sexta-feira, 25 de março de 2016
A arma do amor.
A arma do amor.
O perfeito amor lança fora o medo.
I Jo. 4:18.
E dentro da realidade nossa de todos os dias, os sonhos se tornaram secundários, porque ninguém quer esperar ninguém.
As pessoas estão muito apressadas.
É o imediatismo contagiando um e outro.
É o eu quero pra ontem, pra já, pra agora.
Enfim, diante de tudo que existe, num mundo fantástico de aparências, o homem quer ver pra crer, enquanto que a maior busca é crer para ver. E assim, o homem vai fugindo o quanto puder, numa pressa cada vez maior e mais intensa, que é a realidade da corrida humana de todos os dias, em todos os momentos.
E pela pressa que este mundo tem vivido, está ficando muito difícil ter e manter um convívio amigável com as pessoas.
Parece que fugir da pressa, é uma prova de descontinuidade; e nós precisamos ter um ritmo de continuidade na vida nossa de todos os dias, para não alcançarmos a desafinação, diante da bela melodia, que o regente divino coloca na canção, que nos acompanha e nos conduz a vivermos em triunfo, no seu ritmo, para alcançarmos a vitória, que Ele prometeu e cumpre.
Não há como parar.
Nós precisamos continuar
Não há como recuar.
A vida continua.
E nós precisamos continuar, porque a descontinuidade traz uma completa desafinação.
Tudo é muito mais simples e se torna mais fácil, quando entramos na continuidade da melodia divina, que faz uma bela canção para cada um de nós viver.
A arma do egoísmo, que é tipicamente de quem tem uma vida de umbigo, tem sido um grande instrumento de defesa e de ataque, para a descontinuidade.
A arma do egoismo separa grandes amigos, irmãos e família.
A arma da indiferença tem sido um grande instrumento para desafinar o homem, diante de uma sublime melodia da linda canção do Senhor para a sua vida.
A melhor arma, que tem e mantém o triunfo da continuidade, pra fazer o bem, pra viver bem, pra fazer grandes amizades, tendo e mantendo estes amigos pra vida toda, é a arma do amor.
Com a arma do amor, o professor Júlio Verne, um célebre intelectual descobre "a lei vital da psiquiatria/psicologia": Uma pessoa só é verdadeiramente feliz, quando procura irrigar a felicidade dos outros e promover seu bem estar.
Os individualistas merecem compaixão, pois suas emoções passam a ser transformadas num deserto.
A arma do amor, vence e desarma quaisquer outras armas, seja de egoísmo, de soberba, de indiferença, de desprezo...
Enfim, a arma do amor, é a única arma que não tem sido muito usada, porque as pessoas estão preferem a praticidade egoísta de viver, é a única arma que nos faz viver bem, que nos faz ter família, que nos faz ter esperança, que nos faz caminhar passos firmes e seguros, diante de quaisquer adversidades, porque a arma do amor cria raízes muito profundas, na vida nossa de todos os dias, e se torna uma crescente para que a árvore que sou eu, a árvore que é você mesmo, fique frondosa, crie sombra e tire muitos dos cáusticos dias ensolarados.
Seja esta árvore frondosa do amor, que vai dando sombra, para quem está tão aflito, dentro de dias ensolarados vividos.
Seja a arma do amor, adubando corações com o fertilizante inigualável da compreensão, ouvindo quem precisa ser ouvido e sorrindo, se possível, para quem está ao seu lado, com tantas lágrimas rolando pelo rosto.
É importante demais usarmos a arma do amor.
Com a arma do amor, você irá mostrar que ama, simplesmente ama.
E não há coisa mais bela, do que ver alguém que vive o amor, que tem a arma do amor, que desarma qualquer outra arma.
Assim, a gente vai vivendo melhor, a gente vai tendo esperança, a gente vai sonhando, a gente vai caminhando e vencendo o dia a dia.
É uma coisa tão simples, mas tão bonita de viver.
Então viva assim.
Viva armado com a arma do amor, pra desarmar quaisquer outras armas.
Vivendo o amor com aquele que é o próprio amor: Deus.
