domingo, 4 de setembro de 2016
O grande triunfo do perdão
Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos perdoará a vós.
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.
Mt. 6:14-15.
Sem o perdão, a continuidade não é possível.
Sem o perdão, a vida fica pausada.
Sem o perdão, a vida fica grampeada.
Somente depois do perdão, é que reassumimos a plenitude daquilo que nos permite prosseguir.
Porque quando nós perdoamos nós nos libertamos. Nós saímos de prisões, que são características naturais e entramos, de modo maravilhoso, em algo lindo, chamado a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Perdoar não é necessariamente reintegrar o outro em nossas vidas, mas fazer com que haja uma faxina, uma limpeza emocional, em situações danosas que o outro nos fez passar; situações que não pedimos pra viver, mas foram trazidas por alguém.
E é interessante que quando nós perdoamos, na realidade nós também nos perdoamos. Pois, na verdade plena da vida, ninguém é perfeito. E quando nós perdoamos, nós falamos: Eu também não sou perfeito.
Assim sendo, quando nós perdoamos, assumimos a nossa imperfeição, os nossos limites, a nossa pequenez e mediocridade humana.
Dentro da realidade do perdão, vivemos momentos agradáveis a Deus.
Portanto, é bom deixar pra trás todas as mágoas, vivendo o registro maior, que nos faz agradar a Deus, que é perdoar, perdoar e perdoar.
Tenha uma vida bela, perdoando.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
O trem da vida
A vida passa.
Sl. 90:10.
As nossas vidas são composições de uma constante viagem.
Vivemos uma viagem de trem.
As nossas vidas compõem um trem.
E a viagem começa quando nascemos.
O trem vai parando em cada estação.
Alguns passageiros saem.
Outros passageiros entram.
Pessoas entram em nossas vidas. Algumas ficam no percurso de toda a viagem, indo conosco até o final. E outras saem de nossas vidas, numa determinada estação; e nunca mais conseguem pegar o trem outra vez, porque passaram...
E a viagem de trem continua.
O trem não pode parar.
Os vagões do trem, são as diversas atividades e situações que vivemos.
Há necessidade de todos os vagões continuarem nesta composição do trem.
Tudo que vivemos, não dá para tirar ou esconder.
Tudo que vivemos, faz parte, de maneira protagonista, das nossas histórias de vida de todos os dias.
Tudo é muito importante.
Alguns momentos são marcantes e inesquecíveis.
Outros momentos não gostaríamos de ter vivido. Porém, todas as coisas que acontecem contribuem juntamente para o bem (Rm. 8:28). Ainda que tudo pareça ser adverso, absurdo, inaceitável, mas todas as circunstâncias são, efetivamente, contribuintes para as grandes conquistas vitoriosas acontecerem.
E o trem continua a viagem.
O trem continua, parando em cada estação por alguns instantes. É necessário.
Entretanto, logo reinicia a viagem.
Há um ritmo na viagem que não pode ser perdido, para que o tempo de viagem não sofra, de repente, fatores de interferências externas, de uma parada longa, e se atrase na chegada da estação final.
O tempo de viagem não pode ser desperdiçado.
E o trem segue adiante.
A paisagem muda.
As pessoas ao redor mudam.
As necessidades simplesmente são transformadas.
O trem só para onde deve parar.
A vida é o trem.
A vida continua.
A vida é simplesmente vida.
A vida vale a pena.
A vida vale a cena.
Muitas situações ocorrem, mas a própria vida, requer vida; e é a vida nossa de todos os dias.
A busca pelo que é novo, muitas vezes, espanta, amedronta. Porém, o que é novo também nos atrai e nos leva a ampliar em nós o desejo, cada vez maior, de vivermos, como novas criaturas (II Co. 5:17), novidade de vida (Rm. 6:4).
A beleza da viagem de trem precisa ser vista.
Pois, a vida tem beleza. E é a partir desta beleza, que nós vamos chegando à estação final, para que o que foi estabelecido, fique para sempre.
E é o trem da vida chegando firme na estação.
Apitando, avisando que está chegando.
Iremos chegar, louvando ao Senhor, um cântico lindo, à Jerusalém Celestial, a estação final, por toda a eternidade.
Tenha uma vida de boa viagem de trem.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
Sl. 90:10.
As nossas vidas são composições de uma constante viagem.
Vivemos uma viagem de trem.
As nossas vidas compõem um trem.
E a viagem começa quando nascemos.
O trem vai parando em cada estação.
Alguns passageiros saem.
Outros passageiros entram.
Pessoas entram em nossas vidas. Algumas ficam no percurso de toda a viagem, indo conosco até o final. E outras saem de nossas vidas, numa determinada estação; e nunca mais conseguem pegar o trem outra vez, porque passaram...
E a viagem de trem continua.
O trem não pode parar.
Os vagões do trem, são as diversas atividades e situações que vivemos.
Há necessidade de todos os vagões continuarem nesta composição do trem.
Tudo que vivemos, não dá para tirar ou esconder.
Tudo que vivemos, faz parte, de maneira protagonista, das nossas histórias de vida de todos os dias.
