sábado, 23 de junho de 2018
Fita métrica.
Pv. 25:27.
Fita métrica é classificada como um instrumento de medida, usado para medir distâncias
Diante de regras estabelecidas, na vida nossa de todos os dias, temos uma fita métrica em tudo que fazemos, medindo exatamente a distância que existe entre as falas e as atitudes.
Evidentemente que não podemos, nem devemos ser excessivos em coisa alguma que envolvem as falas, como também as atitudes. Pois, os excessos apresentam uma série de consequências, tais como:
Os excessos não são bons
•Os excessos não fazem bem.
•Os excessos trazem perdas.
•Os excessos trazem mais excessos.
•Os excessos provocam revolta.
•Os excessos trazem enjôo.
•Os excessos desconhecem os limites e infringem quaisquer circunstâncias pacíficas.
•Os excessos atrapalham a visão e a determinação da vitória.
•Os excessos nos tiram do equilíbrio.
•Os excessos inibem as conquistas mais desafiadoras.
•Os excessos nos afastam de sentimentos de compaixão e solidariedade para o próximo.
•Os excessos nos afastam de uma comunhão maior com o Pai Nosso.
Enfim, os excessos são o freio de mão puxado, diante da velocidade e do ritmo do amor de Deus e da sua boa, agradável e perfeita vontade.
A Palavra de Deus nos exorta bastante em relação aos excessos:
"Achaste mel?
Come apenas o que te basta, para que te não fartes dele e venhas a vomitá-lo."
Pv. 25:16.
"Comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra."
Pv. 25:27.
"Não sejas demasiadamente justo, nem exageradamente sábio; por que te destruirias a ti mesmo?"
Ec. 7:16.
"Não sejas demasiadamente perverso, nem sejas louco; por que morrerias fora do teu tempo?"
Ec. 7:17.
Que possamos viver sem os excessos.
Que a fita métrica divina nos coloque do jeito que devemos ser, para o louvor da glória de Deus.
Aquele Abraço Águia!
quarta-feira, 20 de junho de 2018
E a gente não sabe.
II Co. 5:7.
E a gente não sabe o que vem depois, mas Jesus sabe.
E a gente não sabe das mudanças, mas Jesus é o mesmo ontem, e hoje, eternamente (Hb. 13:8), indicando que ele não muda (Ml. 3:6).
E a gente não sabe o que fazer, mas Jesus faz.
E a gente não sabe como refazer, mas Jesus refaz.
E a gente não sabe o que decidir, mas Jesus define.
E a gente não sabe como será, mas Jesus é.
E a gente não sabe o que há depois da curva, mas Jesus é o caminho (Jo. 14:6).
E a gente não sabe sobre o amanhã, mas Jeus está lá.
E a gente não sabe até onde tudo isso vai dar, mas Jesus é a verdade (Jo. 14:6).
E a gente não sabe a proporção doa fatos, mas Jesus tem propósitos em tudo que acontece (Rm. 8:28).
E a gente não sabe o que está além, mas Jesus sabe.
Portanto, o que vale mesmo é a gente crer. Ainda que a gente não saiba.
E a gente não sabe mesmo coisa alguma, mas Jesus é a própria sabedoria.
E a gente não sabe, porque a gente não vive do que vê, mas do que crê (II Co. 5:7).
E a fé é dom de Deus (Ef. 2:8).
E a gente precisa aprender a contar os dias (Sl. 90:12), ou seja, viver bem cada dia, buscando ter a alegria do Senhor (Ne. 8:10), a paz do Senhor (Jo. 14:27) e o amor do Senhor (I Jo. 4:8).
Aquele Abraço Águia!
terça-feira, 19 de junho de 2018
Estamos sendo aperfeiçoados.
"O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza."
II Co. 12:9.
A arte japonesa "Kintsugi" ou "Kintsukuroi", é considerada um processo técnico, um método de reparar, recuperando cerâmicas ou pratos esmaltados, porcelanados, com laca espanada ou misturada com pó de ouro, prata ou platina.
Na cultura japonesa, as peças que recebem este reparo, são mais valorizadas do que as que estão perfeitas, intactas.
Diante desta realidade, caminhando com o aprendizado sobre esta verdade do interessante processo artístico e técnico "Kintsugi", vemos o quanto é transitória a beleza sem emendas; e o quanto a beleza com ajustes, com as marcas das rachaduras, apresentam o seu valor.