Deus é amor (I Jo. 4:8). E como o amor é perfeito e verdadeiro, lança fora todo o medo (I Jo. 4:18).
Tenha uma vida com a arma do amor.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
domingo, 13 de março de 2016
Vencedor x Perdedor.
Somos mais do que vencedores.
Rm. 8:37.
Ser vencedor é uma característica peculiar de quem decide tentar até conquistar.
Ser perdedor é uma característica de quem decide viver no desânimo pleno, e opta se acomodar, na situação em que se encontra, se ajustando ao que vier, sem ao menos erguer a bandeira e lutar, vivendo de tanto faz como tanto fez.
Assim sendo, o perdedor é o antagônico do vencedor.
E o pior, é que o perdedor se acomoda ao que ele estabeleceu para a sua vida, não muda e sempre quer influenciar outros a viverem também o seu estado de estagnação.
Enquanto o vencedor vê o problema, e apresenta recursos para uma futura situação vitoriosa; o perdedor só consegue ver o problema, sem possibilidade alguma de solução.
Enquanto o vencedor é incansável em tentar, quantas vezes forem necessárias, até alcançar o seu objetivo; o perdedor acha que não vale a pena tentar, muito menos alcançar coisa alguma.
Enquanto o vencedor se sente um vitorioso; o perdedor se sente um derrotado.
Enquanto o vencedor sempre planeja muito antes de executar uma tarefa, vendo os prós e os contras; o perdedor segue na vida, caminhando no risco, sem a preocupação do pior, pois para ele perder é o seu lema.
Enquanto o vencedor quer ajudar o seu próximo a vencer também, sendo solidário, sendo amigo; o perdedor vive a sua vidinha egoísta, sendo solitário, não tendo amigos.
Enquanto o vencedor quer realizar cada vez melhor, o que propõe para a sua vida; o perdedor não quer pensar no depois, só quer viver o momento.
Enquanto o vencedor vive a ordem e o progresso; o perdedor vive a desordem e o regresso.
Enquanto o vencedor vê nas dificuldades, grandes possibilidades de realização; o perdedor vê nas dificuldades, totais impossibilidades de conclusão.
Enquanto o vencedor tem sempre uma palavra de incentivo para quem precisa, diante de quaisquer circunstâncias; o perdedor nunca tem o que dizer.
Enquanto o vencedor revela coragem, diante dos medos que surgem; o perdedor revela covardia, diante de qualquer situação.
Enquanto o vencedor luta, porque vê que vai dar tudo certo; o perdedor nem tenta, porque vê que vai dar tudo errado.
Enquanto o vencedor assume realizar o que sonha; o perdedor desiste de sonhar.
Enquanto o vencedor tem sempre muita esperança; o perdedor tem apenas a desesperança.
Enquanto o vencedor sempre descobre um meio de saída, de alguma circunstância difícil; o perdedor nunca vê que há uma luz no fim do túnel.
Enquanto o vencedor é convicto de sua vitória; o perdedor para e não sai do lugar, porque assume a sua derrota, sem ao menos procurar lutar por mudanças.
Enquanto o vencedor está sempre além do seu tempo, indo e conquistando as vitórias necessárias para a sua vida, porque vive numa crescente maravilhosa, numa dinâmica progressiva, além dos limites; o perdedor para no tempo e vive num regresso sem fim.
Enquanto o vencedor assume que é filho de Deus; o perdedor assume que é um bastardo.
Tenha uma vida de vencedor.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
sábado, 5 de março de 2016
Os nãos que devemos viver.
Já não sou eu quem vive.
Gl. 2:20.
Parece que a vida, as pessoas querem nos levar a ouvir não pra tudo.
E aí, surgem as frases, tipo:
- Você não pode fazer isso.
- Você não pode fazer aquilo
- Você não pode, você não deve e por aí vai.
Ninguém gosta de ouvir não.
O não é um advérbio que indica e significa negação, recusa; é uma designação de partícula negativa oposta à afirmativa sim; é também uma partícula interjetiva ou interrogativa, equivalente a porventura.
Parece irônico dizer, mas existem nãos muito importantes, que nós devemos viver. Porém, estes nãos fazem e exercem toda a diferença, na vida nossa de cada dia:
Os nãos que devemos viver:
1° - Não reclame.