Tudo é muito importante.
Alguns momentos são marcantes e inesquecíveis.
Outros momentos não gostaríamos de ter vivido. Porém, todas as coisas que acontecem contribuem juntamente para o bem (Rm. 8:28). Ainda que tudo pareça ser adverso, absurdo, inaceitável, mas todas as circunstâncias são, efetivamente, contribuintes para as grandes conquistas vitoriosas acontecerem.
E o trem continua a viagem.
O trem continua, parando em cada estação por alguns instantes. É necessário.
Entretanto, logo reinicia a viagem.
Há um ritmo na viagem que não pode ser perdido, para que o tempo de viagem não sofra, de repente, fatores de interferências externas, de uma parada longa, e se atrase na chegada da estação final.
O tempo de viagem não pode ser desperdiçado.
E o trem segue adiante.
A paisagem muda.
As pessoas ao redor mudam.
As necessidades simplesmente são transformadas.
O trem só para onde deve parar.
A vida é o trem.
A vida continua.
A vida é simplesmente vida.
A vida vale a pena.
A vida vale a cena.
Muitas situações ocorrem, mas a própria vida, requer vida; e é a vida nossa de todos os dias.
A busca pelo que é novo, muitas vezes, espanta, amedronta. Porém, o que é novo também nos atrai e nos leva a ampliar em nós o desejo, cada vez maior, de vivermos, como novas criaturas (II Co. 5:17), novidade de vida (Rm. 6:4).
A beleza da viagem de trem precisa ser vista.
Pois, a vida tem beleza. E é a partir desta beleza, que nós vamos chegando à estação final, para que o que foi estabelecido, fique para sempre.
E é o trem da vida chegando firme na estação.
Apitando, avisando que está chegando.
Iremos chegar, louvando ao Senhor, um cântico lindo, à Jerusalém Celestial, a estação final, por toda a eternidade.
Tenha uma vida de boa viagem de trem.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
As Manhãs de Setembro
Ensina-nos a contar os nossos dias.
Sl. 90:12.
As manhãs de Setembro continuam frias.
Entretanto, eu preciso acreditar que logo logo o sol irá nascer, dissipando a escuridão e aquecendo a minha vida.
As manhãs de Setembro estão revelando timidez para o dia.
Entretanto, eu prefiro me permitir a viver com ousadia, sem medo algum.
As manhãs de Setembro estão silenciosas.
Entretanto, eu comecei a tocar a buzina, incomodando a todos; e fazendo valer a pena a vida nossa de todos os dias.
As manhãs de Setembro estão se revelando lentamente.
Entretanto, eu estou numa dinâmica de velocidade absurda!
Não posso parar.
Não devo parar.
Preciso continuar.
E nesta continuidade, vou aprendendo, vou conquistando, vou me organizando e me tornando muito mais do que vencedora.
As manhãs de Setembro são desconhecidas.
Entretanto, eu sigo adiante, descobrindo, desvendando mistérios e sabendo que tudo que eu vivo, contribui juntamente para o bem, em todos os aspectos.
Pois eu sei que a vida vale a pena!
A vida vale a cena!
A vida é única!
A vida é simplesmente maravilhosa!
A vida é linda!
A vida é simplesmente simples!
As manhãs de Setembro estão se arrumando, para que haja a primavera.
Entretanto, eu vejo o quanto tudo foi ficando vinculado a florescer.
As manhãs de Setembro estão secretas em alguns aspectos.
Entretanto, eu estou com muita certeza de que o que está porvir é mais do que real. E na minha realidade, com resiliência, irei viver o que já está pronto.
As manhãs de Setembro estão me surpreendendo, cada vez mais.
Entretanto, nada poderá me abalar.
Eu tenho uma carreira para correr.
Eu tenho muitas vitórias para alcançar.
Eu tenho de continuar. Apenas continuar.
Eu tenho esta vida para viver.
A maior proposta da vida para mim, é que eu viva cada dia de uma vez.
E nos desafios que surgem, cada vez maiores, eu preciso vencer. Ainda que o cansaço queira se apossar de mim.
As manhãs de Setembro são lindas!
As manhãs de Setembro são maravilhosas!
As manhãs de Setembro são surpreendentes!
As manhãs de Setembro são um sonho real!
As manhãs de Setembro são poéticas!
As manhãs de Setembro são marcantes!
As manhãs de Setembro são inesquecíveis!
As manhãs de Setembro...
As manhãs de Setembro...
As manhãs de Setembro...
Tenha um mês de Setembro Maravilhoso!
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
sábado, 30 de julho de 2016
Nós e o tempo
Tudo tem o seu tempo determinado.
Ec. 3:1.
E o tempo?
O tempo é um fragmento do que é infinito.
O tempo é um segredo contido na eternidade.
O tempo não tem limites.
O tempo é uma realidade que nos controla.
É uma realidade contida em nós.
É uma cápsula dimensional, é uma caixa onde existimos, porque tudo em nossas vidas, está totalmente ligado ao tempo.
Nós somos seres do tempo, completamente dependentes dele.
