida continua,
Em prol de mim e de nós,
Em prol do bem que traz a paz.
Tudo de Deus é perfeito.
Tudo em Deus é bom.
Todos os feitos de Deus são maravilhosos,
Ainda que não entendamos,
Mas é sempre o melhor pra nós,
Simplesmente por ser Deus um Deus maior, vivo e verdadeiro.
Seja você mesmo.
Sabendo que haverá sempre um preço a pagar por isso.
Porém, é a melhor realidade a ser vivida por você.
Se vivemos sem rumo,
Se vivemos sem ânimo,
Se vivemos sem saber o que queremos,
Se vivemos sem sonhos,
Não vivemos.
Aquele Abraço Águia.
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Cantarolando a vida.
"Cristo vive em mim."
Gl. 2:20.
Nós somos musicais, porque a vida é uma linda canção.
Quando estamos sendo gerados, ficamos envolvidos num líquido aminiótico, e por qualquer movimento que fazemos no ventre de nossa mãe, o líquido borbulha, surgindo a canção.
Ao nascermos, um choro estridente, com muito "vibrato", mostra no rufar dos tambores, que estamos chegando ao mundo.
E assim, à medida que vamos crescendo, desenvolvemos muitas melodias.
Quando falamos a primeira palavra: Mamãe, começamos a murmurar o "m" alongadamente, até que toda a palavra seja solta, numa mistura linda de tons da escala musical.
Quando vamos dando os primeiros passos, para aprendermos a andar, levamos muitos tombos. E ao cairmos, vamos fazendo o som da queda, que é como um tambor, no ritmo da vontade de viver.
E assim vamos crescendo, fazendo o som da melodia da vida. Ora contentes, fazendo do prato um címbalo sonoro, batendo com a colher, indicando o som da fome. Ora tristes, por não termos conseguido montar um brinquedo. E como solução, derrubamos tudo, fazendo o som de muitas vozes, na canção do barulho da queda.
E assim vamos crescendo, avisando pra mamãe que chegamos da escola, querendo comida, depois de um bom banho, ao som de muitas águas, que se encontram, no bom banho de chuveiro.
E assim vamos vivendo a vida, ao som de uma linda canção, nos graves e agudos necessários; nos tons menores e nos tons maiores de cada dia; nos ritmos mais rápidos e nos ritmos mais lentos, de acordo com o que for preciso, para que as conquistas aconteçam; na pausa musical, que exige mudança de compasso e de um tom mais alto. Enfim, é a vida nossa de todos os dias, ao som da esperança, do amor e do respeito ao próximo, que cria a melodia da compreensão dos sonhos que temos de viver em paz.
E assim vamos vivendo, sendo acompanhados, em tudo que fazemos e falamos, por uma trilha sonora, sempre com uma linda canção, que tem o ritmo e o tom do momento.
E assim vamos vivendo, vendo a chuva que cai, antecedida pelo estrondar dos trovões, ao som perfeito, que lembra as teclas de um piano, molhando a terra.
E assim vamos vivendo, cheios de vida, ao som da canção poética, que as cordas do violão produzem, anunciando que vale a pena viver, porque a vida é uma linda canção.
Aquele Abraço Águia.
Gl. 2:20.
Nós somos musicais, porque a vida é uma linda canção.
Quando estamos sendo gerados, ficamos envolvidos num líquido aminiótico, e por qualquer movimento que fazemos no ventre de nossa mãe, o líquido borbulha, surgindo a canção.
Ao nascermos, um choro estridente, com muito "vibrato", mostra no rufar dos tambores, que estamos chegando ao mundo.
E assim, à medida que vamos crescendo, desenvolvemos muitas melodias.
Quando falamos a primeira palavra: Mamãe, começamos a murmurar o "m" alongadamente, até que toda a palavra seja solta, numa mistura linda de tons da escala musical.
Quando vamos dando os primeiros passos, para aprendermos a andar, levamos muitos tombos. E ao cairmos, vamos fazendo o som da queda, que é como um tambor, no ritmo da vontade de viver.
E assim vamos crescendo, fazendo o som da melodia da vida. Ora contentes, fazendo do prato um címbalo sonoro, batendo com a colher, indicando o som da fome. Ora tristes, por não termos conseguido montar um brinquedo. E como solução, derrubamos tudo, fazendo o som de muitas vozes, na canção do barulho da queda.
E assim vamos crescendo, avisando pra mamãe que chegamos da escola, querendo comida, depois de um bom banho, ao som de muitas águas, que se encontram, no bom banho de chuveiro.
E assim vamos vivendo a vida, ao som de uma linda canção, nos graves e agudos necessários; nos tons menores e nos tons maiores de cada dia; nos ritmos mais rápidos e nos ritmos mais lentos, de acordo com o que for preciso, para que as conquistas aconteçam; na pausa musical, que exige mudança de compasso e de um tom mais alto. Enfim, é a vida nossa de todos os dias, ao som da esperança, do amor e do respeito ao próximo, que cria a melodia da compreensão dos sonhos que temos de viver em paz.
E assim vamos vivendo, sendo acompanhados, em tudo que fazemos e falamos, por uma trilha sonora, sempre com uma linda canção, que tem o ritmo e o tom do momento.
E assim vamos vivendo, vendo a chuva que cai, antecedida pelo estrondar dos trovões, ao som perfeito, que lembra as teclas de um piano, molhando a terra.
E assim vamos vivendo, cheios de vida, ao som da canção poética, que as cordas do violão produzem, anunciando que vale a pena viver, porque a vida é uma linda canção.
Aquele Abraço Águia.
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