A palavra reclamar, acima de qualquer coisa, é uma afronta, onde o homem acaba dizendo pra Deus, assim: Deus, você não sabe o que está fazendo na minha vida.
Nós precisamos entender apenas uma coisa, diante das situações, circunstâncias, às vezes não muito agradáveis, adversas que vivemos, que Deus sempre sabe o que faz.
Então, quando você reclama, você insinua que Deus não sabe o que está fazendo.
Portanto, não reclame.
2° - Não critique.
Quando você critica ou censura alguém, você apresenta, na verdade, uma ofensa desnecessária.
Você pode dar uma opinião, até aconselhar, se for requisitado, mas criticar, jamais.
A crítica, sem ser construtiva, é destrutiva.
Uma crítica construtiva é ótima. Porém, uma crítica destrutiva, ofensiva, nunca apresenta um resultado ou uma resultante para o outro seguir e vencer, é nada.
Portanto, tente sempre ajudar. Nunca critique.
3° - Não julgue.
Julgar é exercer um domínio na vida de alguém. É sentenciar, condenar a vida de quem, muitas vezes não é réu, é vítima.
É muito delicado e perigoso, julgar alguém.
Não é uma posição permitida por Deus.
Não cabe a você ser juiz do outro. Pois, da mesma medida que você julga, também é julgado. E ainda é acrescentado.
Jesus que é Jesus, não julga, mas advoga.
Portanto, não julgue.
4° - Não se sinta incapaz.
O ser humano tem de quinhentas a setecentas habilidades específicas, dentro do que lhe foi capacitado para realizar o que tem como objetivo e meta de vida.
Então, diante desta realidade, nunca se sinta incapaz.
5° - Não chore.
Diante de uma situação inesperada e triste, é impossível não chorar. Porém, você não pode manter-se a mercê das lágrimas.
O Senhor limpará de seus olhos toda a lágrima (Ap. 21:4), mudando o rumo e dando sentido ao que parecia não ter mais sentido em sua vida.
Portanto, não chore.
6° - Não olhe para o ontem.
Ontem é passado, virou história, ficou para trás.
O melhor lugar geográfico para ficar o passado é no passado.
Então, dê adeus ao ontem.
Viva hoje, porque o dia pra viver é hoje.
Não olhe para o ontem.
7° - Não se distraia e não se destrua.
A distração é a maior e melhor arma que o inimigo usa para levar o homem à destruição.
O ladrão percebe que a sua intenção de roubo é vitoriosa, quando a vítima está distraída (Jo. 10:10).
E assim, na distração vem o fim de muitas coisas que poderiam ser maravilhosas.
Então, não se distraia.
8° - Não desista e não pare.
Desistir é de imediato deixar de tentar.
A conquista vem, por intermédio das tentativas, que muitas vezes não são poucas.
O grande cientista Albert Einstein, tentou noventa e nove vezes conseguir formular a teoria da relatividade. E somente na centésima tentativa é que ele conseguiu.
Portanto, não deixe de tentar, não desista, não pare.
9° - Não deixe você, não se abandone, não deixe você de lado, não se esqueça de você.
Nunca se anule, renunciando a sua vida, se prejudicando por causa de alguém.
Isso não agrada a Deus.
A sua vida é única, é uma só. E somente você poderá vivê-la, mais ninguém.
Portanto, viva, simplesmente viva você.
10° - Não deixe de ser você na essência.
Seja sempre autêntico e sincero, em tudo que você falar e realizar, para que assim, sendo amigo, você passe a ter amigos verdadeiros em sua caminhada de vida.
11° - Não se prive do bem maior da vida, que é viver.
A vida é bela.
E por esta beleza, você precisa dar valor.
Portanto, viva intensamente a sua vida, dando graças a Deus pelo presente que Ele lhe deu, que é viver.
12° - Não se preocupe.
A preocupação é uma ocupação antecipada de algo que ainda não aconteceu, que acaba sendo sinônimo de ansiedade. E ansiedade é excesso de futuro; e também falta de crença em Deus.
Portanto, não se preocupe.