Vivemos uma cronologia exacerbada, dentro de experiências que passamos de forma linear, no passado, presente e futuro.
O passado simplesmente passou.
O presente está sendo vivido por cada um de nós.
O futuro ainda não aconteceu, não existe. Porém, já estamos pensando e vivendo antecipadamente o futuro, porque somos escravos de um tempo, pela ansiedade que insistimos em ter cada vez mais intensamente. Quando passamos a ver que somos prisioneiros do tempo, a ansiedade torna-se mais aguçada.
E com uma ansiedade impregnada em nós, também nos tornamos prisioneiros dela.
É necessário buscarmos a libertação da ansiedade, para conseguirmos ter acesso direto à nossa essência, que é a nossa verdade, onde nos agigantamos pela própria proposta que a nossa essência possui: A eternidade.
Assim sendo, passamos a ver tudo de modo pequeno, porque somos gigantes, naquilo que o Grande Eu Sou nos criou.
Livres do tempo, livres da ansiedade; e vivendo a eternidade, tudo é realizado de maneira farta e fácil, porque o momento vivido é um momento eterno.
Por isso, precisamos viver com o Eterno, o que Ele é em nós.
Deus coordena todas as coisas para as nossas vidas.
Deus está no controle de todas as coisas.
Deus sabe o que faz.
Assim sendo, sem a prisão do tempo e da ansiedade, que é uma tendência muito apropriada a cada um de nós, vencemos tudo, com o Senhor, de modo maravilhosamente simples e fácil.
Tenha uma vida sem prisões.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
De quase não se vive
Porventura é isto assim?
At. 7:1.
A palavra quase é classificada como um advérbio de intensidade ou de modo, que significa perto de, aproximadamente, pouco mais ou menos, por pouco.
De quase não se vive.
De quase ninguém vive.
E ninguém quer viver de quase, mas muitas vezes acaba se ajustando ao quase, ou ajustando o quase em sua vida, para ser mais fácil o que é difícil ou se tornou impossível.
De quase em quase, não se chega a lugar algum, porque o quase é algo incompleto, insuficiente, que nunca satisfaz.
Enfim, o quase é totalmente insatisfatório.
Entretanto, as pessoas insistem viver de quase.
As pessoas insistem e expandem os seus quases para os que estão ao seu redor, como se assim, pudessem justificar a pequenez ou a mediocridade do cômodo cotidiano que o quase fornece em suas vidas.
E aí, preferem o quase, que as deixam ficar camuflando as perdas ou as derrotas galopantes, por causa da covardia que o quase lhes proporciona, de não se atreverem, de não mergulharem, de não tentarem ir além dos limites, de ficarem contornando, maquiando, envernizando ou disfarçando com o quase, o que poderia ser maravilhoso, marcante e inesquecível, não só para elas, mas também para muitos.
Qual é a vivência do quase?
Nenhuma.
O que proporciona o quase?
Nada versus nada.
Qual o investimento do quase?
Nenhum.
E qual é o lucro do quase?
Nenhum.
Que tipo de experiência traz o quase?
Nenhuma.
Enfim. A partir de tantos quases, como:
Quase cheguei.
Quase conquistei.
Quase ganhei.
Quase venci.
Quase, quase e quase, as pessoas vão vivendo de quase, não se atrevendo, com isso, jamais a sairem do quase. Pois o quase é mais cômodo.
Falar do quase é mais fácil, do que admitir e assumir, de modo bem enfático, dizendo que perdeu.
Então, o quase fica sendo uma maneira bem medíocre e ordinária de contornar, em relação ao que foi perdido, ou ao que não foi conquistado vitoriosamente, ao que alguém, infelizmente não chegou a possuir e teve a derrota, porque o quase fica na iminência de, mas não é; fica perto de, mas não é; fica aproximadamente, mas não é, por ser um advérbio de intensidade ou de modo.
O quase é o mais ou menos, porque não chegou. E fica posicionado, no quase, uma esperança reticente de algo que poderia ter sido, mas acabou não sendo, dentro da realidade vivida.
Assim sendo, o quase é algo terrível na vida de qualquer pessoa. Porém, devido a distração absurda que o quase fornece, as pessoas não se dão conta, não percebem o quanto o quase é ruim, podendo ser classificado até como um veneno, que vai matando pouco a pouco os sonhos, a esperança, a fé, a vida de alguém, que simplesmente assumiu, de modo tão ordinário, a viver de quase.
Portanto, está na hora de deixar o quase de lado.
Se o quase insistir ficar, está na hora de uma total libertação do quase, acabando com o quase, matando de vez com ele e enterrando-o de uma vez por todas, para que nunca mais nenhum quase queira ressuscitar em sua vida.
O quase aflige, deprime, impõe e aprisiona, quem costuma viver dele.
Então, veja o que chegou ao quase em sua vida; e determine em você mesmo que você vai superar e vencer o quase. Para que o quase acabe em sua vida e você conquiste, você vença e de maneira maravilhosa, você tenha a vitória.
Só depende de você largar o quase.
Então, abandone este quase em sua vida, porque ninguém vive de quase.
O quase não faz bem.