Na vida nossa de todos os dias, celebramos e expomos o que não apresenta imperfeição; e escondemos o que trouxe ferida, rachadura em nosso cotidiano, como também os nossos erros.
Traumas sofridos, dores, não devem se apagados, porque nos trazem amadurecimento.
Os erros grandes e pequenos que cometemos são escondidos, camuflados e disfarçados. Porém, o que torna bela a vida, é o reconhecimento de que somos sujeitos a falhas; e no legado do amor de Deus, vamos nos libertando da rotina humana de sempre querermos culpar o vento, pela desordem feita, passando sim, a admitir, que deixamos a porta aberta pra ele entrar.
O aperfeiçoamento do Senhor, com poder, é atuante em nossos momentos de fraqueza e imperfeição (II Co. 12:9).
A presença divina em nossas vidas, por intermédio do Espírito Santo requer de nós quietude, silêncio (Hc. 2:20).
Deus não trabalha em meio a barulhos e questões.
O sangue de Jesus Cristo betumou e restaurou o vaso, que somos nós.
E no processo divino de fazer de novo, passamos a ter, em Cristo, novidade de vida (Rm. 6:4).
Por isso, o recomeço com Jesus, é começo. E na riqueza inestimável do seu sangue, fomos resgatados para nos tornarmos sempre mais do que vencedores (Rm. 8:37).
Que entendamos que tudo que vivemos, contribui para o nosso bem.
Aquele Abraço Águia!
segunda-feira, 18 de junho de 2018
A gente se esquece.
Lm. 3:21.
A gente se esquece que vale a pena enfrentar os problemas e vencê-los, mesmo quando eles surgem intensamente.
A gente se esquece que Deus é o Deus do impossível, quando o impossível aparece, bate na porta e entra.
A gente se esquece que tudo nesta vida é passageiro; e se aflige à toa.
A gente se esquece que as pessoas passam, mas os verdadeiros amigos ficam.
A gente se esquece que os limites existem, para que seja revelada a glória de Deus.
A gente se esquece que nada que acontece é por acaso. E por trás das coincidências, está a mão de Deus conduzindo cada um ao seu bom, agradável e perfeito querer.
A gente se esquece que tudo que acontece, está numa questão palpável do tempo determinado de Deus.
A gente se esquece que a vida começa todos os dias. E fica com excesso de passado, que traz depressão; e excesso de futuro, que traz ansiedade.
A gente se esquece que as falhas fazem parte de um aperfeiçoamento, em que cada um está sujeito a viver.
A gente se esquece que tudo que está a mercê do nada, é o suficiente para que Deus faça tudo.
A gente se esquece que vale a pena lutar com Jesus. Pois, a vitória é certa.
A gente se esquece que, em tudo vivido, há o registro da identidade plena da mente de Cristo.
A gente se esquece que, ser grato faz parte de uma história de intimidade com Deus.
A gente se esquece que a vida é breve, é uma só. Por isso, a gente precisa aproveitar, amando e vivendo o amor, com os pais, irmãos, tios, primos, amigos e todos que surgirem no caminho.
A gente se esquece de não ficar a mercê de ter, mas de ser mais.
A gente se esquece de que, muitas vezes é necessário ouvir o "não", para um aprendizado maior e melhor.
A gente se esquece que, muitas vezes é preciso ficar esperando a noite passar, para que amanheça.
A gente se esquece que vale a pena a vida.
A gente se esquece que no final dá tudo certo.
A gente se esquece que o bem do Senhor é o que define tudo e prevalece.
A gente se esquece que nada nem ninguém pode tirar a característica de um perfil, que foi conquistado na cruz do calvário: O de sermos mais do que vencedores.
Aquele Abraço Águia!
Lembrando...
"Faço memória de ti."
II Tm. 1:3.
Certa vez, o jovem Pr. Timóteo estava passando por um momento muito difícil em sua vida. Aquele momento em que as forças pra prosseguir somem, momento em que buscamos por alguém e as pessoas desaparecem, momento em que tudo se evapora, saindo completamente do nosso controle.
De repente, pra surpresa de Timóteo, alguém bateu em sua porta, pra lhe entregar uma correspondência.
Ao ver quem a enviou e de onde veio, ele se emocionou muito.
Remetente: Paulo de Tarso.
Endereço: Prisão de Roma.
Quando abriu para ler estava escrito assim:
Faço memória de ti nas minhas orações noite e dia.