O amanhã pertence a Deus. Então, não se ocupe com o que pertence a Ele.
13° - Não se entristeça.
A alegria do Senhor é a nossa força (Ne. 8:10b); e fortalecidos no Senhor e na força do seu poder (Ef. 6:10), jamais você ficará entristecido, mas alegre, pois com alegria você se torna forte. E o melhor de tudo, torna-se mais do que vencedor (Rm. 8:37).
14° - Não se precipite.
O ato de precipitação, traz uma antecipação de um tempo, que ainda não chegou.
Quem se precipita, age sem pensar, apressadamente e, como consequência, fica a mercê de perdas, de derrotas.
Portanto, não corra demais. Mas, caminhe passo a passo, até conquistar, no tempo devido, o que lhe é de direito, como filho de Deus.
15° - Não desperdice o seu tempo.
Tempo é uma riqueza inestimável.
O tempo é determinado por Deus, para tudo que você vive.
Portanto, não desperdice o seu tempo, com coisas, pessoas e circunstâncias que não lhe acrescentam.
16° - Não se acostume em ser comum.
Jamais deixe que as pessoas lhe tratem como se você fosse comum.
O que é comum não tem valor.
17° - Não fique desanimado.
Diante de quaisquer circunstâncias difíceis, fuja do desânimo. Mas, tenha ânimo diante dos obstáculos e os supere sempre, com a força do poder do Senhor (Ef. 6:10).
18° - Não deixe de ter fé em Deus.
A fé não torna tudo fácil, mas torna tudo possível. Porque para Deus nada será impossível (Lc. 1:37).
A esperança é o ápice, é o ponto máximo da nossa fé.
E a vitória que vence o mundo é a nossa fé (I Jo. 5:4).
Deus trabalha para quem nele espera (Is. 64:4).
Deus honra quem nele espera (Pv. 23:18).
Deus se inclina e ouve o clamor de quem espera nele com paciência (Sl. 40:1).
Se esperamos o que vemos, como esperaremos?
Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos (Rm. 8:24-25).
Então, não deixe de ter fé em Deus, crendo em esperança contra a esperança (Rm. 4:18), ou seja, ainda que a realidade seja contrária ao que você esteja esperando, continue esperando. Pois, o Senhor traz, na nossa esperança, chamando as coisas que não são como se já fossem (Rm. 4:17), a plena vitória.
E no tempo determinado do Senhor, Ele realizará o seu sonho tão esperado, concedendo o desejo do seu coração.
Tenha uma vida de bons nãos.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
domingo, 28 de fevereiro de 2016
Paralelas.
Matar, roubar e destruir.
Jo. 10:10.
Dentro da geografia, é tido como paralelo, um círculo menor da esfera terrestre, cujo plano é perpendicular ao eixo da terra.
Também, dentro da geografia, paralelo é um lugar geométrico dos pontos da superfície terrestre, que têm a mesma latitude.
E dentro da matemática, no campo geométrico, o paralelo é uma circunferência obtida pela interseção de uma superfície de revolução com um plano perpendicular ao seu eixo.
Dentro da Teoria de Euclides, surgiu a geometria euclidiana, que dá uma condição suficiente para as paralelas, que são duas retas distintas, que caminham lado a lado, em um plano, mas jamais se encontram, ou seja, são retas complanares, que não têm pontos comuns.
Na vida nossa de todos os dias, vivemos sendo envolvidos pelas paralelas.
Assim sendo:
Existe o frio e o calor.
Existe o feio e o belo.
Existe o dia e a noite.
Existe o sol e a lua.
Existe o mel e o fel.
Existe a tristeza e a alegria.
Existe o bom e o mau.
Existe o bem e o mal.
Existe o bom e o ruim.
Existe o doce e o amargo.
Existe a alegria e a tristeza.
Existe o sorriso e as lágrimas.
Existe o amor e o ódio.
Existe a razão e a emoção.
Existe o grito e o silêncio.
E assim vamos vivendo, por aí e por aqui, nas paralelas da vida.
Na Bíblia Sagrada, em Et. 3:1-2, existe um paralelo entre dois homens: Mardoqueu e Hamã, que foi exaltado pelo rei Assuero, como primeiro ministro dos medos e persas.