O quase é preguiçoso demais. Quando o quase chega, não quer sair.
O quase é comodista. E de quase em quase não se chega a lugar algum.
A estrada da vida para a vitória não é uma reta, nem é de quase algum.
Existem curvas e depois da curva, nunca sabemos o que virá.
Existem trechos com lombadas, dificuldades.
Às vezes, precisamos parar para abastecer o veículo, ver como está a direção e observar bem, para percebermos se estamos seguindo a rota certa.
Enfim, existem várias situações imprevistas na estrada da vida para a vitória.
Entretanto, existe e deve realmente existir em cada um de nós, uma determinação de abandono total do quase, para conquistarmos, na estrada da vida, aquilo que ansiamos vencer e sermos vitoriosos
E para que isso seja determinante em nós, precisamos acreditar, precisamos ter fé.
E o motorista do nosso veículo precisa ser Deus.
Assim sendo, com certeza nós chegaremos onde pretendemos chegar vitoriosamente, com a identidade de vencedores ou melhor dizendo, mais do que vencedores, porque não tem coisa melhor do que vencer.
O bom da vida é vencer sempre.
Ninguém gosta de perder. E o quase é praticamente uma derrota.
O quase é uma derrota disfarçada.
Então, vamos vencer o quase, vamos acabar de vez com ele hoje.
E começando hoje, vivendo sem quase, certamente estaremos vivendo a plenitude de um vencedor.
Assim sendo, vamos vencer a estrada da vida vitoriosamente, sem quase algum?
Tenha uma vida de plenitude.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
At. 7:1.
A palavra quase é classificada como um advérbio de intensidade ou de modo, que significa perto de, aproximadamente, pouco mais ou menos, por pouco.
De quase não se vive.
De quase ninguém vive.
E ninguém quer viver de quase, mas muitas vezes acaba se ajustando ao quase, ou ajustando o quase em sua vida, para ser mais fácil o que é difícil ou se tornou impossível.
De quase em quase, não se chega a lugar algum, porque o quase é algo incompleto, insuficiente, que nunca satisfaz.
Enfim, o quase é totalmente insatisfatório.
Entretanto, as pessoas insistem viver de quase.
As pessoas insistem e expandem os seus quases para os que estão ao seu redor, como se assim, pudessem justificar a pequenez ou a mediocridade do cômodo cotidiano que o quase fornece em suas vidas.
E aí, preferem o quase, que as deixam ficar camuflando as perdas ou as derrotas galopantes, por causa da covardia que o quase lhes proporciona, de não se atreverem, de não mergulharem, de não tentarem ir além dos limites, de ficarem contornando, maquiando, envernizando ou disfarçando com o quase, o que poderia ser maravilhoso, marcante e inesquecível, não só para elas, mas também para muitos.
Qual é a vivência do quase?
Nenhuma.
O que proporciona o quase?
Nada versus nada.
Qual o investimento do quase?
Nenhum.
E qual é o lucro do quase?
Nenhum.
Que tipo de experiência traz o quase?
Nenhuma.
Enfim. A partir de tantos quases, como:
Quase cheguei.
Quase conquistei.
Quase ganhei.
Quase venci.
Quase, quase e quase, as pessoas vão vivendo de quase, não se atrevendo, com isso, jamais a sairem do quase. Pois o quase é mais cômodo.
Falar do quase é mais fácil, do que admitir e assumir, de modo bem enfático, dizendo que perdeu.
Então, o quase fica sendo uma maneira bem medíocre e ordinária de contornar, em relação ao que foi perdido, ou ao que não foi conquistado vitoriosamente, ao que alguém, infelizmente não chegou a possuir e teve a derrota, porque o quase fica na iminência de, mas não é; fica perto de, mas não é; fica aproximadamente, mas não é, por ser um advérbio de intensidade ou de modo.
O quase é o mais ou menos, porque não chegou. E fica posicionado, no quase, uma esperança reticente de algo que poderia ter sido, mas acabou não sendo, dentro da realidade vivida.
Assim sendo, o quase é algo terrível na vida de qualquer pessoa. Porém, devido a distração absurda que o quase fornece, as pessoas não se dão conta, não percebem o quanto o quase é ruim, podendo ser classificado até como um veneno, que vai matando pouco a pouco os sonhos, a esperança, a fé, a vida de alguém, que simplesmente assumiu, de modo tão ordinário, a viver de quase.
Portanto, está na hora de deixar o quase de lado.
Se o quase insistir ficar, está na hora de uma total libertação do quase, acabando com o quase, matando de vez com ele e enterrando-o de uma vez por todas, para que nunca mais nenhum quase queira ressuscitar em sua vida.
O quase aflige, deprime, impõe e aprisiona, quem costuma viver dele.
Então, veja o que chegou ao quase em sua vida; e determine em você mesmo que você vai superar e vencer o quase. Para que o quase acabe em sua vida e você conquiste, você vença e de maneira maravilhosa, você tenha a vitória.
Só depende de você largar o quase.
Então, abandone este quase em sua vida, porque ninguém vive de quase.
O quase não faz bem.