II Tm.1:3.
Timóteo ficou tão renovado com estas palavras do Apóstolo Paulo, que teve forças pra caminhar mais de dois mil quilômetros.
Não há armamento melhor do que a oração.
Ainda que um exército lhe cerque, não há o que temer (Sl. 27:3).
Que passemos a viver sempre em constante oração (I Ts. 5:17), onde a rotina de orar uns pelos outros (Tg. 5:16), vai criando um outro cenário, mais belo e mais marcante.
Diante da realidade de você orar pelo seu próximo, o Espírito Santo irá tocar em outros, para estarem orando por você.
Receba força e caminhe, pois ainda há muita coisa a ser feita. E a caminhada é longa.
Deus está contigo.
Deus é contigo.
A mão de Deus é sobre nós.
Deus é bom em todo o tempo.
Em todo o tempo Deus é bom.
Tenha uma vida de intimidade com o Senhor em oração. Pois, a oração muda de repente as circunstâncias adversas. E cria um cenário lindo de vitória para você viver.
Aquele Abraço Águia!
sexta-feira, 15 de junho de 2018
Piruá ou pipoca.
Lv. 6:13.
Gosto muito de pipoca.
Hoje em dia a facilidade de fazer pipoca é muito grande. Pois, já podemos comprar em saquinhos e levar por alguns minutos no forno de microondas, que fica pronta, automaticamente.
Porém, eu sou da época em que se fazia pipoca, adicionando uma quantidade de milho numa panela com óleo bem quente.
Eu ficava impressionada com o barulho do milho pulando. E de repente, minha mãe tirava a tampa da panela e estava pronta a pipoca quentinha, como uma flor.
Minha mãe adicionava sal, numa quantidade de pipoca; e açúcar, em outra parte de pipoca, para dar sabor. E como era bom assistir a televisão comendo pipoca, principalmente quando o dia estava chuvoso e frio.
A curiosidade de como o milho virava a flor de pipoca, aprendi depois.
Cada grão de pipoca contém uma certa quantidade de água, amido, fibras e óleo.
Diferente de outros grãos, a casca externa do milho de pipoca é extremamente resistente e dura.
Quando o milho de pipoca é adicionado no óleo super aquecido ou no forno, o óleo e a água presentes no interior do milho, transformam o grão em um ambiente muito pressurizado.
Nestas condições, o amido do milho amolece, fica gelatinoso e expande a casca, tornando-a menos resistente.
Com a pressão e a temperatura aumentando até o ponto limite de aproximadamente 135 psi, quando o seu interior chega a 180 °C, a água fica vaporizada, o óleo bem quente e com a pressão extrema, estoura o milho, se tornando pipoca.
É interessante observar que sempre ficam alguns milhos que não estouram, se tornando pipoca
Os milhos que não estouram, são chamados de "piruás" ou "viúvas" em alguns locais.
Assim sendo, "piruá" é o milho resistente que não é transformado em pipoca.
Nós precisamos ser pipoca e não "piruá".
Lembrando que o "piruá" é o milho resistente ao ambiente aquecido que não se transforma em pipoca.
Não podemos ser resistentes ao Senhor, mas sujeitos a ele (Tg 4:7)
Jamais, em nossa caminhada de comunhão com o Senhor, podemos estar resistentes à boa, agradável e perfeita vontade dele para as nossas vidas.
Jamais, em hipótese alguma, podemos ser "piruá".
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Que saudade do sol!
Ct. 2:12.
Que saudade do sol!
O dia de hoje, aqui no Rio de Janeiro, está chuvoso e muito frio.
Que saudade do sol!
Mas, estamos nos aproximando do inverno, que irá chegar na próxima semana.
Que saudade do sol!
No inverno, o dia fica mais curto e as noites são mais longas.
A vontade única é de ficarmos embaixo do cobertor, escondidinhos no bom esconderijo do nosso lar.
É interessante salientar que, logo logo o inverno irá passar e a primavera irá chegar.
Que saudade do sol!
O inverno aponta para as lutas que enfrentamos e vivemos todos os dias.
Entretanto, o inverno, a luta, a peleja, não é nossa, mas do Senhor Deus.
Que saudade do sol!
Enquanto estivermos no inverno, ficaremos protegidos, guardados no esconderijo do Altíssimo.
E logo logo irá chegar a primavera.
E será o tempo de cantar (Ct. 2:12).
Aquele Abraço Águia!