Assim sendo, por ordem do rei Assuero, por onde Hamã passasse, todos teriam de se prostrar e se inclinar diante dele.
Entretanto, Mardoqueu não se inclinava, nem tão pouco se prostrava diante de Hamã.
Diante de tão grande negligência e desobediência de Mardoqueu, em relação a ordem do rei Assuero, a chama do ódio de Hamã se acendeu. E muito enfurecido, revoltado com esta atitude em extremo de Mardoqueu, não lhe conferindo a devida honra, Hamã foi ao Rei Assuero, oferecer-lhe dez mil talentos (342 mil quilos) de prata ao cofre real, para exterminar, não somente o seu inimigo Mardoqueu, mas também a todos os judeus.
Matar apenas Mardoqueu não seria suficiente. Era necessário exterminar com todo o povo judeu, por causa de Mardoqueu.
Em nossas vidas não é diferente.
Vivemos nas paralelas de Mardoqueu e Hamã.
Às vezes somos Hamã, a paralela do mal. E às vezes somos Mardoqueu, a paralela do bem.
Mardoqueu tipifica o Senhor, que através do Espírito nos conduz ao triunfo sempre (II Co. 2:14).
Hamã, o agagita, tipifica o inimigo, o nosso adversário, o diabo, que chega como ladrão, simplesmente para matar, roubar e destruir (Jo. 10:10).
Por não nos prostrarmos, nem nos inclinarmos diante do inimigo, ele fica insatisfeito, e vem com tudo contra nós.
Para o inimigo Hamã, não é suficiente matar, roubar e destruir. Porém, antes de destruir, ele costuma se utilizar da arma da distração, porque nos distraindo, ele nos destrói no que existe de mais belo em nós, que é a nossa fé, a vitória que vence o mundo (I Jo. 5:4).
A distração é muito perigosa, porque é uma arma que consegue atingir o seu alvo, principalmente, chegar ao seu fim, que é a destruição de quem intenciona destruir.
Houve uma reportagem, numa determinada emissora de televisão, onde a estatística de roubo é maior, quando o ladrão percebe que a vítima está distraída.
Os distraídos são os alvos dos ladrões. Nunca os que não estão distraídos.
Então, fica a dica, como o carioca costuma dizer: Não se distraia, não se distraia e não se distraia.
Não se distraia, em momento algum de sua vida.
Não se distraia!
Tenha uma vida de muita vigilância.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
Mais uma vez.
Uma coisa disse Deus, duas vezes a ouvi: Que o poder pertence a Deus.
Sl. 62:11.
Mais uma vez.
E eu estou aqui, tentando descobrir em mais um dia que surge, quem eu sou, diante de cada situação vivida.
A vida é um desafio diário.
A vida traz muitos desafios constantes.
E os desafios, muitas vezes, eu não consigo superar e vencer.
Dentro dessa realidade, não somente eu, mas muitos que não conseguem superar e vencer os desafios, entram numa Sodoma de proteção de autodefesa para não terem surpresas desagradáveis, na sequência do dia a dia.
Todos os dias, é um novo dia, para que haja a celebração da vida.
Todos os dias há o que descobrir.
Todos os dias há o que desvendar.
Mais uma vez.
E eu me deparo com os sonhos.
Os sonhos têm a função maior de alimentar o sonhador.
E como é bom sonhar!
E como é bom ser mais um sonhador!
Mais uma pausa para pensar e refletir, naquilo que é absoluto.
Mais uma pausa para sonhar e refletir no que pode ser feito para tornar em realidade o que eu estou sonhando.
Cada um vive o seu mundo e vê o seu mundo, dentro de sua própria visão, ou dentro de sua própria realidade visual.
E aí, estou eu aqui vivendo com os meus limites, como qualquer ser humano.
Diante de uma extensão, que vai além dos limites, começa a existir todos os processos legalistas do que é certo e do que é errado.
Mais uma vez.
O que é crítico na minha própria crença e na minha própria descrença, nas escolhas mais do que necessárias e importantes para uma provocação de mudanças, que podem definir e chegar ao ponto de ser definitivas.