O quase é preguiçoso demais. Quando o quase chega, não quer sair.
O quase é comodista. E de quase em quase não se chega a lugar algum.
A estrada da vida para a vitória não é uma reta, nem é de quase algum.
Existem curvas e depois da curva, nunca sabemos o que virá.
Existem trechos com lombadas, dificuldades.
Às vezes, precisamos parar para abastecer o veículo, ver como está a direção e observar bem, para percebermos se estamos seguindo a rota certa.
Enfim, existem várias situações imprevistas na estrada da vida para a vitória.
Entretanto, existe e deve realmente existir em cada um de nós, uma determinação de abandono total do quase, para conquistarmos, na estrada da vida, aquilo que ansiamos vencer e sermos vitoriosos
E para que isso seja determinante em nós, precisamos acreditar, precisamos ter fé.
E o motorista do nosso veículo precisa ser Deus.
Assim sendo, com certeza nós chegaremos onde pretendemos chegar vitoriosamente, com a identidade de vencedores ou melhor dizendo, mais do que vencedores, porque não tem coisa melhor do que vencer.
O bom da vida é vencer sempre.
Ninguém gosta de perder. E o quase é praticamente uma derrota.
O quase é uma derrota disfarçada.
Então, vamos vencer o quase, vamos acabar de vez com ele hoje.
E começando hoje, vivendo sem quase, certamente estaremos vivendo a plenitude de um vencedor.
Assim sendo, vamos vencer a estrada da vida vitoriosamente, sem quase algum?
Tenha uma vida de plenitude.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
Em pauta na pauta
Multiforme graça de Deus.
I Pe. 4:10.
Sentimento de saudade.
Sabe, sinto muitas saudades de um tempo, em que as pessoas eram livres, livres, e viviam essa liberdade de maneira muito bonita, muito simples, sem maldade, sem malícia, sem preconceito algum.
Hoje eu vejo pessoas aprisionadas, abraçadas nelas mesmas, egoístas, confinadas num apartamento, isoladas, engaioladas nos seus conceitos que são preconceitos, nas suas histórias que viram fábulas e elas crêem nestas fábulas, nas suas mentiras; e elas colocam essas mentiras, como se fossem verdades. Pessoas sem alegria, sem brilho no olhar, sem brilho no rosto.
Pessoas escravas de situações que elas criaram.
Pessoas completamente sem vida, sem esperança, sem sonhos.
O que eu vejo hoje, são pessoas correndo com pressa indo pra lugar algum.
Pessoas sem sentido de vida, sem direção de vida, sem razão de vida.
Pessoas aprisionadas a remédios, aprisionadas ao que o outro possa fazer por elas, porque elas não conseguem andar, se tornaram paralíticas, por que optaram pelas mesquinhez, optaram pela soberba, optaram pela falsidade, optaram pelo que não é bom e se perderam nelas mesmas.
Entretanto, mesmo com todo este histórico tão ruim devida, ainda há uma solução, que é sair da prisão.
Sair da prisão não é fácil, mas é a melhor forma de sair destas situações tão grotescas e ruins.
E a melhor forma de sair da prisão é perceber o que está sendo aprisionador, é simplesmente tomar a decisão de se libertar de tudo isso que trouxe prisão.
E como sair de tudo isso?
Voltando à essência.
Voltando ao que é bom.
Voltando-se para Deus.
O grande desafio da vida.
O grande desafio da vida, está num caminho, que é o caminho da superação.
E para que eu consiga andar neste caminho da superação, eu preciso viver três coisas muito importantes:
- Eu preciso perdoar.
- Eu preciso pedir perdão.
- Eu preciso me perdoar.
Quando eu perdôo, eu dou um salto, quando eu peço perdão, eu cresço e quando eu me perdôo, eu me agiganto, principalmente na minha fé.
Assim sendo, diante das situações adversas, contrárias ao que eu desejo, sonho é tenho esperança, eu consigo viver o caminho da superação.
Então, para que você salte, perdoe; para que você cresça, peça perdão; e para que você se agigante na sua fé, se perdoe; porque o perdão a você já foi dado na cruz do calvário, por um um homem chamado Jesus.
Então não há mais condenação alguma. Existe sim, a justificação, porque o perdão já foi dado.
Assim sendo, perdoando, pedindo perdão e se perdoando, você irá conseguir superar e vencer todas as circunstâncias que você tiver de enfrentar.
E tudo passa.
E tudo passa...
Passarinho...
Passarela...
Passaredo...
Passa o presente...
Passa tudo...
Passa o avião...
Passa o carro...
Passa a bicicleta...
Passa o amigo...
Passa o inimigo...
Passa a criança...
Passa o trem...
Passa tudo.
Tudo passa.
E o mais importante é que nós não podemos jamais nos prender, porque tudo vai passando.
É a lei da vida.
O melhor a fazer é não nos apegarmos. Por que os apegos nos aprisionam.
Assim sendo, ficamos presos quando nos apegamos, nos tornamos possessivos, nos tornamos egoístas, nos tornamos donos e não somos donos de coisa alguma. Para este mundo nada trazemos e dele nada levamos.