Há circunstâncias, que eu posso contornar, resolver, segundo os meus critérios.
Entretanto, existem outras circunstâncias, em que eu preciso admitir e assumir que dependo única e exclusivamente de Deus.
Mais uma vez.
Mais uma história que eu vivo, sabendo que não sei nada ainda.
Sabendo que o meu interior irá refletir no meu exterior, todo o processo legítimo de quem eu sou, com qualidades e defeitos, com medos e ousadia.
E nestes paradoxos, estou a mercê de ouvir boas notícias.
A mensagem significativa me conduz sempre ao melhor, que o Senhor Deus tem para a minha vida.
Mais uma vez.
E a gente vai acertando, errando.
Os erros fazem parte do aprendizado.
E aí, penso: E se eu tomar uma determinada atitude radical e errar?
O grande problema está em mim, pois o medo de fazer, de realizar sempre é maior do que o de acreditar, que mesmo que esteja tudo tão irremediavelmente impossível, eu preciso continuar fazendo e realizando.
Não posso parar.
Não devo parar.
Não há como parar.
Tenho de ir até o fim, com as minhas atitudes.
Se der certo, irei comemorar.
O que é ordem definitiva, é que eu não posso parar.
Não devo parar.
A ordem é continuar.
Mais uma vez.
Uma criança, aprende a falar, errando as palavras.
Pra falar "eu sei", primeiro ela fica um bom tempo, pronunciando "eu sabo". E daí por diante.
Ninguém aprende a pedalar uma bicicleta, sem se machucar, levando aquele tombo, ralando os joelhos e braços.
Enfim, ninguém aprende sem errar, porque os erros fazem parte de um aprendizado importantíssimo na vida.
Não posso parar no meio do caminho.
Tenho de ir até o fim, porque é nesta trajetória que muitas coisas vão se definindo e fazendo a diferença, para uma conquista indescritível de vitória.
Os obstáculos que surgem no caminho, nunca podem ser vistos como parada obrigatória, mas sim, como um desafio a ser superado e vencido, para eu continuar a caminhada.
Mais uma vez.
Sem tentar, ninguém chega a lugar algum.
E normalmente, para que se consiga algo, é preciso ir até o fim, ainda que o cansaço queira trazer o desânimo e provocar a parada obrigatória.
Não posso parar.
Não devo parar.
Não há como parar.
Nas falhas, nos erros, são esculpidas a grandeza da sabedoria.
Eu preciso contemplar as coisas simples e a navegar nas águas da emoção.
A vida é o maior espetáculo no teatro da existência.
Não sou perfeita, estou sendo aperfeiçoada.
Não sou inerrante, mas tento acertar.
Não sou mais uma na multidão, mas tenho e faço a diferença.
Não me conheço a fundo, mas me descubro a cada dia.
Só tu Senhor, me sondas e me conheces.
Mais uma vez.
E aí a vida segue seu rumo.
Rumo com rima.
Rumo sem rima.
Rumo sem poesia.
Rumo com poesia.
Sem cheiro de mofo, sem cheiro de passado.
Mas é a vida.
Mais uma vez dizendo que vale a pena viver em Cristo Jesus.
Não há como desviar-se do único caminho que conduz o homem ao reino dos céus.
Então, vamos tentar chegar lá.
Mais uma vez. E quantas vezes forem necessárias.
Porque a vida logo passa.
A vida é breve.
A vida é uma só.
E a vida eterna, revela que Ele está em nós e nos fez conquistar.
Tenha uma vida bela, aproveitando as chances.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Para chegar a um fim.
Há um fim bom.
Pv. 23:18.
E é a busca pela busca.
E nesta busca, alguém, alguns ou muitos, vão tomando as suas iniciativas.
Para chegar a um fim, é preciso viver o começo e o meio.
Para chegar a uma verdadeira história, é necessário haver um acordo com a história, contendo começo, meio e fim.
Para que haja a alimentação saudável dos sonhos, é necessário que o sonhador sonhe simplesmente.
Tudo faz parte de uma cumplicidade natural, que, de repente, abre as portas para o sobrenatural.