Portanto, veja que tudo passa.
A vida mesmo, é muito breve, é rápida, passa muito rápido.
A vida corre velozmente e nós passamos.
Portanto, aproveite o hoje.
Aproveite a vida.
Aproveite o milagre de viver. Porque, logo passa.
Num piscar de olhos, quando menos percebemos, logo anoitece. Logo as vírgulas acabam e chega o ponto final.
Então vamos viver o que temos de viver.
E é o que temos pra hoje: Vida.
Assim sendo, viva hoje!
Paz + Ciência.
E o que é paciência?
Paciência, é entender que tudo tem o seu tempo determinado, que tudo vem a seu tempo, que é preciso dar o tempo necessário para que as coisas aconteçam, para crescermos, para brotar aquilo que semeamos, para florescer e exalar perfume.
Paciência é aceitar o ciclo da vida, respeitar o fluxo do tempo, observar o tempo passar e esperar sabiamente o tempo certo para plantar, para colher, para agir, para seguir, para aprender e para melhorar.
E é interessante que a paciência, é uma paz mais a ciência. É a devida paz, que devemos ter, que só Deus nos fornece, porque Ele é a verdadeira paz.
E a partir de então, a ciência, a sabedoria de entender que ele sabe o que faz, em todo o tempo.
Ele nos fornece aprendizado, em tudo que vivemos.
E a partir de então, adquirimos a paciência, adquirimos experiência com a paciência e de uma certa forma chegamos a ter esperança.
E a esperança no Senhor não nos decepciona jamais, porque não traz confusão.
E a partir de então, em tudo o que esperamos, nós não seremos envergonhados, mas seremos honrados na nossa esperança.
Então, com paciência, é proibido desistir!
Respire fundo e continue, pois é na continuidade, no ritmo, que simplesmente tudo de maravilhoso acontece.
A amor de verdade.
O amor de verdade não exclui, não afasta não separa.
O amor de verdade une, liberta, deixa livre quem ama, porque sabe que quem ama sempre volta.
O amor, quando é verdadeiro, não desfaz amizades, não distancia, não isola, porque o amor aproxima cada vez mais, pelo simples fato de ter quem ama bem perto.
Na realidade da vida, o amor agrega, o amor aproxima, o amor contagia, o amor envolve e é sempre mais, nunca menos.
O amor é o único sentimento que podemos ter em excesso.
Os excessos não fazem bem, mas o amor em excesso faz muito bem.
O amor é um oceano.
O amor nunca será uma ilha.
O amor é eterno.
O amor nunca falha.
O amor jamais acaba.
Então, viva o amor de Deus, porque Deus é amor.
Ame intensamente.
Ame indistintamente o seu próximo.
Quem estiver passando pelo seu caminho, ame, porque o amor vale a pena.
O amor tem vida.
O amor é vida. E a vida vale muito a pena.
O amor de verdade é a verdade de Deus.
Assim sendo, quando vivemos o amor de verdade, vivemos Deus em nós.
Tenha uma vida, fazendo a diferença.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
I Pe. 4:10.
Sentimento de saudade.
Sabe, sinto muitas saudades de um tempo, em que as pessoas eram livres, livres, e viviam essa liberdade de maneira muito bonita, muito simples, sem maldade, sem malícia, sem preconceito algum.
Hoje eu vejo pessoas aprisionadas, abraçadas nelas mesmas, egoístas, confinadas num apartamento, isoladas, engaioladas nos seus conceitos que são preconceitos, nas suas histórias que viram fábulas e elas crêem nestas fábulas, nas suas mentiras; e elas colocam essas mentiras, como se fossem verdades. Pessoas sem alegria, sem brilho no olhar, sem brilho no rosto.
Pessoas escravas de situações que elas criaram.
Pessoas completamente sem vida, sem esperança, sem sonhos.
O que eu vejo hoje, são pessoas correndo com pressa indo pra lugar algum.
Pessoas sem sentido de vida, sem direção de vida, sem razão de vida.
Pessoas aprisionadas a remédios, aprisionadas ao que o outro possa fazer por elas, porque elas não conseguem andar, se tornaram paralíticas, por que optaram pelas mesquinhez, optaram pela soberba, optaram pela falsidade, optaram pelo que não é bom e se perderam nelas mesmas.
Entretanto, mesmo com todo este histórico tão ruim devida, ainda há uma solução, que é sair da prisão.
Sair da prisão não é fácil, mas é a melhor forma de sair destas situações tão grotescas e ruins.
E a melhor forma de sair da prisão é perceber o que está sendo aprisionador, é simplesmente tomar a decisão de se libertar de tudo isso que trouxe prisão.
E como sair de tudo isso?
Voltando à essência.
Voltando ao que é bom.
Voltando-se para Deus.
O grande desafio da vida.
O grande desafio da vida, está num caminho, que é o caminho da superação.
E para que eu consiga andar neste caminho da superação, eu preciso viver três coisas muito importantes:
- Eu preciso perdoar.
- Eu preciso pedir perdão.
- Eu preciso me perdoar.
Quando eu perdôo, eu dou um salto, quando eu peço perdão, eu cresço e quando eu me perdôo, eu me agiganto, principalmente na minha fé.
Assim sendo, diante das situações adversas, contrárias ao que eu desejo, sonho é tenho esperança, eu consigo viver o caminho da superação.
Então, para que você salte, perdoe; para que você cresça, peça perdão; e para que você se agigante na sua fé, se perdoe; porque o perdão a você já foi dado na cruz do calvário, por um um homem chamado Jesus.
Então não há mais condenação alguma. Existe sim, a justificação, porque o perdão já foi dado.
Assim sendo, perdoando, pedindo perdão e se perdoando, você irá conseguir superar e vencer todas as circunstâncias que você tiver de enfrentar.
E tudo passa.
E tudo passa...
Passarinho...
Passarela...
Passaredo...
Passa o presente...
Passa tudo...
Passa o avião...
Passa o carro...
Passa a bicicleta...
Passa o amigo...
Passa o inimigo...
Passa a criança...
Passa o trem...
Passa tudo.
Tudo passa.
E o mais importante é que nós não podemos jamais nos prender, porque tudo vai passando.
É a lei da vida.
O melhor a fazer é não nos apegarmos. Por que os apegos nos aprisionam.
Assim sendo, ficamos presos quando nos apegamos, nos tornamos possessivos, nos tornamos egoístas, nos tornamos donos e não somos donos de coisa alguma. Para este mundo nada trazemos e dele nada levamos.
Portanto, veja que tudo passa.
A vida mesmo, é muito breve, é rápida, passa muito rápido.
A vida corre velozmente e nós passamos.
Portanto, aproveite o hoje.
Aproveite a vida.
Aproveite o milagre de viver. Porque, logo passa.
Num piscar de olhos, quando menos percebemos, logo anoitece. Logo as vírgulas acabam e chega o ponto final.
Então vamos viver o que temos de viver.
E é o que temos pra hoje: Vida.
Assim sendo, viva hoje!
Paz + Ciência.
E o que é paciência?
Paciência, é entender que tudo tem o seu tempo determinado, que tudo vem a seu tempo, que é preciso dar o tempo necessário para que as coisas aconteçam, para crescermos, para brotar aquilo que semeamos, para florescer e exalar perfume.
Paciência é aceitar o ciclo da vida, respeitar o fluxo do tempo, observar o tempo passar e esperar sabiamente o tempo certo para plantar, para colher, para agir, para seguir, para aprender e para melhorar.
E é interessante que a paciência, é uma paz mais a ciência. É a devida paz, que devemos ter, que só Deus nos fornece, porque Ele é a verdadeira paz.
E a partir de então, a ciência, a sabedoria de entender que ele sabe o que faz, em todo o tempo.
Ele nos fornece aprendizado, em tudo que vivemos.
E a partir de então, adquirimos a paciência, adquirimos experiência com a paciência e de uma certa forma chegamos a ter esperança.
E a esperança no Senhor não nos decepciona jamais, porque não traz confusão.
E a partir de então, em tudo o que esperamos, nós não seremos envergonhados, mas seremos honrados na nossa esperança.
Então, com paciência, é proibido desistir!
Respire fundo e continue, pois é na continuidade, no ritmo, que simplesmente tudo de maravilhoso acontece.
A amor de verdade.
O amor de verdade não exclui, não afasta não separa.
O amor de verdade une, liberta, deixa livre quem ama, porque sabe que quem ama sempre volta.
O amor, quando é verdadeiro, não desfaz amizades, não distancia, não isola, porque o amor aproxima cada vez mais, pelo simples fato de ter quem ama bem perto.
Na realidade da vida, o amor agrega, o amor aproxima, o amor contagia, o amor envolve e é sempre mais, nunca menos.
O amor é o único sentimento que podemos ter em excesso.
Os excessos não fazem bem, mas o amor em excesso faz muito bem.
O amor é um oceano.
O amor nunca será uma ilha.
O amor é eterno.
O amor nunca falha.
O amor jamais acaba.
Então, viva o amor de Deus, porque Deus é amor.
Ame intensamente.
Ame indistintamente o seu próximo.
Quem estiver passando pelo seu caminho, ame, porque o amor vale a pena.
O amor tem vida.
O amor é vida. E a vida vale muito a pena.
O amor de verdade é a verdade de Deus.
Assim sendo, quando vivemos o amor de verdade, vivemos Deus em nós.
Tenha uma vida, fazendo a diferença.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
Tudo é uma questão de gosto. E gosto é gosto, independente das circunstâncias
A graça de nosso Senhor...
Ap. 22:21.
Gosto de gente amiga, que sorri pra mim, me dá um abraço e me diz:
- Como vai você?
- Bom Dia!
- Boa Tarde!
- Boa Noite!
- Estou sentindo saudades de você!
Gosto de gente que estende a mão e ajuda, entende e vive a vida que Deus lhe deu pra viver, sem recuar, mas avança comigo até conquistarmos juntos.