Muitas vezes, nesta cumplicidade, que mais parece uma conspiração a favor, porque os ventos sopram a favor, a gente espera e a gente vence, porque a gente sonha e a gente realiza os sonhos, segundo os sonhos de Deus, de acordo com uma forma direta de sua boa, agradável e perfeita vontade (Rm. 12:2).
Não existem pesadelos, diante de uma certeza muito maior dos sonhos e do que queremos realizar, tornando, de modo muito simples, os sonhos em realidade.
Nós precisamos melhorar. Às vezes, com vírgulas e pontos. E outras vezes, sem vírgulas e sem pontos.
Nas idas e vindas.
Se eu tenho eu posso.
Se eu tenho, eu sou.
Se eu tenho, eu preciso.
Nós precisamos melhorar.
Sendo referência e exemplo.
E a gente procura.
E a gente sonha.
E a gente consegue ir além dos limites.
E a gente vai levando.
Mesmo ciente de que está mais do que na hora, de muitas coisas acontecerem, pra virar a página de vez e viver as mudanças necessárias para uma nova vida.
E a gente crê.
E a gente aprende apanhando.
E a gente cresce.
E a gente vai quebrando a cara.
E a gente perde.
E a gente vai caindo e levando tombos.
E a gente vai caindo e levantando. E levantando e se mantendo de pé.
E a gente se molha com a chuva forte.
E a gente caminha.
E a gente corre na contramão da própria vontade.
E a gente para e não quer mais nada.
E a gente não quer mais tentar.
E a gente não quer mais sonhar.
Porque tudo isso faz parte e completa grandes decepções.
Será que as decisões tomadas são as ideais?
Como saber se as escolhas que a gente tomou, tornaram-se coerentes para o bem, a paz, a alegria e a harmonia que cada um de nós quer sempre.
Quem pode garantir que a decisão ou a escolha tomada, vai poder certamente levar a um fim bom?
A minha verdade é conquistada pelas experiências vividas por mim, a cada dia, a cada momento.
Preciso ter coragem para encarar a minha e a sua verdade, para que possamos caminhar numa verdade absoluta.
Procuro me permitir, sem ter vida de umbigo.
Marca registrada de algo chamado vida.
O movimento existe.
Não pode parar.
Não posso parar.
Não devo parar.
Repelindo mentiras ou verdades infundadas, sem argumentos.
Como café da manhã, pão de queijo e suco de laranja, fugindo da regra estipulada e padronizada do pão seco com café preto.
Pão francês quentinho, saindo do forno.
Pão de trigo integral.
Por aqui e por aí.
Vendo as pessoas por aqui e por aí, com suas manias.
Acima da média, como disse o cantor; ou abaixo da média, como disse o Apóstolo Paulo, classificando-se como um abortivo (I Co. 15:8), dos pecadores, o principal (I Tm. 1:15) e toda a sua cultura foi considerada por ele esmo, um esterco (Fpp. 3:8).
E a gente espera.
E a gente vence.
E a natureza se espanta. E responde a tanta afronta que a gente se coloca no caminho curto, longo ou nos atalhos.
E tem dia que a gente caminha; e tem dia que a gente engatinha.
E em meio a tantas cinzas, nascem as rosas.
E a gente, com a verdade, se posiciona simplesmente, na postura pra simplificar.
E a gente sopra o vento da necessidade das mudanças.
E a gente cresce.
E a gente crê.
E a gente aprende, quebrando a cara.
Entretanto, a verdade é o que simplifica, no estigma de um paradigma maior e melhor da própria verdade, a verdade absoluta, a verdade única, que é Jesus Cristo (Jo. 14:6).
E agente caminha, na contramão da nossa própria vontade e na boa mão da vontade do Senhor Deus.
Um caminho ainda mais excelente existe a seguir; e não adianta querer fugir ou se desviar do caminho, se o Senhor Deus não tem este desígnio para a trajetória que Ele tem para cada um de nós.
Deus quer usar cada um de nós; e não abusar, porque Deus não admite abuso.
É necessário, assim, ser ousado, nunca abusado.
Se eu tenho, eu posso.
Se eu tenho, eu preciso.