Gosto de gente que marca almoçar, ou lanchar, ou simplesmente tomar um cafezinho com pão de queijo. Pois, o mais importante não é a comida, o lanche ou o cafezinho. O que realmente importa é estar perto de gente que me ama.
Gosto de gente, que não me condena, mas me defende.
Em alguns momentos decisivos, não se mostra agressiva nem ofensiva, mas me critica, se eu estiver cometido alguma injustiça, discretamente, me mostrando o que não está sendo bom e me expondo, nunca impondo, o melhor caminho a seguir.
Gosto de gente que gosta de sonhar junto comigo. E diante de qualquer dificuldade ou aparente impossibilidade, me diz:
- Você não está só. Eu estou com você sempre.
- Vão bora ser feliz!
- Vão bora vencer juntos!
Gosto de gente que gosta do que eu gosto. E quando não gosta, me respeita. E até aceita a minha opinião sobre o que se revela, aos meus olhos, ser bom.
Gosto de gente simplesmente simples. Pois, a simplicidade da vida vale a pena e vale a cena.
Gosto de gente que vai além dos limites comigo, mesmo sabendo que pode dar tudo errado. Porém, nunca me abandona, porque assume a identidade de ser meu amigo.
Gosto de gente que sabe se calar, quando eu prefiro o silêncio.
Gosto de gente, que mesmo no meu silêncio, fica ao meu lado, apenas para eu ver que não estou só.
Gosto de gente companheira.
Gosto de gente, que está comigo em todos os momentos, pra eu sentir e viver a sua fidelidade tão amiga.
Gosto de gente, que não tem medo. E mesmo se tiver, enfrenta, junto comigo, qualquer desafio.
Gosto de gente valente, que é formiga, mas ao mesmo tempo, é um leão.
Gosto de gente, que mesmo não torcendo pelo mesmo time que eu torço, me respeita.
Gosto de gente que me ama. E dá provas sempre, com atitudes indescritíveis.
Gosto de gente assim, bem parecida comigo, mas ao mesmo tempo bem diferente também. Pois, o amor costuma reconciliar todas as diferenças.
Gosto de gente que ama a Deus e acredita, que tudo pode ser possível, se somente se houver fé.
Gosto de gente...
Gosto de gente...
Gosto de gente...
Gosto de gente...
Gosto de gente...
Tenha uma vida de bom gosto.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
Ap. 22:21.
Gosto de gente amiga, que sorri pra mim, me dá um abraço e me diz:
- Como vai você?
- Bom Dia!
- Boa Tarde!
- Boa Noite!
- Estou sentindo saudades de você!
Gosto de gente que estende a mão e ajuda, entende e vive a vida que Deus lhe deu pra viver, sem recuar, mas avança comigo até conquistarmos juntos.
Gosto de gente que marca almoçar, ou lanchar, ou simplesmente tomar um cafezinho com pão de queijo. Pois, o mais importante não é a comida, o lanche ou o cafezinho. O que realmente importa é estar perto de gente que me ama.
Gosto de gente, que não me condena, mas me defende.
Em alguns momentos decisivos, não se mostra agressiva nem ofensiva, mas me critica, se eu estiver cometido alguma injustiça, discretamente, me mostrando o que não está sendo bom e me expondo, nunca impondo, o melhor caminho a seguir.
Gosto de gente que gosta de sonhar junto comigo. E diante de qualquer dificuldade ou aparente impossibilidade, me diz:
- Você não está só. Eu estou com você sempre.
- Vão bora ser feliz!
- Vão bora vencer juntos!
Gosto de gente que gosta do que eu gosto. E quando não gosta, me respeita. E até aceita a minha opinião sobre o que se revela, aos meus olhos, ser bom.
Gosto de gente simplesmente simples. Pois, a simplicidade da vida vale a pena e vale a cena.
Gosto de gente que vai além dos limites comigo, mesmo sabendo que pode dar tudo errado. Porém, nunca me abandona, porque assume a identidade de ser meu amigo.
Gosto de gente que sabe se calar, quando eu prefiro o silêncio.
Gosto de gente, que mesmo no meu silêncio, fica ao meu lado, apenas para eu ver que não estou só.
Gosto de gente companheira.
Gosto de gente, que está comigo em todos os momentos, pra eu sentir e viver a sua fidelidade tão amiga.
Gosto de gente, que não tem medo. E mesmo se tiver, enfrenta, junto comigo, qualquer desafio.
Gosto de gente valente, que é formiga, mas ao mesmo tempo, é um leão.
Gosto de gente, que mesmo não torcendo pelo mesmo time que eu torço, me respeita.
Gosto de gente que me ama. E dá provas sempre, com atitudes indescritíveis.
Gosto de gente assim, bem parecida comigo, mas ao mesmo tempo bem diferente também. Pois, o amor costuma reconciliar todas as diferenças.
Gosto de gente que ama a Deus e acredita, que tudo pode ser possível, se somente se houver fé.
Gosto de gente...
Gosto de gente...
Gosto de gente...
Gosto de gente...
Gosto de gente...
Tenha uma vida de bom gosto.
Que Deus lhe abençoe muitíssimo!
Aquele Abraço!
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