Se eu tenho, eu sou.
E a gente procura.
E a gente sonha. E continua sonhando.
E a gente chega chegando, pra surpreender e não ter a chance de ouvir não.
E as pessoas nos decepcionam.
E a gente sente muito.
E a gente sente remorso.
E aí, não dá pra retornar e recomeçar.
E a gente sente arrependimento.
E aí, dá pra mudar, chegar ao ponto de origem do erro e mudar tudo radicalmente. Pra fazer a pena, tudo que já foi vivido.
E a gente tem o caminho. Porém, a gente quer atalhos, pra chegar mais rápido.
E a gente precisa ver.
E a gente precisa chegar a um fim.
E para que a gente chegue a um fim bom, com toda a esperança sendo honrada, a gente precisa, acima de tudo, acreditar, principalmente em áreas em que as impossibilidades são plenas.
Para o Senhor Deus, nada será impossível (Lc. 1:37).
Existem situações que até parece que tudo não tem mais jeito.
Parece que a gente vai ficar sem fôlego.
Entretanto, para chegar a um fim, a gente precisa continuar, andar, correr, até conquistar.
E a gente vai levando, continuando, andando, correndo, até conquistar.
A ordem para que a gente chegue a um fim, é manter o ritmo, de cabeça erguida, confiando plenamente no Deus Todo-poderoso, porque, acima de tudo, o Deus que faz o impossível se tornar possível.
Tenha uma vida de vitórias.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
A vontade de Deus.
A boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Rm. 12:2.
Há muitos anos, mais ou menos, há nove anos, tenho me incomodado com a sequência deste versículo, que não é obedecida.
Eu até já li em livros de escritores renomados, e vi o quanto esta sequência é desobedecida.
A sequência da vontade de Deus ser boa, agradável e perfeita nunca é obedecida. Ao invés de ser seguida esta sequência da vontade de Deus, sempre colocam "boa, perfeita e agradável" ou "agradável, perfeita e boa".
Um dia desses, o Espírito Santo me esclareceu a razão desta sequência ser desobedecida, até imperceptível de uma certa forma, pelas pessoas.
Portanto, quero partilhar, com você, caro amigo, leitor dos meus textos, este esclarecimento:
A vontade de Deus é a justiça de Deus em equilíbrio. E este equilíbrio alcança a sua plenitude, quando é seguida esta sequência, que o Espírito Santo inspirou ao Apóstolo Paulo, que é boa, agradável e perfeita.
Parece algo tão simples, banal, alterar a sequência da vontade de Deus, mas não é.
A vontade de Deus é boa, agradável e perfeita.
Se esta sequência não for obedecida, sendo colocada erroneamente como a vontade de Deus sendo boa, perfeita e agradável, implica uma infração terrível, porque se na vontade de Deus a palavra perfeita vier antes do agradável, fica caracterizado que o Senhor Deus está impondo a sua vontade a nós. E Deus jamais, em momento algum de nossas vidas quer impor a sua vontade, mas expor a sua vontade, para que nós, obedientemente a sigamos, na sequência natural. E assim sendo, possamos viver o sobrenatural a cada momento, que é milagre, algo extraordinário, que é peculiaridade divina.
A vontade de Deus é boa, porque nos faz bem; e traz infinitas bênçãos às nossas vidas.
A vontade de Deus é agradável, porque nos agrada, nos alegra; e faz com que sejamos fonte de alegria para outras vidas.
A vontade de Deus é perfeita, porque nos aperfeiçoa e nos conduz a viver em equilíbrio, em todas as áreas de nossas vidas. Fazendo com que tenhamos uma vida de mansidão, ou seja, uma vida, tendo e mantendo a inteligência nas emoções.
Deus sempre sabe o que faz.
Portanto, seguindo a sequência correta da boa, agradável e perfeita vontade de Deus, certamente seremos, sempre, em tudo, mais do que vencedores (Rm. 8:37).
Sendo assim, entendendo e aceitando a sua vontade, que é boa, agradável e perfeita, seremos muito felizes em Jesus Cristo, sempre e para sempre.
Tenha uma vida com a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
Assinar:
Postagens (Atom)